120 x 115 – Exposição no SESC Consolação, em São Paulo, comemora os 30 anos da vitória brasileira de Mão Santa e companheiros sobre o Dream Team.

foto: Alexandre Nunis

Foi em 23.08.1987 que a Seleção Brasileira de Basquete fez um feito inesquecível: derrotou o time de basquete do Tio Sam nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis e pior … na casa do Tio Sam … O feito se eternizou na memória não só dos jogadores e equipe técnica, mas também do pessoal que jogava Pac Man naqueles idos tempos do RPM … Virou projeto de curadoria do Marcelo Duarte (autor do Guia dos Curiosos) e, por tabela (olha o trocadilho…), virou realidade numa exposição no SESC Consolação, região central de São Paulo.

No andar térreo, uma cesta de basquete gigante convida o incauto transeunte a adentrá-la para descobrir uma camiseta, uma medalha e outros objetos que remetem à façanha da esquadra brasileira.

Em outro andar, no Ginásio Vermelho, lá estão juntos, mesmo que em molduras modernosas, os conquistadores do título: além do nosso Oscar “Mão Santa”, Marcelinho, Pipoca, Cadum e os outros guerreiros figuram na quadra caprichosamente decorada para receber a celebração do conquista.

Vídeo do feito, direto do Canal no Youtube do “Mão Santa”:


SERVIÇO:

Quanto: gratuito

Onde: Sesc Consolação – Rua Vila Nova, 245, Vila Buarque – tel.: (11)3234-3000

Q:uando: até 02/09/2017 – Quarta, Quinta, Sexta, 10h ÀS 21h30

Site do evento: https://www.sescsp.org.br/online/artigo/11079_120+X+115+O+OURO+EM+INDIANAPOLIS

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Andréa Assis
Carioca, mas paulistana da gema radicada há mais de 20 anos na capital. Formada em Relações Internacionais, tem mestrado em Administração de Empresas em Lyon, na França. Orgulhosa da cidade onde vive, adora mostrá-la aos visitantes, sejam eles brasileiros ou não. Procura sempre descobrir lugares novos e diferentes, por isso sempre se mantém atualizada sobre o que acontece nestas bandas. Para isso, vai sempre às exposições que pipocam aqui e acolá e é sobre elas que pretende lançar seu olhar crítico que não se restringe só às obras, aos trabalhos expostos, mas também ao ambiente: como estão organizadas, se existem informações para os visitantes, enfim, se vale a pena o leitor investir o seu tempo para ir vê-las. Eventualmente, faz críticas de filmes, mas prefere deixá-las aos mais habilitados. Mas não deixa de acompanhar os lançamentos. Humildemente, pede ao leitor paciência para com o que ele lê aqui no espaço, pois a escritura e análise pedem apuro ao longo do tempo.

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