Bourbon Street Fest: A grande festa da música de New Orleans está chegando a Niterói

 

Com 25 anos de história, o Bourbon Street Music Club traz para Niterói a primeira edição do Bourbon Street Fest Niterói, nos dias 30 e 31 de agosto (6af e sábado) e 1 de setembro (domingo), na Praça do Rádio Amador, em São Francisco. O evento, que tem apoio da New Orleans & Company (https://www.neworleans.com/) e entrada franca, promete agitar a cidade com shows nacionais e internacionais, como os artistas de New Orleans, berço do jazz mundial, a banda Bonerama Plays Zeppelin e o acordeonista Dwayne Dopsie & The Zydeco Hellraisers.

O palco montado à beira mar recebe bandas nacionais, como a Blues Etílicos e estrelas do cenário blues & jazz da cidade, como o músico Paulinho Guitarra e a cantora Taryn Szpilman. O final de semana promete muita música boa, acompanhada de praça de alimentação e cervejas artesanais. Ninguém pode ficar de fora. Vem para o Bourbon Street Fest Niterói!

A banda Bonerama Plays Zeppelin promete matar a saudade dos fãs da lendária banda Led Zeppelin com arranjos totalmente especiais para clássicos como Black Dog e In my time of dying, entre outras canções. O repertório faz parte do último trabalho do sexteto “Bonerama plays Led Zeppelin”.

O cantor e acordeonista Dwaine Dopsie, por sua vez, trará ao palco o zydeco, um estilo musical folk americano, criado no início do século XX, que mistura blues, rhythm and blues e música local dos povos crioulos e nativos da Louisiana. Uma das características do gênero é a presença constante do som do acordeão.

Entre as atrações nacionais destaque também para o consagrado Blues Etílicos, que fechará o festival às 21h30 do domingo. O quinteto, formado em na metade dos anos 80 pelo gaitista Flávio Guimarães, o baixista Cláudio Bedran e o guitarrista Otávio Rocha, lançou seu primeiro disco em 1987, dando início a uma sólida carreira que arrebatou fãs em todo o país e no exterior.

O Bourbon Street festival também contará com a apresentação de artistas como Paulinho Guitarra, Taryn Spilman, Soul Shine Band, Guilherme Shawb e o ex-Kid Abelha George Israel, Blood Mary e DJ Campana.

“É um grande prazer trazer a Niterói a vibração, a qualidade  e a diversidade da música de New Orleans…! Estamos muito felizes com esta primeira parceria com a Prefeitura.”, afirma Edgard Radesca, idealizador do Festival, que acontece simultâneo com a 16a edição na cidade de São Paulo (www.bourbonstreetfest.com.br). “São músicos extraordinários que têm sua formação na cidade que é o berço do Jazz, do Blues e da música negra americana…!”, completa.

Para o coordenador da Coordenadoria de Gestão de Eventos de Niterói, André Felipe Gagliano, o Bourbon Street Fest Niterói reforça a vocação musical da cidade, além de aumentar a visibilidade de artistas e do próprio município:

“A Prefeitura de Niterói tem se notabilizado pelo apoio aos artistas de todos os estilos e gêneros e por levar à população, sempre de forma gratuita, excelentes shows e apresentações, inclusive internacionais, reforçando um compromisso da administração em promover a cultura em suas mais diversas manifestações artísticas. O Bourbon Street Fest é mais uma delas e temos certeza que será, assim como os demais eventos, um grande sucesso. Nosso objetivo é incluir esse festival no calendário oficial da cidade.”

A entrada é franca e haverá ainda praça de alimentação com food trucks e venda de cervejas artesanais. O Bourbon Street Festival Niterói acontece nos dias 30, 31 de agosto e 1º de setembro. Na sexta-feira, a programação se inicia às 18h e no sábado e domingo os shows começam às 16h.

 

* PROGRAMAÇÃO *

Palco: Praça do Rádio Amador, São Francisco

30/08 Sexta-feira

  • 18h – DJ Campana
  • 19h – Blood Mary
  • 21h – Dwayne Dopsi and The Zydeco Hellraisers

31/08 Sábado

  • 16h – DJ Campana
  • 17h30 – Paulinho Guitarra
  • 19h30 – Taryn
  • 21h30 – Bonerama Plays Zeppelin

01/09 Domingo

  • 16h – DJ Campanha
  • 17h30 – Guilhermwe Schwab e Geroge Israel
  • 19h30 – Soulshine Jam Band
  • 21h30 – Blues Etílicos

 

Saiba mais sobre as atrações:

BLOOD MARY

 

Bloody Mary é clássico, é retrô, é plural e singular.

Bloody Mary tem energia, vibração, é contagiante.

Bloody Mary é a banda que faz você viajar, passear no passado de olho no futuro. Vem com a gente nessa festa, vem dançar, cantar, se joga nessa diversão.

Criada em 2012, em Niterói, RJ, Bloody Mary é uma das principais bandas do cenário rock’n’roll retrô brasileiro, transitando com muita naturalidade em todos os estilos musicais, sem perder a essência e a raiz. Todos os sons do mundo cabem na pegada da banda, afirma Mariana Oliveira, a própria Bloody Mary, que com sua voz poderosa e vibrante, transborda emoção e alegria, colorindo o palco com seu sorriso e seu estilo. Então não se surpreenda, se escutar, na mesma noite, rock, blues, pop, seja em português ou inglês, tudo devidamente temperado com as misturas secretas da banda.

Elvis, Beatles e Ray Charles estão no repertório, ao lado de Lulu Santos, Legião, Roupa Nova, Bruno Mars, Daft Punk, Lady Gaga, Kate Perry, Pharrel Williams e muito mais, sempre na pegada singular dessa turma. E a brincadeira não para por aí: Bloody Mary também reconstrói músicas de Tiago Iork, Naiara Azevedo, Mayara e Maraisa, sons sertanejos e batidas funk, tudo sempre de uma forma exclusiva, que não deixa ninguém parado na pista de dança.

Cuidando dessa química, dessa mistura sonora, se destaca o baixo acústico de Marcus Ramalho. Tratando o instrumento com intimidade, Marcus brinca e dança com o baixo, fazendo o groove que pulsa no palco e contagia a plateia. Essa trupe se completa com Bruno Sant’Anna na guitarra, Lincoln Castro no sax e voz, Eduardo Manu na bateria e Nathan Ferreira no violino e voz.

Retrô é uma mudança fundamental na maneira como nos relacionamos com o passado. Bloody Mary é uma banda fundamental nessa jornada, é o passaporte para os aficionados pela cultura vintage. Nessa viagem, crianças ficam apaixonadas pelo estilo pinup da Mariana, e descobrem Beatles e Rolling Stones. Pessoas de todas as idades, mas sempre jovens na essência, se emocionam, cantam juntas e se divertem.

 

BLUES ETÍLICOS

Blues Etílicos foi criado no Rio de Janeiro em 1985 pelo gaitista Flávio Guimarães, o baixista Cláudio Bedran e o guitarrista Otávio Rocha e, alguns meses depois de sua estreia, incorporou o cantor e guitarrista Greg Wilson e o baterista Gil Eduardo.  Em 1987, lançou seu primeiro LP, o independente Blues Etílicos. Em 89, são contratados pela Gravadora Eldorado, lançando Água Mineral em 89, San Ho Zay em 1990 e IV em 91. San Ho Zay atinge a marca de 35.000 cópias vendidas , sendo o álbum mais vendido de uma banda de blues brasileira em todos os tempos.

Em 1989, a banda teve ampla projeção através do primeiro Festival Internacional de Blues, na cidade de Ribeirão Preto, abrindo o festival na mesma noite que Buddy Guy. O festival foi um divisor de águas para o gênero no Brasil e várias bandas nacionais surgiram, influenciadas pelo som do Blues Etílicos. Durante esse período , a Blues Etílicos teve vários programas especiais na TV Cultura, Rede Manchete e MTV, além de ter suas músicas amplamente executadas nas FMs por todo país.

O Blues Etílicos foi a primeira e a principal banda nacional a criar um público fiel nesse segmento e graças a isso, participou de todos os festivais ligados a esse gênero musical, dividindo o palco com os principais nomes do blues internacional a visitar o país: B. B. King, Robert Cray e Buddy Guy entre outros.

Entre 1995 e 1996, a banda realizou cerca de 20 apresentações com o cantor Ed Motta, batendo sucessivos recordes de público no Circo Voador, no Rio de Janeiro, além de teatros e casas noturnas por todo país. Em Florianópolis, se apresentaram juntos para uma plateia de 30.000 pessoas no aniversário da cidade.

Em 1996 o baterista Pedro Strasser entra na banda e são lançados os álbuns Dente de Ouro em 1996, Águas Barrentas – Ao Vivo em 2001, Cor do Universo em 2003, Viva Muddy Waters em 2007, o DVD Ao Vivo no Bolshoi Pub em 2011, o CD Puro Malte em 2013 e o CD Blues Etílicos 30 Anos Ao Vivo em 2015. Em 2017, a banda acompanha o violeiro Noel Andrade no álbum Canoeiros, lançado digitalmente.

A partir de dezembro de 2017, Beto Werther assume as baquetas do grupo.

www.bluesetilicos.com.br

 

BONERAMA PLAYS ZEPPELIN

foto Braden Piper

“Bonerama é vista por alguns como uma das bandas mais genuínas, originais e interessantes da Crescent City, incorporando brass, funk, soul, rock, blues em seu estilo único. Três trombones, além de sousafone, guitarra e bateria, todos oferecem sons poderosos que você deve ouvir para acreditar.” – Relix Magazine

Included in New Orleans Jazz Fest 2018: The 7 Best Things We Saw” – Rolling Stone

Qualquer um que tenha estado um show ao vivo do Bonerama não estranha algumas versões funkeadas, cheias de metais para alguns clássicos do rock. Os fãs desses momentos são uma surpresa, porque a banda está presenteando o mundo com um álbum que não é nada além de covers  do Led Zeppelin.

Bonerama Plays Zeppelin é exatamente o que você pensa que é, uma coleção de suas músicas favoritas da maior banda de rock de todos os tempos, coberta pela maior banda de trombone de todos os tempos.

Se você tem alguma dúvida de que uma banda centrada no Trombone pode realmente fazer rock, escolha uma música aleatória deste lançamento e seja desafiado. Quer sejam os vocais em “Black Dog”, o trombone wah-wah distorcido substituindo o violão tradicional em “In My Time of Dying”, ou mesmo um surreal solo sousaphone relâmpago na versão funkeada de “Heartbreaker ”, Bonerama prova que eles podem balançar com os melhores deles.

Conhecido em todo o mundo por suas performances ao vivo incendiárias, o Bonerama vem trazendo sua marca especializada de música de New Orleans para as massas há mais de 20 anos.

Bonerama é atualmente composta por Mark Mullins (trombone, trombone elétrico e vocal), Craig Klein (trombone e vocais), Greg Hicks (trombone e vocal), Bert Cotton (guitarra), Matt Perrine (sousaphone e baixo elétrico) e Walt Lundy (bateria e vocal). O álbum foi lançado pelo selo de Nova Orleans, Basin Street Records, e produzido por Mark Mullins, Craig Klein e Tracey Freeman, gravado no Music Shed Recording Studios em Nova Orleans, e apresenta excelentes obras de arte originais recriando a simbologia clássica do Zeppelin por Molly Reeves.

O novo álbum “Bonerama Plays Zeppelin” (2019) foi o mais vendido durante o Festival de Jazz & Heritage de New Orleans deste ano e atualmente está em mais de 100 estações de rádio em todo o mundo.

https://www.youtube.com/watch?v=HPAKr8ZLUgg

https://www.youtube.com/results?search_query=BONERAMA+PLAYS+ZEPPELIN+

 

DWAYNE DOPSIE & THE ZYDECO HELLRAISERS

Dwayne Dopsie & The Zydeco Hellraisers, o acordeonista de New Orleans volta ao Brasil para mostrar seu zydeco moderno e incendiário.

“Revelação musical” para a OffBeat, “O acordeão mais quente da América” para a Associação Americana dos Acordeonistas torna o cantor e acordeonista Dwayne Dopsie, o mais brilhante astro da nova geração, é o representante do Zydeconesse Fest, estilo fundamental para se compor o painel musical de New Orleans, que promete ganhar ainda mais fãs por aqui.

O zydeco é um estilo musical super dançante, criado por volta dos anos 50 pelos créoles–descendentes dos colonizadores franceses da Louisiana, no sul dos Estados Unidos. Ele funde várias influências, como a música francesa, o blues e a música cajun–espécie de country music da Louisiana. O acordeão desempenha um papel central nos grupos de zydeco, que também incluem guitarra, baixo, bateria e a tradicional “frotoir”–avental de metal, semelhante ao wash board (tábua de lavar roupa) usado como percussão.

Nascido em 1979, Dwayne seguiu os passos do pai, o famoso Rockin’ Dopsie, conhecido como “Rei do Zydeco”. Graças as suas vigorosas performances, tem colecionado vários prêmios.

Em 2018, foi indicado ao Grammy Awards como Best Regional Roots Music Album, com o CD “Top of the Mountain”, e foi eleito o melhor artista de Zydeco, pela revista Offbeat, pela sétima vez consecutiva. Dwayne Dopsie and the Zydeco Hellraisers está no ranking nº 29 no LouisianaTravel.com , como “TOP 100 REASONS TO VISIT LOUISIANA.

Ficha Técnica: Dwayne Dopsie: voz e acordeom, Brandon David-guitarra, Dondrell Fleming- bateria, Christopher Lafluer – washboard, Damond Sonnier -saxofone,e Dion Pierre – baixo.

https://www.youtube.com/watch?v=1MkDaU7E5Xs

https://www.youtube.com/watch?v=QpfzLJ3Imdk

 

GUILHERME SCHWAB E GEROGE ISRAEL

Guilherme Schwab ia começar a se dedicar ao lançamento de seu primeiro álbum, cinco anos atrás, quando foi atropelado por uma série de acontecimentos que mudariam sua vida e os rumos de sua carreira. Para melhor. “Pangea” foi lançado e apresentou o talento desse artista niteroiense como cantor, compositor e multi- instrumentista. No entanto, o trabalho foi pouco divulgado, pois ele precisou agarrar oportunidades que foram surgindo e engordando o seu currículo.

Em 2014, Guilherme Schwab estreou no programa Superstar, da TV Globo, como integrante do Suricato. Em 2015, com a banda, tocou no Rock in Rio, explodiu a canção “Trem” nas rádios, levou um Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock Brasileiro com “Sol-te” e emplacou canções em novelas. A partir daí, como instrumentista, acompanhou em palcos, estúdios, programas de TV e trilhas sonoras alguns dos maiores nomes da cena musical brasileira e internacional: Pepeu Gomes, Baby Do Brasil, Erasmo Carlos, Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Armandinho Macedo, Toni Garrido, Dinho Ouro Preto, Paulo Miklos, Paulo Ricardo, Roupa Nova, George Israel, Kiko Zambianchi, Tiago Iorc, Chitãozinho e Xororó, Luan Santana, Paula Fernandes, Preta Gil, Moska, Carlinhos Brown, Detonautas, Rita Benneditto e Raul Midón, entre outros.

Toda essa experiência e mais a sua história com o didgeridoo – instrumento musical oriundo dos aborígenes australianos do qual virou um dos poucos especialistas no Brasil e que foi um divisor de águas em sua música – preparou o terreno para que o cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista pudesse voltar a se dedicar às próprias composições. E, com tempo, com a tranquilidade e o esmero que os treinos no didgeridoo lhe ensinaram, ele registrou cinco canções, que lançará ao longo deste segundo semestre de 2019, fechando o EP Tempo dos Sonhos . Com arranjos solares e refrões marcantes, o álbum reitera o talento de Guilherme Schwab como autor e intérprete e mostra sua capacidade de traduzir instrumentos inusitados para o universo pop. Dono de um estilo inconfundível, ele se apresenta com instrumentos de várias partes do mundo, como o weissenborn (violão havaiano) e o hang drum (percussão original da Suíça).

 

PAULINHO GUITARRA

Além de guitarrista, o compositor e produtor musical Paulinho Guitarra ajudou a escrever a história da moderna música brasileira e prestigiou (e prestigia) artistas, intérpretes e compositores da MPB, com quem grava e toca: Marcos Valle, Ed Motta, João Donato, Bebel Gilberto, Tim Maia, Sidney Magal, Cassiano, Hyldon, Marina Lima, Cláudio Zoli, Cazuza, Gerson King Combo, Cassiano, Sandra de Sá, Paula Lima, Carlos Dafé, Banda Black Rio, Serginho Trombone, Leo Gandelman, Celso Blues Boy e outros.

Começou a tocar profissionalmente aos doze anos, quando em 1967, criou a banda “Os Adolescentes”, considerada “um dos melhores conjuntos de baile do Estado do Rio de Janeiro”, conquistando vários prêmios e festivais.

Seu nome logo ecoou e, em 1970, Paulino foi convidado para a banda do então rei da soul music, Gerson King Combo, e logo depois se tornou músico da banda do grande Tim Maia, com quem gravou vários discos, incluindo os cultuados álbuns da série “Tim Maia Racional” ( vol. l, ll e lll ).

Além de músico, é coautor em várias músicas gravadas pelo cantor, inclusive “O Caminho do Bem”, incluída na trilha sonora do premiado filme “Cidade de Deus”. Ainda nessa época trabalhou com os cantores Cassiano e CarlosDafé.

Vivenciou ativamente esse período da invasão funk e soul na música brasileira, razão do “título” conferido pela revista Guitar Player (agosto de 1999): “criador da guitarra funk brasileira”.

Em 1991 gravou o primeiro disco solo “Paulinho Guitarra”, de composições próprias e com influências latinas e negroides, cujas raízes se fundamentam em Jimi Hendrix, Eric Clapton, Pat Martino, Wes Montgomery, Miles Davis e John Coltrane.

Agora, em 2019 lança nas plataformas digitais o novo disco autoral, “Baile na Suméria”, com um super baile para resgatar o nosso passado divino e Anunnaki direto da civilização mais antiga do mundo, a civilização que nos ensinou tudo, da roda, a metalurgia.

 

SOULSHINE JAM BAND

The Soulshine Jam Band foi fundada em 2009 por André Santanna, John Gregory Wilson e Ricardo Romão com o objetivo de criar uma autêntica “Jam session Band”, porém “acústica”, algo novo, que chegasse de forma requintada ao público. A banda tem em seus fundamentos tocar livremente, se expressar de forma diferente a cada show em solos, improvisos, composições próprias e arranjos homenageando grandes músicos deste segmento. Bandas como Allman Brothers Band, Greatfull Dead, Doobie Brothers, The Band, Santana, The Doors, entre várias outras fazem parte da identidade da banda e repertório.

The Soulshine Jam Band cria versões diferentes das originais, em outro tom, outro andamento, outra divisão de tempo, tudo com muito respeito, bom gosto, criatividade, personalidade e originalidade. A banda é uma mistura de culturas: “Sir Greg Wilson”, americano, “Blues Etílicos Man”, nascido no sul dos Estados Unidos e os demais integrantes da banda com origem portuguesa e brasileira. O som original da Soulshine Jam Band emociona o público com sua maneira brasileira de sentir o blues americano.

The Soulshine Jam Band é composta por amigos de longa data, uma família, um culto a verdadeira amizade e a sinceridade musical e pessoal. Um show autêntico com músicos que gostam do que fazem, onde tudo sempre é motivo de alegria e brinde. O nome da banda é inspirado na música de Warren Haynes “SOULSHINE”, um estado de espírito, uma força interior verdadeira capaz de ser “…mais forte que o brilho do sol, a luz da lua e a chuva! ”

 

TARYN

Cantora e Atriz, Taryn traz em seus espetáculos uma performance vocal vigorosa influenciada pelas grandes cantoras do Jazz&Blues aliada a estética das atrizes do cinema clássico de Hollywood das décadas de 40 e 50. Alcançou destaque como a maior intérprete feminina de Jazz&Blues no Brasil, escalada nos grandes festivais do gênero anualmente, sempre acompanhada por renomados instrumentistas.

Taryn é a quinta geração de uma família de grandes músicos e maestros , como seu tio avô Wladislaw Szpilman que teve a vida retratada no filme de Roman Polanski vencedor do Oscar , O Pianista, seu avô Waldemar Szpilman , parceiro do renomadíssimo compositor Heitor Villa Lobos , e seu pai Marcos Szpilman , maestro-fundador da Rio Jazz Orchestra, big band pioneira do Jazz no Brasil, onde Taryn nasceu e cresceu, se aprofundando como artista na sua tradição familiar do Jazz&Blues.

É citada por Roberto Menescal, como a cantora de maior emissão vocal do Brasil, por Jô Soares como a melhor interpretação de Billie Holiday que ele já viu, além de colecionar inúmeros elogios da crítica especializada sobre seus shows e discos

Taryn gravou 4 cds solo, destacando-se o seu mais recente Nouveau Vintage Café, onde conseguiu uma alquimia especial, e tem entre seus convidados desde jazzistas americanos a exímios sambistas brasileiros, flertando com tendências contemporâneas como o trip hop, e electro swing além de celebrar canções do blues de raiz.

Tem em suas experiências internacionais, a gravação de um disco em 2003, produzido a convite do guitarrista da mitológica banda The Police, Andy Summers , realizado em seu estúdio em Los Angeles, Califórnia.

Gravou ao longo dos anos 2000, produzida por Roberto Menescal, as coletâneas ‘Bossa Lounge” com clássicos da música internacional, em versão Neo Bossa , atingindo excelente vendagem e execução no mercado mundial e plataformas digitais, destacando o sucesso da sua versão de “I say a little prayer for you” homenageando Aretha Franklin. Com mais de sete milhões de downloads no Spotify.

Já atuou em diversas novelas, séries , programas e musicais da Rede Globo.Entre as suas performances mais recentes, Taryn foi convidada pelo diretor Jayme Monjardim para atuar na novela das 6 da Rede Globo de 2017, “Tempo de amar”.

O Clássico do Jazz “Thou Swell” interpretado por Taryn foi o tema da personagem de Regina Duarte e seu Cabaret.

Em 2018 interpretou a canção ” Mais que o tempo” na novela de época “Orgulho e Paixão” na Rede Globo, tema da personagem Jane.

Em 2019/ 2020 estréia o espetáculo musical teatralizado ” Marilyn-Luz & Sombras” contando e cantando a história do ícone Marilyn Monroe de forma pioneira no Brasil.

 

SERVIÇO

BOURBON STREET FEST NITERÓI:

 

 

 

 

 

 

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Author

Bernardo José
Sou Disc Jockey, colecionador fonográfico e pesquisador musical. Adoro pesquisar clássicos e novidades da música e compartilhar o extrato pela rede com outros aficionados. Sou um dos criadores do grupo "Musicalmente Acima" (https://www.facebook.com/groups/415914541899974 ) no Facebook.

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