Rock in Rio 2019: KURA, e a potência das suas tracks estremecem o Palco New Dance Order, no segundo dia de R.I.R.

Créditos foto: Ariel Martini, Rock in Rio

De volta ao solo brasileiro, Kura, um dos maiores produtores de Big Room, com uma ascensão incrível na carreira, fez um showzaço, com uma sonzeira da melhor qualidade, no segundo dia de Rock in Rio.

O DJ/Produtor, português, Kura, após o show conversou um “bocadinho” com o ArteCult. Nos falou como começou a ganhar espaço na cena eletrônica, e ser reconhecido mundialmente.

Créditos foto: Ariel Martini, Rock in Rio

 

 

“Foi um processo progressivo, não aconteceu logo tudo na mesma hora. Eu praticamente, comecei a fazer minha própria música, comecei a enviar para os DJs lá fora, como: Tiësto, Axweel, Nick Romero. Esses artistas todos, que eu admirava, e começaram a tocar as minhas músicas. E depois, as pessoas começaram a ter curiosidade de saber quem estava por trás das músicas. Pois então, foi um bocadinho por aí!”, diz Kura.

 

 

 

 

Perguntamos a ele: Como, ele, um dos maiores produtores de big room vê a classificação de gêneros dentro da música eletrônica.

“Olha! Eu acho que tamus numa altura em que já não há bem essa barreira. Mesmo eu, nos meus sets, eu toco um pouco de tudo. Toco House, Big Room, Trap, toco um bocadinho de tudo. Acho que a agora a cena tá mais, mais aberto, em termos de gêneros. ammm, então classificar fica um bocado difícil!

Acho que três anos atrás era muito compartimentado, mais Big room, que é uma sonoridade mais forte. Hoje em dia acho que tô mais aberto a tudo que eu gosto, e que eu sei, que vai despertar alguma coisa nas pessoas, eu toco”, diz Kura.

Créditos foto: Ariel Martini, Rock in Rio

 

Alegre por estar de volta ao Brasil, nos falou da sensação de estar no R.I.R ,e o que sentiu em relação ao público durante seu show:

 

“Eu curti muito! Senti as pessoas bem-dispostas, de braços abertos. Uma energia muito positiva, e o brasileiro é isso, positivo!  Sentir a energia das pessoas, e a alegria, é muito importante para mim”, diz Kura.

 

 

 

 

 

Perguntamos sobre os projetos, novos e futuros. E vem novidades por aí, aguardem!!

Ele nos contou que vai editar uma música, com KSHMR, que é um dos maiores produtores de eventos a nível internacional, e DJ do mundo.

“Ammm… Depois, tenho, uma, duas, colaborações com artistas angolanos. E tem a possibilidade, também, de um pouco de Funk. Ou seja, eu vim buscar um bocadinho de influência Funk, porque eu nunca tinha feito. Portanto, sair um bocado da zona de conforto!”.

“E, eu tenho material quase para lançar um álbum. Aliás, mais até! Só temos que alinhar as músicas, já estamos a trabalhar até! Sei lá, maio, junho já temos música alinhadas, até lá. E o resto vai ser, continuar a tur mundial, fazer muita Ásia. Espero voltar cá! Eu quero, muito, muito voltar cá!”, diz Kura.

E explica:

“Porque falamos a mesma língua, adoro tá aqui, adoro o clima, adoro a comida. Apesar que, tem que ter cuidado com o pão de queijo. Hahaha

Eu vinha muito cá, só depois, o que foi que aconteceu, foi que aqui a música eletrônica, o EDM quebrou um pouco. A moeda desceu! Então valorizaram os artistas nacionais, votos que eu acho extremo, ainda bem que aconteceu isso! Mas depois alguns artistas internacionais, deixaram de cá vir, acho que agora já tão voltando. Portanto espero retornar cá”, diz Kura.

Créditos foto: Ariel Martini, Rock in Rio

Para finalizar falamos sobre as possibilidades de collabs com artistas brasileiros. Ele citou: Alok, Cat Dealers, Kvsh, como artistas da cena eletrônica brasileira, que admira e faria parceria.

 “Há muitos artistas que eu tenho muito apreço, aqui no Brasil, e faria colaboração sim”, diz Kura.

E complementou, elogiando as grandes vozes que existem aqui em nosso país,

“ Se tu pegas uma voz, de uma pessoa que tem talento, você encaixa no que for preciso! Des que a pessoa sinta confortável com a sonoridade que nós criamos para ela. Eu produzo, produzo tudo, se fizer sentidos pra todos! ”, diz Kura em relação a possibilidade de collabs com artistas brasileiros de outros gêneros musicais.

Ah! Também nos contou, um “bocadinho”, do seu gosto pessoal pela música brasileira. Ele gosta de bossa nova, e revelou adorar escutar Caetano Veloso.

#VidaLongaKura

 

Gratidão Máxima! Kura, Mari Barcelos e Rock in Rio pela contribuição para a realização da matéria.

#Gratidão

DANIELA FRÓES

 

 

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Daniela Fróes
Musicalmente eclética, apaixonada pela diversidade dos estilos, das festas e festivais, amante de uma boa música, principalmente das batidas eletrônicas. #Música #MúsicaEletrônica - Nunca se precisou de drogas para senti-la, a essência da batida, a sonoridade toca a alma de um jeito que não da pra ficar parado! "Quem não sente a melodia acha maluco quem dança"!!!

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