Mal de Alzheimer: Descoberta de cientistas da UFRJ abre caminho promissor para a cura desta doença

Uma grande e promissora descoberta feita por cientistas da UFRJ contra o mal de Alzheimer: a Irisina, , hormônio produzido nos músculos durante exercício físico, teve efeito positivo contra a doença em camundongos cobaias.

Os camundongos com Alzheimer realizaram ginástica nadando uma hora por dia, cinco vezes por semana, e isto teve resultados positivos no teste de memória que desenvolveram.

A Irisina é produzida nos músculos, com o estímulo da atividade física, e cai na corrente sanguínea. Os cientistas já conheciam o efeito dela para reduzir as reservas de gordura. Este novo estudo mostra o poder da irisina quando ela chega no cérebro.

O estudo publicado nesta segunda-feira (7) na revista “Nature medicine” foi desenvolvido por 20 pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e cinco colaboradores estrangeiros.

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