Exposição Corpo de Som: última programação do Panorama Festival 2018 no Rio de Janeiro

 

A maior parte da programação 2018 do tradicional Panorama Festival já terminou, porém até sábado, dia 24/11, ainda é possível conferir a exposição Corpo de Som  em cartaz no Centro Cultural Hélio Oiticica, no Centro do Rio de Janeiro e com entrada franca! A exposição é composta pelas obras Breathe (respire) de Helen Cole e Alex Bradley do Reino Unido e Do Ruído de Floriano Romano, Rio de Janeiro, o que permite o festival dar continuidade às reflexões sobre a tecnologia e o corpo.

Do Ruído de Floriano Romano é composto duas obras: Muro de Som e Espreguiçadeiras Sonoras. Muro de som é feita de madeira, sistema de som, alto-falantes, gravação da respiração como ventania; já Espreguiçadeiras Sonoras é feita de madeira, sistema de som, gravação do mar. Ambas obras são de 2016. O artista busca em suas obras mesclar objetos sonoros e instalações, desta maneira apresenta duas formas de sentir o ruído, trazendo uma imagem da memória do possível. O artista é o pioneiro em obras que mesclam objetos sonoros, instalações, ações urbanas e rádio em espaços urbanos.

Breath é uma instalação sonora sobre a respiração de bailarinos. Numa proposta que investiga a ideia de corpo ausente e vestígios tecnológicos do corpo. A dupla inglesa colaborou com artistas do Rio e Teresina numa residência de uma semana, além de conversas públicas em ambas as cidades. Helen Cole é artista visual e performer e desde os anos 2000 colabora em instalações coreográfico-corporais com o artista sonoro Alex Bradley. Juntos investigam a ideia de corpo ausente ou vestígios tecnológicos do corpo.

“A ideia é que ela seja uma instalação de vestígios sobre espaço, ecos e sombras, conjurando os corpos que já se foram”, ressalta Helen Cole, que divide a produção com Alex Bradley.

A etapa carioca para a recriação da obra Breathe no  Centro Coreográfico do Rio de Janeiro. A partir da respiração de doze performers , buscou-se uma dança de exaustão e resistência, a sonoridade das danças dos diferentes corpos foram utilizados na composição da instalação,

O estudante de Licenciatura em Dança da UFRJ Mario Netto, guia da exposição, participou da experiência com os artistas e divide com o ARTECULT um pouco do processo :

 

 

 

 

RAFAELI MATTOS

Serviço:

Exposição Corpo de Som

  • 3 à 24 nov | 12h ás 18h 
    Centro Municipal de Artes Helio Oiticica
  • R. Luís de Camões, 68 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
  • Entrada Franca

 

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Rafaeli Mattos
Mestre em Artes Visuais, com ênfase em dança – UFRJ (2013), Especialista em Estudos Contemporâneos em Dança –UFBA/FAV 2007 e Bacharel em Dança, Intérprete e Coreógrafa, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 2006/1. Possui formação em jazz, ballet, ballet moderno – Horton, dança contemporânea, sapateado e canto popular. Qualificada Profissional da Dança, artista-dançarina sapateadora e Instrutora de Dança, seguimento sapateado, pelo SPDRJ, atua como professora de sapateado, jazz e balé desde 2007 em diversos espaços de dança do Rio de Janeiro. Integrou a Cia de Dança Contemporânea Helenita Sá Hearp – 2004/1 a 2005/1, Cia Étnica de Dança e Teatro – 2007 a 2008, Projeto Ateliê Coreográfico do Centro Laban RJ – 2008 a 2009, Projeto de residência internacional da coreógrafa Erica Essner (Erica Essner Performance CoOp) no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro 2007 e do grupo A.C.Ho com a performance Q _ _ _ _ _ , realizada no eventro Transperformance em 2011. Como cantora atuou na Cia Nós da Dança no espetáculo Bossanossa – 2009. Foi coreógrafa residente no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro de julho de 2005 a julho de 2006, onde realizou seu primeiro trabalho autoral Chora Corpo Choro, composto pelos solos Rádio e Violão Mudo e pelo quarteto Choro na Feira. Seu segundo solo autoral Ah vai andas?! participou, em junho de 2012, em work in progress do evento Novíssimos da Ocupação Dança pra Cacilda. Em 2015 integrou o corpo de jurados dos festivais de dança Barra Dance e Barra Dance Kids. Sua oficina de Sapateado para Terceira Idade foi contemplada nos anos de 2014 e 2015 nos editais Viva a Cultura e Viva o Talento da secretaria de Cultura do RJ. Hoje atua como professora de balé e sapateado na ONG Projeto Dançarte.

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