A FELICIDADE: Bossa Nova, Tom Jobim e Vinicius de Moraes homenageados no novo trabalho de BRANKA

A cantora gravou versão de um clássico de Tom Jobim e Vinicius de Moraes em ritmo de samba de quadra

Quarentena para a cantora e compositora Branka é sinônimo de produtividade. Ela vem compondo, gravando, fez clipe e lives, e está sempre lançando um novo single. O primeiro do ano será lançado nas plataformas digitais, no Dia da Bossa Nova, 25 de janeiro, quando se completam 94 anos de nascimento do maestro Antonio Carlos Jobim. A data foi escolhida justamente para homenagear Tom, com um clássico da parceria dele com Vinicius de Moraes: “A felicidade”.

“Resolvi gravar ‘A felicidade’ numa batida de samba de quadra, aproximando a bossa nova da Sapucaí. Com o adiamento do carnaval, fazer essa releitura foi uma forma de reverenciar a nossa maior festa, uma festa que gera empregos e leva nossa cultura para o mundo”, explica Branka, idealizadora do trabalho.

CONFIRA:

Com produção musical e arranjo de Carlinhos 7 Cordas, a gravação foi feita no Studio 3, no Grajaú, Zona Norte do Rio de Janeiro, com toda segurança, cuidado e músicos separados nos “aquários”.

Beto Feitosa

No time dos músicos, além de Carlinhos nos violões 6 e 7 cordas, só feras: Fernando Merlino no piano; Márcio Hulk no cavaco; Dirceu Leite nos sopros; Camilo Mariano na bateria; Leo Guimarães no baixo; Jaguara, Esguleba e Pirulito na percussão. E no coro: Jussara Silva, Analimar e Ronaldo Barcellos.

 

E no mesmo Dia da Bossa Nova (25 de janeiro), a cantora Branka bate-papo sobre o lançamento com o jornalista Beto Feitosa, do site Ziriguidum, às 17h, no instagram do Teatro Rival Refit (@teatro.rival.refit).

 

 

 

 

Branka. Foto: Marcio Freitas

Um pouco mais sobre a carreira de Branka

Branka começou na carreira como Karyme Hass, e, quando foi de Curitiba, sua cidade natal, para o Rio de Janeiro, caiu nas rodas de samba, onde era chamada de “branquinha”. Foi assim que virou Branka, cantora e compositora.

A artista aproveitou bem a pandemia: fez live em homenagem a Clara Nunes; lançou singles de sucessos da cantora – “Menino Deus” (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro) e “Feira de Mangaio” (Sivuca / Glória Gadelha) –; compôs e gravou músicas próprias, como “Palavras sinceras”, falando de empoderamento feminino e relacionamentos abusivos, e que também ganhou clipe; e fez lives par matar a saudade dos palcos e do público.

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