DANNE: Musicalidade, carisma, criatividade e um novo super poder

Daniel de Souza Moreira, é o nome por trás do projeto DANNE, também chamado de mestre da cuíca, ele mescla vários estilos, e instrumentos brasileiros em suas produções, mas principalmente, mistura a música brasileira com as batidas eletrônicas do Brazilian Bass o que imprime no seu som uma identidade única, de muita autenticidade e recheada de criatividade musical.
O carismático Danne, dono de uma sonoridade brasileira ímpar onde o principal objetivo é manter viva a cultura da MPB para a nova geração, conversou com o ArteCult e nos contou um pouco mais sobre seu projeto e as novidades que estão por vir.
Confira na íntegra a entrevista, cheia de brasilidade:
Quais as influências e inspirações contribuíram para sua evolução musical?

“Quando se fala em evolução musical, as influências que eu penso são em Skrillex, Flume, Klaas, Felguk, essas foram minhas inspirações no começo da minha carreira”.

Me conta um pouco como surgiu a ideia do Projeto? E também a ideia de criar o seu próprio podcast “Aquele Abraço”?

“A ideia do projeto DANNE nasceu da minha vontade de levar felicidade e ajudar o maior número de pessoas possíveis e eu escolhi fazer isso através da música. Acredito que essa seja minha missão de vida.
A de criar o podcast veio da minha vontade de ter um canal em que novos produtores pudessem mostrar suas músicas, onde o cenário nacional fosse destaque. (Quando eu comecei a fazer os podcasts as pessoas não davam muito valor ao que era nacional, hoje as coisas mudaram)”.
Como você define seu estilo musical? E o que você leva em consideração na hora de produzir, criar seus hits?
“Sempre quando me perguntam eu falo que faço a mistura da música brasileira com a música eletrônica. Não gosto muito de colocar meu som em apenas uma “caixinha” e etiquetá-la com um nome. Eu sempre levo em consideração se o que eu estou produzindo me inspira, o próprio ato de produzir algo novo me inspirar, uma melodia, uma ideia, um sample no lugar certo na hora certa”.
Com várias tracks lançadas… Qual delas te deixou mais realizado com o resultado?
“Acredito que tenha sido a “16 toneladas”, não esperava nem 1/4 do sucesso que ela teve.

Danne. Foto: Fernando Torres.

Do começo da carreira, até hoje, o que mais marcou sua trajetória?

“No momento só consigo pensar nessa resposta para essa pergunta, o que me marcou é viver e entender que uma carreira é volátil, que existe os altos e baixos, nas felicidades e angústias. Diria que o que mais me marcou é a montanha russa que é uma vida artística”.
Como foi o processo de lançar uma nova produção da track “16 Toneladas” com uma pegada mais House e diferentes elementos?
“Sempre acho legal repaginar a sua própria visão sobre a arte. E essa faixa eu fiz com o meu amigo RIVAS e ele que veio com a ideia da pegada mais house e tal, ele já veio com a ideia praticamente pronta, eu só adicionei alguns detalhes e características minhas e pronto”.
Você acha que a tendência do Brazilian Bass é ter cada vez mais vocais brasileiros, e mescla de outros estilos com música eletrônica?
“Se você define o Brazilian Bass como a música eletrônica nacional? Sim, acredito que é comum e super natural cada vez termos mais vocais tanto brasileiros como de outras línguas e cada vez ser algo mais globalizado e misturado”.
Quais são as ideias, novidades… para 2020?
“Diria para você que estou vindo com um super poder novo. SPOILER ALERT hahahahaha E antes de pensar em 2020, tenho 2 lançamentos agora para o final do ano que acredito bastante. Que são a Pedrada um Prog Trance e o remix oficial para “A Namorada” do Carlinhos Brown”.
Acompanhe todas as novidades de DANNE nas redes sociais:

 

 

 

#VidaLongaDanne

DANIELA FRÓES

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Daniela Fróes
Musicalmente eclética, apaixonada pela diversidade das festas e festivais, amante de uma boa música, principalmente das batidas eletrônicas. #MúsicaEletrônica

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