CONTO DE QUINTA: Fome noturna
por César Manzolillo FOME NOTURNA O relógio marcava duas e meia da manhã quando, impulsionado pelo vazio, os olhos de Olavo se abriram. Não era um vazio na alma, mas no estômago, um vácuo que exigia satisfação urgente. Ele caminhou…










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