O Protetor 2: Denzel Washington retorna a um de seus papéis mais famosos

Se você tem um problema e não tem a quem recorrer, Robert McCall o ajudará – ele é O Protetor. McCall tem ajudado os derrotados, explorados e oprimidos servindo uma justiça inflexível. Mas quando o perigoso passado de McCall se aproxima especialmente de casa, ele precisará de todas as suas habilidades para o acerto de contas.

Desta vez, ele precisa ficar cara a cara com assassinos altamente treinados que não se deixarão deter até destruí-lo. Denzel Washington retorna a um de seus papéis mais famosos na primeira sequência de sua carreira.

Sinopse

Massachusetts, Estados Unidos. Robert McCall (Denzel Washington) agora trabalha como motorista, ajudando pessoas que enfrentam dificuldades decorrentes de injustiças. Quando sua amiga Susan Plummer (Melissa Leo) é morta durante a investigação de um assassinato na Bélgica, ele decide sair do anonimato e encontrar seu antigo parceiro, Dave (Pedro Pascal), no intuito de encontrar pistas sobre o autor do crime.

Review

Denzel volta a encarnar o bom samaritano nas telonas, nesta sequência ‘O Protetor 2’.
Logo de cara, já entendemos o estilo de filme que será mostrado, muito luta bem ensaiada, grandes cenas de ação que passam agonia e te fazem levantar da cadeira, porém com uma narrativa que peca pela vagarosidade.

Dirigido por Antoine Fuqua, mesmo diretor do primeiro filme, a fórmula não muda. McCall, o personagem central do filme, continua querendo ajudar os menos favorecidos e cheio dos seus enigmas e mistérios. Os personagens ao seu redor apenas compõem a história, já que poderiam ser substituídos por qualquer outro de um perfil parecido. Ashton Sanders que interpreta Miles, praticamente o projeto de salvação de McCall, faz um bom trabalho em cena como o moleque da periferia que não teve oportunidade, mas tem talento. Melissa Leo, mesmo nos seus menores papéis, sempre faz uma ótima atuação e se faz lembrada.

Denzel é dono de duas estatuetas do Óscar e não o vemos sempre nas telonas, confesso que particularmente prefiro que essas aparições estejam dentro de filmes com contexto e com um bom enredo, não somente em mais um filme de ação. Isso não significa que o filme é ruim, apenas óbvio. A atuação se desenvolve com um real crescimento do personagem, seguindo realmente a linha de vida do mesmo.

Cheia de ângulos abertos, a fotografia acompanha todo o clima de ação e mistério do longa, o que acaba auxiliando toda a narrativa de uma maneira bem comum.

Algumas cenas até saem do campo comum, como logo no início do filme, um ângulo usado de fora do veículo não muito comum, além de cenas em câmera lenta que são mais comuns, porém muitíssimo bem feitas.

O mesmo discurso de que ‘não tinha como ser diferente’, ‘A culpa não é minha e sim do sistema’, é utilizado durante grande parte da narrativa e a ideia que já foi trazida em O Protetor 1 – que bandido bom é bandido morto – fica ainda mais enfática.

O Protetor 2 cumpre o seu papel como um filme de ação e heroísmo social, bem produzido e bem dirigido, com uma ótima trilha musical e bons efeitos sonoros, porém acaba caindo no óbvio e deixando um pouco a desejar.

CONFIRA O TRAILER

 

 

 

 

SOBRE O FILME

Columbia Pictures apresenta uma produção Escape Artists / Zhiv / Mace Neufeld, O Protetor 2 (The Equalizer 2). Estrelando Denzel Washington, Pedro Pascal, Ashton Sanders, com Bill Pullman e Melissa Leo. Dirigido por Antoine Fuqua. Produzido por Todd Black, Jason Blumenthal, Denzel Washington, Antoine Fuqua, Alex Siskin, Steve Tisch, Mace Neufeld, Tony Eldridge e Michael Sloan. Roteiro de Richard Wenk. Baseado na série televisiva criada por Michael Sloan e Richard Lindheim. Os produtores executivos são Molly Allen e David Bloomfield. O diretor de fotografia é Oliver Wood. A desenhista de produção é Naomi Shohan. O montador é Conrad Buff, ACE. A figurinista é Jenny Gering. A trilha é de Harry Gregson-Williams. O supervisor musical é Jabari Ali.

O Protetor 2 (The Equalizer 2) recebeu classificação R da Motion Picture Association of America por violência e brutalidade generalizada, linguagem e algum conteúdo relacionado a drogas.

O filme será lançado nos cinemas internacionais a partir de 19 de julho de 2018 com lançamento no Brasil previsto em 16 de agosto.

“Acho que as pessoas apreciam a ideia, o mito, de que um cara como Robert McCall existe. McCall é uma espécie de anjo das trevas – o anjo que todos desejamos que desça à Terra para servir justiça àqueles que a merecem”, afirma Antoine Fuqua, que volta a trabalhar com Denzel Washington pela quarta vez em O Protetor 2 (The Equalizer 2), seguindo suas colaborações bem-sucedidas em Dia de Treinamento (Training Day), Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven) e no primeiro filme O Protetor (Equalizer). “Ele encontrou seu propósito, tornando-se um paladino da justiça. Até agora, tem feito isso por estranhos. Mas quando alguém próximo a McCall é morto, ele busca vingança por alguém que lhe é próximo – e por si mesmo”.

Para Washington, o apelo de McCall é simples: “Ele se esconde em plena luz do dia à vista de todos, é um homem comum”, diz o ator vencedor do Oscar®. Desta vez, ele tem outra ocupação; em vez de vender produtos para casa e construção, ele é motorista do aplicativo Lyft – mas o anjo vingador que lutou por justiça para estranhos se vê lutando uma batalha mais pessoal do que nunca. “Quando vemos o McCall pela primeira vez, ele está tentando ajudar outras pessoas que não podem ajudar a si próprias, mas isso se torna algo pessoal”.

Uma coisa notável com relação a O Protetor 2 (The Equalizer 2) é o 2: é a primeira sequência da carreira de Denzel Washington. “Estou nesse ramo há 40 anos e nunca fiz nada uma segunda vez”, diz ele. “O que me empolga é fazer algo novo. Com relação a este roteiro, o novo território era o relacionamento com a Susan, a personagem da Melissa Leo, e o relacionamento com o jovem, Miles, interpretado por Ashton Sanders. Este filme é mais uma jornada pessoal para McCall, porque é sobre o que acontece com as pessoas que ele acolheu em sua vida. Ele era um homem que não permitia ninguém em sua vida, e agora, quando se abre para algumas pessoas, isso não é bom”.

Para Fuqua e os produtores do filme, dar a McCall esse viés pessoal em suas batalhas se tornou a força motriz. “Com o primeiro filme, não me surpreendeu que os espectadores aparecessem para ver o Denzel – mas fiquei surpreso com a forma como eles responderam à ideia de justiça mais do que qualquer outra coisa no filme”, diz Fuqua. “Acho que as pessoas estão se sentindo excluídas e sem controle sobre as suas vidas, e todos nós desejamos ter um McCall que possa aparecer e nos colocar no caminho certo – não necessariamente resolver todos os nossos problemas, mas nos dar uma oportunidade de tomar o rumo correto”.

“O Protetor (The Equalizer) foi uma história de origem”, afirma o produtor Jason Blumenthal. “Robert McCall conseguiu desaparecer do sistema e estava disposto a viver dessa maneira até que não pôde mais fechar os olhos para as injustiças ao seu redor”.

“Mas sabemos que o passado não fica no passado”, afirma o produtor Todd Black, retomando o pensamento. “Se o primeiro filme foi sobre um homem encontrando o propósito que guiará o resto de sua vida, este filme é sobre aquele homem aplicando esse propósito, buscando vingança e se reconciliando com seu passado. Quando começamos a falar sobre O Protetor 2 (The Equalizer 2), tivemos a ideia de explorar quem era Robert McCall – o seu passado. Felizmente, nosso roteirista, Richard Wenk, inventou uma trama muito boa e orgânica para esse próximo capítulo”.

“Estranhamente, uma das coisas que o público amou no primeiro filme foi que havia muito mistério, então, eu sempre planejei algo mais pessoal para o McCall quando rodássemos o segundo filme”, diz Wenk.

Em O Protetor 2 (The Equalizer 2), muitos dos segredos de McCall são revelados – seu treinamento, suas habilidades, sua esposa, seu relacionamento com Susan Plummer. “McCall ainda está lutando com seu passado, seu caminho, a morte da esposa e com o que ele costumava ser”, conta Fuqua. “Ele se encontra em um caminho que o leva de volta para casa e, como diz o ditado, o caminho para casa, às vezes, é o mais difícil. E, às vezes, você tem, literalmente, que enfrentar uma tempestade para encontrar a paz”.

DENZEL WASHINGTON & O DIRETOR ANTOINE FUQUA

“Com Denzel Washington, não existe um talento único específico – ele é um ator completo “, diz Antoine Fuqua. O Protetor 2 (The Equalizer 2) é a quarta vez que Denzel Washington e Fuqua trabalham juntos. Suas outras colaborações – em Dia de Treinamento (Training Day), O Protetor (The Equalizer) e Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven) – foram aclamadas pela crítica e sucessos de bilheteria, e Washington ganhou o Oscar® de Melhor Ator com Dia de Treinamento. “Sempre fico fascinado quando observo Denzel trabalhando. Ele está constantemente se superando, está sempre procurando se aprimorar. Você pensaria que alguém como ele relaxaria um pouco – ele é o Denzel Washington! Mas ele não se comporta assim. Denzel é o primeiro a dizer: ‘Eu não sou um astro de cinema; sou ator’. Ele me desafia; ele é inspirador”.

Fuqua – que também nunca tinha feito uma sequência antes de voltar a trabalhar com Washington em O Protetor 2 (The Equalizer 2) – acredita que era o momento certo para uma continuação por alguns motivos. “Creio que o Denzel gosta dos roteiros do Richard e gosta do mistério de Robert McCall”, diz o diretor. “Nós nos divertimos muito com Robert McCall da primeira vez. Ele é excêntrico, e acho que o Denzel está sempre procurando algo diferente de si mesmo nesse sentido”.

“Mas Robert McCall também é muito parecido com o Denzel como pessoa”, continua Fuqua. “O Denzel não quer que eu fale sobre isso, porque ele não quer levar crédito por isso, mas ele faz muito pelas pessoas. Ele me ensinou algo que aprendeu com Nelson Mandela: um pastor lidera por trás – não à frente. Ele pega essa ideia e ajuda as pessoas em seu caminho. Acho que foi importante para ele expressar isso através do Robert McCall”.

Uma maneira através da qual isso é expresso é na escolha do material de leitura do McCall – o personagem lê Entre o Mundo e Eu, de Ta-nehisi Coates, e sugere que Miles (interpretado por Ashton Sanders), um jovem que mora em seu prédio, faça o mesmo. Foi uma escolha inspirada na vida real, de acordo com o roteirista Richard Wenk. “Enquanto estávamos trabalhando no roteiro, Denzel me deu uma cópia do livro”, conta Wenk. “Ele me comoveu e me inspirou. Decidimos substituir o livro original que eu tinha em mente para o Robert McCall por esse. Na verdade, pareceu essencial fazer isso. Ter esse trabalho seminal usado como um símbolo indelével da transmissão de uma orientação sobre a vida adulta dos negros nos Estados Unidos foi uma honra e realmente infundiu no personagem de Denzel uma consciência social que se destaca de forma brilhante entre o personagem dele e o de Ashton. Tanto na tela quanto fora dela, Denzel e Ashton têm uma relação fantástica ao nível de uma mentoria. O livro foi concebido para ser passado de uma geração à seguinte. E as palavras do sr. Coates acabaram influenciando o relacionamento desses personagens de um modo bem mais profundo. Ele se casava perfeitamente com a narrativa subjacente do nosso filme”.

Afirma Wenk, que escreveu para Washington e Fuqua tanto O Protetor (The Equalizer) quanto Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven): “Acho que com talentos tão excepcionais quanto os desses dois, você se esforça um pouco mais para ser mais criativo, mais visual e mais inteligente. Você quer dar ao Antoine, cujo estilo visual é inigualável, uma tela de trabalho diferente de qualquer outra para que ele possa aprimorá-la. E com o Denzel, que é um dos grandes atores da nossa geração, você leva isso em conta quando está escrevendo cenas com diálogos e perspectivas”.

O produtor Todd Black, colaborador de Denzel Washington desde a estreia de Washington na direção com Voltando a Viver (Antwone Fisher), comenta: “Antoine e Denzel realmente têm uma grande confiança e respeito mútuo. Acho que essa confiança que têm um no outro é a base para um ótimo relacionamento: Denzel pode se concentrar no seu desempenho, sabendo que o Antoine tem toda a ação planejada; e o Antoine sabe que pode contar com o Denzel para entregar três takes diferentes, cada um incrível à sua maneira, o que lhe dará opções na sala de montagem”.

“O Antoine e eu tivemos muito sucesso juntos”, afirma Washington – observando que o sucesso não é apenas comercial, mas crucial também. “Ele realmente sabe fazer esse tipo de filme”.

“O estilo de ação do Antoine é muito único e específico, e quando você pode mesclar isso com uma ótima história, é mágico!”, prossegue Black. “É quase como um acordeão. O Antoine sabe quando fechá-lo e sabe quando abri-lo; ele sabe quando deve aumentar ou abaixar o volume”.

Trabalhando com o coordenador de dublês Jeff Dashnaw, Fuqua, construiu cenas de ação em torno das habilidades e talentos únicos de Washington. “Robert McCall é muito rápido, então, temos que filmar fazendo muitos cortes – se ele fizer tudo de uma vez, nunca veremos o que ele fez”, diz Dashnaw. “O Denzel é realmente muito veloz com as mãos e aprende a coreografia de ação muito rapidamente. Ele lutou boxe durante boa parte da sua vida adulta, então, adicionamos um pouco disso para ele e meio que lhe demos várias disciplinas diferentes. Além disso, o coreógrafo de luta Mick Gold tem algumas habilidades muito especiais com as quais ele vem trabalhando e as incluiu no filme para torná-lo um pouco diferente”.

Para trazer os espectadores para o mundo de Robert McCall, Fuqua emprega o que ele chama de “Equalizer-vision”. “O coração dele desacelera, sua pupila se dilata, recebe mais luz e sua visão fica mais nítida. Ele se torna mais consciente de tudo no recinto. A violência é uma zona de conforto para ele”, conta Fuqua. “Ele é um homem que pode avaliar instantaneamente um ambiente – ele sabe qual é seu ponto fraco, sabe onde estão as armas. E tudo é uma arma – uma caneta, um pedaço de papel, uma prancheta”.

O Protetor 2 (The Equalizer 2), segundo Fuqua, foi uma oportunidade para explorar como deve ser a vida para um homem assim. “Se a violência é uma zona de conforto, como você equilibra isso?”, questiona ele. “Se você solta homens de violência pelo mundo real, quem irá ajudá-los? Para McCall, essa pessoa é Susan Plummer – ela o entende, ela o traz de volta das trevas, ela lhe dá tudo o que ele precisa para funcionar. Ele a ama – a única coisa no mundo que ele ama, além da esposa. Então, a morte dela é muito pessoal para ele”.

A ESCALAÇÃO DO FILME

No centro do filme está a relação entre McCall e sua ex-chefe, Susan, interpretada por Melissa Leo, e o marido dela, Brian, interpretado por Bill Pullman.

“Neste filme, Susan e McCall ainda são melhores amigos e agora têm uma relação de trabalho muito discreta, porém ativa”, diz Black. “Ela continua atuando no governo e continua dando a McCall a informação que ele precisa para ser O Protetor”.

“No primeiro filme, foi Susan quem deu a McCall o conselho que ele precisava: ele é bom em ajudar os outros; é bom em corrigir injustiças, e ela sugere que ele ajude as pessoas”, comenta Melissa. “Neste filme, McCall terá que voltar sua atenção para si mesmo e encontrar uma maneira de proteger a própria vida”.

“O convite para voltar em O Protetor 2 (The Equalizer 2) foi um prazer, porque foi maravilhoso trabalhar no primeiro”, continua ela. “A coisa mais fantástica sobre o filme são os dois homens no comando – Antoine Fuqua e Denzel Washington. Antoine nunca faz o mesmo filme duas vezes; ele continua mirando cada vez mais alto. E este filme será melhor que o primeiro; o Antoine tem essa capacidade de fazer isso com a narrativa”.

Bill Pullman retorna como Brian Plummer, marido de Susan Plummer.

“Eu sou louco por premissas como essa — onde o protagonista é humilde, não quer ser visto e segue um código”, comenta Pullman. “É um pouco como um faroeste, onde o protagonista tem princípios a que ele se atém, mesmo que, às vezes, isso seja desafiador para ele”.

Ele sorri: “E meu personagem tinha uma pequena participação nas sequências de ação”.

Em seu desejo de se conectar com as pessoas ao seu redor, Robert McCall se mudou de Chelsea para um condomínio de apartamentos ao lado da Massachusetts Avenue, uma importante via que atravessa o coração de Boston. Ele é amigo de seus vizinhos e cria uma relação de mentoria com um adolescente chamado Miles, que mora com a mãe solteira no mesmo condomínio.

“Quando McCall vê o jovem e talentoso Miles, ele sabe que o rapaz está perdido”, diz Richard Wenk. “McCall sente que o garoto está sendo atraído para o ambiente errado e se torna uma figura paterna para ele”.

“Eu curti muito a história de pai e filho entre McCall e o rapaz, ajudando-o a navegar pela vida”, diz Washington. “Vi nessa relação uma oportunidade de falar com os jovens, explorando essa mentoria”.

“Denzel me ligou um dia e disse: ‘Na verdade, esse filme é sobre um pai e um filho’”, conta Black. “’Robert McCall tem que aprender a ser pai. Eu tenho que tratar Miles como meu filho e tenho que orientá-lo. É disso que se trata o cerne do filme; não podemos perder isso de vista – o Antoine não pode perder isso de vista, o Richard não pode perder isso de vista, vocês não podem perder isso de vista!’”

“Esse relacionamento faz parte do enredo de McCall”, continua Washington. “Ele não deixa ninguém entrar de fato na sua vida, ou as pessoas que ele deixou entrar, ele perdeu. Então, ele está hesitante em deixar esse garoto entrar na sua vida cedo demais, mas é o que ele acaba fazendo”.

Ashton Sanders, que primeiro chamou a atenção dos críticos com seu papel no ganhador do Oscar®, Moonlight – Sob a Luz do Luar (Moonlight), conseguiu o papel.

“Ashton nos deixou impressionados”, conta Blumenthal. “A sua leitura foi verdadeira, crua e honesta. Com a escalação do Ashton, não só temos um jovem ator fenomenal que vai ter uma longa carreira, mas temos um relacionamento que é verdadeiro e autêntico com o personagem do Denzel. E essas duas palavras – verdadeiro e autêntico – são palavras que o Antoine Fuqua usava todos os dias quando discutíamos esse filme”.

Sanders descreve suas impressões acerca do papel: “Miles é um bom garoto, mas está lentamente começando a se envolver em um estilo de vida que pode ser potencialmente perigoso para ele. Ele não tem uma orientação positiva, e McCall se torna isso para ele”.

“No primeiro filme, McCall era um salvador dentro da comunidade, então, acho que ele está fazendo o mesmo com o Miles, salvando-o”, continua Sanders.

Quando McCall começa a se vingar das pessoas que mataram Susan – sua ex-chefe e conselheira – ele volta a ter contato com as pessoas que, no passado, estiveram próximas a ele: sua antiga célula de agentes da CIA. “Eles eram uma operação de cinco indivíduos altamente qualificados, encarregados de viajar ao exterior, matar ou sequestrar alvos valiosos”, diz Wenk. “Eles são os assassinos mais habilidosos do planeta. Robert McCall fez parte dessa equipe que envolvia outros quatro homens. Mas depois de perder a esposa, McCall decidiu que não queria mais aquilo – e quando um carro-bomba explodiu, ele aproveitou a oportunidade para se afastar e deixar o mundo considerá-lo como morto”.

Mas mesmo depois que McCall simulou a própria morte, a vida continuou para os outros quatro. O que aconteceu com eles? Wenk continua: “Nossos consultores técnicos no filme são SAS e Navy Seals; todos têm as mesmas histórias. Um deles me disse: Eles nos treinam para matar, mas eles não nos ‘destreinam’. O que nós fazemos? O que colocamos nos nossos currículos? ‘Assassino’?”

“Eles formavam uma fraternidade”, diz Blumenthal. “Eles viram e fizeram coisas com as quais a maioria das pessoas nunca poderia lidar. Por causa disso, esses cinco caras estavam dispostos a morrer uns pelos outros”.

Para Washington, era importante separar McCall do resto do grupo. “Era importante para Denzel que ele não fosse apenas um cara que carregava uma arma e atirava nas pessoas. Ele queria ser mais inteligente do que o típico agente negro”, observa Blumenthal. “McCall está muito acima disso – o grupo que Susan Plummer formou é a elite da elite”.

E cada membro do grupo tem sua própria especialidade. “Só porque você faz as mesmas coisas que os outros, não significa que você tenha o mesmo conjunto de habilidades”, diz Washington. “Você pode ter sido treinado da mesma forma que todos os boxeadores são treinados, mas isso não significa que todos os boxeadores são campeões do mundo”.

O grupo de agentes é composto por York, interpretado por Pedro Pascal, que ganhou destaque por seu papel em Narcos; Resnik, interpretado por Jonathan Scarfe (Van Helsing), Ari, interpretado por Kazy Tauginas, um ator promissor, e Kovac, interpretado pelo estreante Garrett A. Golden.

“A leitura de Pedro foi diferente das demais, porque ele trouxe uma cordialidade e um quê de amizade a esse personagem que ninguém mais trouxe”, conta Blumenthal.

“York – esse é o meu personagem – e McCall eram parceiros antigamente”, conta Pascal. “Eles fazem parte de um misterioso grupo de elite de agentes do governo altamente treinados – parte dos elementos mais sigilosos do governo. Ele e eu estávamos na mesma explosão a que eu sobrevivi, e ele, supostamente, não. York passou sete anos de luto, acreditando que ele estivesse morto. Sua conexão é de amizade, confiança, parceria, mentoria. Eu diria que é o relacionamento mais profundo do meu personagem”.

Pascal ficou entusiasmado com a oportunidade de contracenar com Washington num thriller de alta intensidade. “Eu diria que o incrível apelo de O Protetor (The Equalizer) é que temos o mais casca-grossa dos atores no mais casca-grossa dos papéis”, diz ele. “Ele é um assassino altamente treinado, usando esse treinamento e esse talento para o bem”.

“É muito difícil encontrar alguém para contracenar com Denzel Washington”, diz Fuqua. “Você tem que encontrar um ator que esteja à sua altura e não se intimide”.

A intimidação pode vir de maneiras muito diversas. “No meu primeiro dia no set, eu ainda não conhecia o Denzel, e ele teve a gentileza de ir ao meu trailer e se apresentar bem cedo de manhã. Nós conversamos por quase uma hora e meia antes de começarmos a rodar. A cena que filmamos é a primeira vez que meu personagem o vê e se dá conta de que o McCall não está morto – Denzel incluiu nesse momento um abraço apertado de grande amizade – não me vendo processar a complexidade do que significaria vê-lo, o homem mais importante na minha vida – a fim de esconder todos os segredos que poderiam entregar a minha expressão no momento em que ele chama o meu nome”.

RECRIANDO UM FURACÃO DE CATEGORIA 5

“Quando li pela primeira vez o roteiro e li furacão, pensei, é sério? Como vou filmar isso?”, ri Fuqua.

O roteirista Richard Wenk decidiu que o terceiro ato do filme acontece durante um furacão de categoria 5. Ele diz: “No primeiro filme, estávamos na loja Home Mart, entre quatro paredes. Desta vez, queríamos que tudo fosse maior, então, surgiu a ideia de que nosso herói iria para sua cidade natal durante um furacão. E como toda a população foi evacuada, não haveria danos colaterais com o que McCall pretende fazer com seus alvos”.

A produção decidiu ambientar o furacão no bairro Marshfield de Brant Rock, que está localizada na costa sul de Massachusetts, a cerca de uma hora de carro do centro de Boston. Ocorrendo durante o dia, eles levaram quase um mês para filmar as sequências dos furacões.

“Nós ocupamos toda uma cidade”, conta Fuqua. “Colocamos coisas por todos os lugares – no topo dos carros, usamos ventiladores gigantescos que carregávamos para todo canto, tanques gigantescos de 10 a 12m de profundidade criavam ondas que quebravam sobre a mureta, com escombros voando por toda parte e os atores ficando encharcados. E, como é um furacão, não podemos filmar com sol, então, sempre que o sol saía, tínhamos que esperar. Não dá para ouvir os diálogos com o barulho dos ventiladores, mas os atores entregam seus desempenhos”.

Apesar do desafio, Fuqua rodou o máximo possível dessa sequência com efeitos práticos, com as câmeras. “A gente não sabe se os efeitos visuais serão capazes de capturar todas as pequenas nuances que desejamos capturar. Se você prestar atenção, todas as venezianas de todas as janelas da cidade estão batendo e se movendo – eu não queria depender de efeitos visuais para isso”.

O coordenador de efeitos especiais Jeremy Hays e sua equipe foram responsáveis por criar a verossimilhança do furacão. Ele relembra: “Nós vimos muitas cenas do furacão Sandy, que aconteceram em Brant Rock. Ondas e vento eram uma parte fundamental do quadro geral”. A equipe assistiu a centenas de horas de vídeos do YouTube sobre furacões reais enquanto começavam a se preparar para criar o seu próprio”.

“Antoine queria criar uma onda após outra em série, então, bolamos um sistema que nos permitia encher constantemente cones individuais que eram usados para disparar os canhões de água”, continua Hays. “E usamos compressores de 1.600 CFM que forneciam ar para os tanques pressurizados. Usamos um total de 24 canhões individuais que agrupamos para que pudéssemos apontá-los em direções diferentes, dependendo de onde a câmera fosse colocada”.

Para criar o vento, Hays e sua equipe usaram máquinas igualmente poderosas. “Tínhamos doze máquinas de vento em doze posições diferentes ao redor da cidade”, relembra Hays. “O maior ventilador que usamos foi um de 480 volts que é usado para limpar túneis e pode atingir 130km/h. E utilizamos pelo menos dois ou três sacos de 55 galões de folhas durante cada tomada para dar a impressão de detritos voando por toda parte”.

Posteriormente, os efeitos visuais acrescentaram os detritos maiores, acentuando o perigo do furacão. “Essa é a minha quinta colaboração com o Antoine e fica cada vez melhor, porque já estabelecemos uma comunicação tácita”, afirma o supervisor de efeitos visuais Sean Devereaux. “Se eu mostrar a ele algo que eu estou fazendo, ele diz: ‘É o que eu quero!’, e aí, criamos isso. A essa altura, eu entendo muito bem a sua visão, e a nossa equipe também”.

Ainda assim, Hays e Devereaux achavam que, ainda que os espectadores nunca se deem conta do seu trabalho – uma vez que eles são simplesmente atraídos para o confronto dramático climático – eles se sentirão satisfeitos.

Quanto a trabalhar com os ventiladores gigantescos que sopram diretamente na sua direção enquanto se depara com barcos espalhados pelas ruas, Pedro Pascal ri: “Foi bom para a minha interpretação! Brant Rock parecia devastada, e isso faz com que você entre no clima. Quando gritavam ‘ação’, eu só pensava que seria derrubado pelo ventilador e pela máquina de vento enquanto dava vários passos em direção à câmera. Para mim, tudo pareceu muito real!”

SOBRE O ELENCO

DENZEL WASHINGTON (Robert McCall) nasceu em Mt. Vernon, Nova York, e se formou pela Fordham University em Teatro. Ele passou um ano no prestigioso American Conservatory Theater de San Francisco antes de iniciar sua carreira de ator profissional. Desde então, seus desempenhos inesquecíveis lhe renderam dois Oscars®, três Globos de Ouro e inúmeros outros prêmios.

Washington recebeu seu primeiro Oscar® pelo drama histórico de guerra Tempo de Glória (Glory) e seu segundo por Dia de Treinamento (Training Day). Washington ganhou um prêmio Tony por seu desempenho em Um Limite Entre Nós (Fences) na Broadway em 2010.

Ele foi visto pela última vez em Roman J. Israel, Esq., de Dan Gilroy. pelo qual recebeu várias indicações a prêmios de Melhor Ator, incluindo uma indicação ao Globo de Ouro e ao Oscar®. Mais recentemente, atuou na Broadway numa remontagem de The Iceman Cometh, de Eugene O’Neill, com a qual recebeu uma indicação ao Tony.

Washington começou sua carreira profissional no teatro nova-iorquino, onde atuou em montagens como Ceremonies in Dark Old Men e Otelo (Othello). Ele foi alçado à fama quando conseguiu o papel do dr. Phillip Chandler na série de sucesso da NBC, St. Elsewhere. Seus demais créditos televisivos incluem The George McKenna Story, License to Kill e Wilma.

Quando Washington passou a atuar no mundo do cinema, foi aclamado pela crítica retratando figuras da vida real. Ele recebeu sua primeira indicação ao Oscar® com Um Grito de Liberdade (Cry Freedom) como o ativista sul-africano antiapartheid Steve Biko. Em seguida, retratou o pastor muçulmano e ativista de direitos humanos Malcolm X em Malcolm X, o boxeador Rubin Hurricane Carter em O Furacão (The Hurricane), o treinador de futebol americano Herman Boone em Duelo de Titãs (Remember the Titans), o poeta e educador Melvin B. Tolson em O Grande Debate (The Great Debaters), e o traficante de drogas Frank Lucas em O Gângster (American Gangster). Alguns de seus outros créditos anteriores incluem Muito Barulho por Nada (Much Ado About Nothing), A História de um Soldado (A Soldier’s História), Maré Vermelha (Crimson Tide), O Diabo Veste Azul (Devil in a Blue Dress) e O Plano Perfeito (Inside Man).

Seus outros créditos cinematográficos recentes incluem: Incontrolável (Unstoppable), no qual se reuniu com o diretor Tony Scott pela quinta vez; Dose Dupla (2 Guns), com Mark Wahlberg; e O Protetor (The Equalizer), um thriller de ação dirigido por Antoine Fuqua. Ele voltou a trabalhar novamente com Antoine Fuqua no remake de Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven), coestrelado por Chris Pratt e Ethan Hawke.

Em 2016, estrelou a aclamada adaptação cinematográfica de Um Limite Entre Nós (Fences), de August Wilson. Além de produzir e dirigir a adaptação, ele reprisou seu papel original vencedor do prêmio Tony, contracenando com Viola Davis. O filme recebeu quatro indicações ao Oscar®, incluindo o de Melhor Ator.

Em 2016, ele foi honrado com o prêmio Cecil B. DeMille Lifetime Achievement na 73ª cerimônia dos Globos de Ouro, consolidando seu legado em Hollywood.

PEDRO PASCAL (Dave York) encerrou recentemente a produção de Untitled J.C. Chandor Film – uma história de ação e aventura ambientada na fronteira entre o Paraguai, a Argentina e o Brasil. O filme da Netflix também é estrelado por Ben Affleck, Oscar Isaac, Garrett Hedlund e Charlie Hunnam, e deve ser lançado em 2019.

Pascal está filmando atualmente Wonder Woman 1984, de Patty Jenkins, em no qual irá coestrelar com Gal Gadot. O filme marca a segunda vez que ele e Jenkins trabalharam juntos e está previsto para ser lançado em 1 de novembro de 2019.

No ano passado, Pascal filmou o drama criminal de Barry Jenkins e da Annapurna, If Beale Street Could Talk. O filme, previsto para ser lançado este ano, conta a história de uma mulher no Harlem lutando desesperadamente para provar que seu noivo era inocente de um crime, enquanto carregava seu primeiro filho.

Pascal estrelou a terceira temporada da série original da Netflix aclamada pela crítica e indicada ao BAFTA e ao Globo de Ouro, Narcos, a história real do crescimento e da disseminação de cartéis de cocaína por todo o mundo. Pascal interpretou o papel do agente da Divisão de Entorpecentes, Javier Peña, que liderou a caçada ao chefão das drogas colombiano Pablo Escobar nas temporadas 1 e 2 – e ao cartel de Cali na terceira temporada. Narcos tem produção executiva de José Padilha, Eric Newman e Chris Brancato.

No outono passado, Pascal estrelou Kingsman 2: The Golden Circle, de Matthew Vaughn para a Fox, ao lado de Taron Egerton, Channing Tatum e Julianne Moore. O filme arrecadou US$ 411 milhões em todo o mundo.

Em 2014, Pascal estrelou a aclamada série Game of Thrones, da HBO, na qual interpretou o favorito dos fãs, Oberyn Martell. Pedro teve papéis recorrentes em Graceland, do USA, Brothers & Sisters, da ABC, The Good Wife, da CBS, Lights Out, da FX, The Mentalist, da CBS, e Red Widow, da ABC. Outros créditos televisivos incluem o premiado Nurse Jackie, da Showtime, a tríade Law & Order, Body of Proof, Without a Trace, NYPD Blue e Buffy the Vampire Slayer, entre outros.

Seus outros créditos cinematográficos incluem Prospect, de Christopher Caldwell e Zeek Earl, Os Agentes do Destino (The Adjustment Bureau), da Universal, A Grande Muralha (The Great Wall), Sweet Little Lies, de Joe Saunders, e I Am That Girl, de B. Hayward Randall. Também atuou em Sisters (Hermanas), de Julia Solomonoff, e Window Shopping, de Freya Billington.

Nos palcos nova-iorquinas, Pascal atuou com o The Manhattan Theatre Club, a Classic Stage Company, a Playwrights Horizons e na peça de Terrence McNally indicada ao prêmio Drama Desk, Some Men, no Second Stage. Ele coestrelou com Jennifer Ehle e Liev Schreiber na montagem de Macbeth do Shakespeare in the Park, bem como na sua produção de Muito Barulho por Nada (Much Ado About Nothing), com Lily Rabe. Ele ganhou os prêmios do Los Angeles Drama Critics Circle Award e Garland com Orphans no The International City Theatre. Pedro também dirigiu Underneathmybed, de Florencia Lozano, Killing Play, de David Anzuelo, e Yosemite, de Daniel Talbott, no Rattlestick Playwrights Theatre, de Nova York. Ele também é membro da Labyrinth Theatre Company.

ASHTON SANDERS (Miles) estrelou mais recentemente o filme vencedor do Oscar®, Moonlight – Sob a Luz do Luar (Moonlight), também coprotagonizado por Mahershala Ali e Naomie Harris e dirigido por Barry Jenkins. Hilton Als, da New Yorker, afirmou acerca do seu desempenho: “Não há explicação para talentos como esse”. Entre os prêmios que Sanders recebeu por seu trabalho em Moonlight incluem um MTV Movie Award compartilhado com seu colega de elenco Jharrel Jerome, o Robert Altman Award do Independent Spirit Awards e o Prêmio Especial do Júri do Gotham Awards, ambos compartilhados com seu elenco. Em 2017, Sanders foi um dos rostos da Calvin Klein nas coleções assinadas por Raf Simons.

Sanders está atualmente filmando o papel do protagonista de Native Son para A24.

Antes de Moonlight, Sanders fez sua estreia como ator profissional em The Retrieval. O filme foi indicado ao Prêmio Especial do Júri no SXSQ de 2013 e ganhou vários prêmios em festivais como os de Deuville, Ashland, Phoenix e Nova Orleans. Logo depois, interpretou um papel coadjuvante no filme aclamado do NWA, Straight Outta Compton: A História do N.W.A. (Straight Outta Compton), dirigido por F. Gary Gray.

Sanders nasceu e foi criado nos arredores de Los Angeles. Ele se interessou por teatro ainda na infância e começou a ter aulas de teatro no Amazing Grace Conservatory, onde se apresentou em várias peças. Ele acabou se transferindo para a Ramon C. Cortines School of Visual and Performing Arts, onde continuou a se aprimorar no seu ofício de ator. Toda a sua dedicação acabou por lhe render uma bolsa de estudos para a Universidade DePaul, em Chicago.

Quando não está no set ou lendo roteiros para projetos futuros, Sanders se dedica a algumas de suas outras paixões, à pintura e ao design de moda.

BILL PULLMAN (Brian Plummer) foi visto mais recentemente em The Sinner, do USA. A série, que foi o programa de televisão com maior audiência no verão, foi indicada a um Globo de Ouro na categoria de Melhor Série Limitada de Televisão ou Telefilme.

Ele também estrelou Batalha dos Sexos (Battle of the Sexes), ao lado de Emma Stone e Steve Carrell. Também pode ser visto em LBJ, da Electric Entertainment, coprotagonizado por Woody Harrelson, e no western da A24, The Ballad of Lefty Brown.

Recentemente, ele concluiu a produção de Backseat, da Annapurna, que segue a história de Dick Cheney e como suas políticas mudaram o mundo.

Pullman é mais conhecido no papel do presidente Thomas J. Whitmor de Independence Day, assim como no papel de Lone Starr de S.O.S.: Tem Um Louco Solto no Espaco (Spaceballs).

Seus créditos cinematográficos adicionais incluem Trouble, Walking Out, Independence Day: Resurgence, O Protetor (The Equalizer), Sob Controle (Surveillance), O Pacto (The Cove), O Julgamento de Paris (Bottle Shock), Todo Mundo em Pânico 4 (Scary Movie 4), O Grito (The Grudge), Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping), O Poder da Sedução (The Last Seduction), Mr. Jones, Malícia (Malice), Sintonia de Amor (Sleepless In Seattle), Uma Equipe Muito Especial (A League Of Their Own), Extra! Extra! (Newsies), Por Favor, Matem Minha Mulher (Ruthless People) e Estrada Perdida (Lost Highway).

Seus créditos televisivos adicionais incluem 1600 Penn, Torchwood e Revelations.

MELISSA LEO (Susan Plummer) venceu um Oscar ®, um Globo de Ouro e o prêmio SAG e um prêmio da Broadcast Film Critics Association pelo seu desempenho fenomenal em O Vencedor (The Fighter). Ela também foi indicada ao Oscar® e ao SAG estrelando Rio Congelado (Frozen River), que lhe deu o prêmio Independent Spirit Award de Melhor Atriz e um Spotlight Award da National Board of Review, entre inúmeras outras honrarias. Melissa também compartilhou o prêmio de Melhor Elenco da Phoenix Film Critics Society por seu desempenho magnífico em 21 Gramas (21 Grams), coprotagonizado por Benicio del Toro e Sean Penn.

Melissa é destaque em Snowden: Heróis ou Traidor (Snowden), de Oliver Stone, interpretando Laura Poitras, a documentarista ganhadora do Oscar®. Outros filmes recentes incluem Os Suspeitos (Prisoners), contracenando com Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal; Oblivion, coprotagonizado por Tom Cruise e Morgan Freeman; o blockbuster Invasão à Casa Branca (Olympus Has Fallen), dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Gerard Butler, Morgan Freeman e Aaron Eckhart; o drama aclamado pela crítica de Robert Zemeckis, Voo (Flight), coprotagonizado por Denzel Washington; O Protetor (O Equalizador), que a reuniu com Fuqua e Washington.

Seus créditos cinematográficos adicionais incluem Conviction, com Hilary Swank; Três Enterros (The Three Burials of Melquiades Estrada), no qual ela coprotagonizou com Dwight Yoakam e Tommy Lee Jones, sob a direção de Jones; e O Amigo Oculto (Hide e Seek), no qual ela coprotagonizou com Robert De Niro.

Nas telinhas, este ano ela foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em uma Minissérie ou Telefilme por sua atuação como Lady Bird Johnson no filme da HBO, All the Way, de Jay Roach. Melissa ganhou um Primetime Emmy de Melhor Atriz Convidada de Série Humorística por seu desempenho hilário e caricato em Louie, do FX, que a People elogiou como o melhor da televisão em todo o ano. Anteriormente, já havia sido indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em uma Minissérie coestrelando com Kate Winslet em Mildred Pierce, dirigido por Todd Haynes para a HBO. Ela também é conhecida por seu desempenho inovador no papel da detetive Kay Howard em Homicide: Life on the Streets. Seus demais créditos televisivos incluem a série da HBO, Treme, do produtor executivo, David Simon, e a série da FOX, Wayward Pines.

Atualmente, ela estrela como Goldie Herschlag a série da Showtime, I’m Dying Up Here, com produção executiva de Jim Carrey, que foi renovada para uma segunda temporada. Ela também foi elogiadíssima pela crítica com seu desempenho em Novitiate.

Melissa cursou Artes Cênicas na Mount View Theatre School, de Londres, Inglaterra, e posteriormente, no SUNY Purchase Acting Program.

SOBRE A EQUIPE TÉCNICA

ANTOINE FUQUA (Diretor) é um dos cineastas mais requisitados da sua geração, com talento para combinar narrativas movidas por personagens com ação.

Mais recentemente, Fuqua dirigiu Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven), um remake do western homônimo de 1960 e um tributo a Os Sete Samurais (Seven Samurai), de Akira Kurosawa. Com Sete Homens e um Destino, Fuqua trouxe sua visão moderna e elegante para uma história clássica estrelada por um elenco diversificado e internacional, que incluiu Chris Pratt, Denzel Washington e Ethan Hawke.

Anteriormente, Fuqua dirigiu o drama de boxe Nocaute (Southpaw), estrelado por Jake Gyllenhaal em um desempenho aclamado, e o grande sucesso O Protetor (The Equalizer), para a Sony Pictures. Seu drama aclamado pela crítica, Dia de Treinamento (Training Day), deu um Oscar® de Melhor Ator a Denzel Washington, e uma indicação à estatueta de Melhor Ator Coadjuvante para Ethan Hawke. Também dirigiu filmes como Invasão à Casa Branca (Olympus Has Fallen), estrelado por Gerard Butler e Morgan Freeman; Atraídos Pelo Crime (Brooklyn’s Finest), com Richard Gere; o sucesso internacional, Rei Arthur (King Arthur), estrelado por Clive Owen; e o documentário aclamado sobre blues, Lightning in a Bottle, com produção executiva de Martin Scorsese.

Através de sua produtora Fuqua Films, ele está ocupado gerindo projetos e conteúdo para o cinema e a televisão. Atualmente, é produtor executivo da nova série dramática médica da FOX, The Resident, estrelado por Matt Czuchry e Emily VanCamp. Ele também é diretor e produtor executivo, com Lebron James, de um documentário de várias partes da HBO Entertainment sobre a vida e carreira de Muhammad Ali.

Fuqua também é um respeitado diretor de filmes publicitários e videoclipes, tendo trabalhado com marcas como Nike, Armani e Pirelli, e vencido inúmeros prêmios. Ele foi selecionado para dirigir um spot de publicidade para o projeto da campanha de marketing da Walmart, coletivamente intitulada The Receipt, que foi ao ar durante a transmissão da cerimônia do Oscar® de 2017. A campanha recebeu o cobiçado Leão de Bronze no Festival Internacional de Cinema de Cannes de 2017.

Fuqua se dedica apaixona e profundamente a apoiar os jovens na comunidade e presta sua contribuição através do cinema. Ele foi homenageado pela The Opportunity Network em 2016 por seu trabalho beneficente.

RICHARD WENK (Roteirista) marca sua terceira colaboração com o diretor Antoine Fuqua e Denzel Washington. Ele escreveu O Protetor (The Equalizer) e Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven), ambos sucessos de bilheteria em todo o mundo. Outros roteiros de Wenk levados às telas incluem Jack Reacher: Sem Retorno (Jack Reacher: Never Go Back), estrelado por Tom Cruise, e o filme de ação de Bruce Willis, 16 Quadras (16 Blocks), dirigido por Richard Donner.

TODD BLACK (Produtor) é um dos produtores mais respeitados de Hollywood, tendo trabalhado com muitos dos maiores talentos do setor, tanto diante quanto por trás das câmeras. O Protetor 2 (The Equalizer 2) marca sua quarta colaboração com o diretor Antoine Fuqua, seguindo O Protetor (The Equalizer), Nocaute (Southpaw) e Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven).

Seus inúmeros créditos cinematográficos incluem À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), que deu a Will Smith uma indicação ao Oscar® de Melhor Ator, O Sequestro do Metro 123 (The Taking Of Pelham 123), dirigido por Tony Scott, Um Divã Para Dois (Hope Springs), estrelado por Meryl Streep e Tommy Lee Jones, e Sex Tape: Perdido na Nuvem (Sex Tape), estrelado por Cameron Diaz. Seus outros créditos de destaque como produtor incluem Presságio (Knowing) e O Sol de Cada Manhã (The Weather Man), ambos estrelados por Nicolas Cage, e Sete Vidas (Seven Pounds), estrelado por Will Smith.

Sua colaboração de longa data com Denzel Washington começou quando ele ofereceu Voltando um Viver (Antwone Fisher), o roteiro que ele desenvolveu durante dez anos, ao vencedor do Oscar®. Washington decidiu que não apenas estrelaria o filme, mas também dirigiria o comovente drama, consolidando sua parceria como produtor e diretor. Quando Washington passou para trás das câmeras para dirigir O Grande Debate (The Great Debaters), Black foi novamente seu produtor. Esse filme acabou ganhando uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Drama. Além disso, Voltando a Viver e O Grande Debate ganharam o prêmio Stanley Kramer do Producers’ Guild, o sindicato dos produtores.

Seus filmes mais recentes com Denzel Washington incluem o aclamado pela crítica Roman J. Israel, Esq, que rendeu a Denzel indicações ao Globo de Ouro e ao Oscar® de Melhor Ator por sua atuação no papel-título, e Um Limite Entre Nós (Fences), o terceiro título dirigido por Washington. Um Limite Entre Nós deu o Screen Actor Guild Awards para Denzel Washington e para Viola Davis, além de dar o Oscar de Melhor Atriz para Viola Davis.

Black entrou para a indústria como associado de elenco depois de cursar a faculdade de Teatro da USC. Pouco depois de concluir os estudos, produziu Disney Sunday Night Movies, de Michael Eisner, que foi ao ar na televisão. Em seguida, ele produziu Fogo no Céu (Fire In The Sky) para a Paramount Pictures e Recordações (Wrestling Ernest Hemingway) para a Warner Bros.

Em 1995, Black se tornou presidente de produção cinematográfica da Mandalay Entertainment, onde gerenciou Donnie Brasco, Sete Anos no Tibet (Seven Years In Tibet), Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (I Know What You Did Last Summer) e Garotas Selvagens (Wild Things), para citar apenas alguns. Alguns anos depois, ele se associou ao produtor Jason Blumenthal para criar a Black & Blu Productions.

Em 2001, Black and Blumenthal se associaram a Steve Tisch, produtor de Negócio Arriscado (Risky Business) e Forest Gump – O Contador de Histórias (Forest Gump), entre outros, para formar a Escape Artists, que tem um contrato de produção prioritário com a Sony Pictures. Seu primeiro filme, que Black supervisionou pessoalmente durante todo o processo de filmagem, foi Coração de Cavaleiro (A Knight’s Tale), estrelado por Heath Ledger.

A Escape Artists fez filmes que arrecadaram mais de US$ 1 milhão nas bilheterias mundiais. Esses filmes incluem os mega sucessos À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), O Protetor (The Equalizer) e Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven).

Black está desenvolvendo atualmente Masters of The Universe para a Columbia Pictures e Let Her Speak, a ser estrelado por Sandra Bullock.

JASON BLUMENTHAL (Produtor) é sócio de Todd Black e Steve Tisch na Escape Artists, a bem-sucedida produtora por trás de grandes sucessos como À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), O Protetor (The Equalizer) e Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven).

Outros títulos que Blumenthal produziu sob o selo da Escape Artists incluem Nocaute (Southpaw), estrelado por Jake Gyllenhaal, Negócios Fora de Controle (Unfinished Business), estrelado por Vince Vaughn, Sex Tape: Perdido na Nuvem (Sex Tape), estrelado por Cameron Diaz, Um Divã para Dois (Hope Springs), estrelado por Meryl Streep e Tommy Lee Jones, Plano B (The Back-up Plan), com Jennifer Lopez, O Sequestro do Metrô 123 (The Taking of Pelham 123), dirigido por Tony Scott, Sete Vidas (Seven Pounds), estrelado por Will Smith, e Presságio (Knowing) e O Sol de Cada Manhã (The Weather Man), ambos estrelados por Nicolas Cage.

Em 1990, após se formar pela Newhouse School of Communications da Universidade de Syracuse, Blumenthal entrou para a Wizan/Black Films, onde conheceu o produtor Todd Black. Lá, trabalhou no desenvolvimento e produção de Águia de Aço II (Iron Eagle II), Punhos de Vencedor (Split Decisions), Anjos da Vida: Mais Bravos que o Mar (The Guardian), Sem Jeito Para Morrer (Short Time), Alunos Muito Loucos (Class Act), Recordações (Wrestling Ernest Hemingway), O Hóspede Quer Bananas (Dunston Checks In), Segredos de Família (A Family Thing) e Malucos Por Natureza (Bio Dome). Também foi produtor executivo de Becoming Colette e Fogo no Céu (Fire in the Sky).

Blumenthal foi o vice-presidente sênior de produção cinematográfica na Mandalay Entertainment em sua fundação, em 1995. Durante sua gestão, gerenciou filmes como Estranha Obsessão (The Fan), Donnie Brasco, Sete Anos no Tibet (Seven Anos in Tibet), Os Miseráveis (Les Miserables), Garotas Selvagens (Wild Things), Tempo de Gloria (Gloria) e Nas Profundezas do Mar Sem Fim (Deep End of the Ocean). Um dos maiores sucessos de bilheteria da Mandalay foi Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (I Know What You Did Last Summer), que se manteve em primeiro lugar nas bilheterias durante três semanas, arrecadando mais de US$ 130 milhões de dólares mundialmente e gerando a sequência, Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (I Still Know What You Did Last Summer).

Em abril de 1998, Blumenthal e seu sócio Todd Black fundaram a Black & Blu Entertainment, assinando um acordo prioritário com a Sony Pictures Entertainment. Em 2001, a Black & Blu se fundiu à Steve Tisch Company para formar a Escape Artists, mantendo seu acordo prioritário com a Sony Pictures.

ALEX SISKIN (Produtor) é produtor da Sony Pictures desde 1996. Em sua primeira década na Sony, era sócio Sid Ganis na Out of the Blue Entertainment, onde produziram os filmes O Paizão (Big Daddy) e A Herança de Mr. Deeds (Mr. Deeds), Gigolô Por Acidente (Deuce Bigalow) e O Mestre do Disfarce (Master of Disguise), entre outros.

Siskin começou sua carreira na indústria do cinema na Amblin Entertainment em 1987, depois de se formar pela UC Berkeley e concluir uma pós-graduação em Literatura Inglesa. Ele trabalhou em inúmeras produções da Amblin, incluindo Parque dos Dinossauros (Jurassic Park) e A Lista de Schindler (Schindler’s List). Antes de entrar para a Sony, trabalhou na Witt-Thomas Productions.

STEVE TISCH (Produtor) é um produtor premiado com o Oscar®, sócio da Escape Artists Productions, é chairman e coproprietário do time de futebol americano dos New York Giants, e um dedicado filantropo.

Ele é a única pessoa a possuir um Oscar® e o anel do Super Bowl. Tisch ganhou o Oscar® de Melhor Filme como produtor de Forrest Gump – O Contador de Histórias (Forrest Gump), em 1994, e dois anéis do Super Bowl como chairman dos Giants, campeões dos Super Bowls XLII e XLVI.

Há mais de quatro décadas, Tisch produz histórias emocionantes para o cinema e a televisão, do telefilme aclamado pela crítica, The Burning Bed, estrelado por Farrah Fawcett, Negócio Arriscado (Risky Business), o sucesso que ajudou a lançar a carreira de Tom Cruise. Seus demais créditos cinematográficos incluem Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (Lock, Stock and Two Smoking Barrels), A Outra História Americana (American History X), Snatch – Porcos e Diamantes (Snatch), À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), Sete Vidas (Seven Pounds), O Sequestro do Metro 123 (The Taking of Pelham 123), Plano B (The Back-Up Plan), Um Divã para Dois (Hope Springs), O Protetor (The Equalizer) e Nocaute (Southpaw).

Como chairman dos NY Giants, Tisch trabalhou no planejamento e na construção do MetLife Stadium, que foi concluído na primavera de 2010 e se consagrou como o estádio de maior arrecadação em todo o mundo quatro vezes. Tisch e o coproprietário Mara foram eleitos os Melhores Proprietários da NFL pela Forbes em 2011.

Tisch também contribui generosamente com seu tempo e recursos financeiros para diversas organizações nas artes, na saúde e na educação. Reconhecendo o valor da narrativa e sua capacidade de fomentar o diálogo e a compreensão, Tisch fez uma doação transformadora para a Universidade de Tel Aviv, elevando seu Departamento de Cinema e Televisão ao patamar de uma faculdade completa, agora chamada Faculdade de Cinema e Televisão Steve Tisch. Ela foi classificada pelo The Hollywood Reporter entre as 15 melhores faculdades internacionais de cinema por três anos consecutivos. A faculdade ganhou os principais prêmios em festivais de cinema ao redor do mundo e é a principal instituição de Israel em estudos de cinema e televisão. Tisch recebeu um título de doutorado honorário da Universidade de Tel Aviv em 2016.

Tisch fez uma doação para a Faculdade de Medicina David Geffen para o Programa Steve Tisch BrainSPORT da UCS, a maior doação individual de uma pessoa física para um centro médico para uma iniciativa relacionada à concussão. A doação estabelece o mais sofisticado programa de pesquisa, prevenção, diagnóstico e tratamento do mundo para concussões e lesões cerebrais, com ênfase especial em atletas jovens.

Tisch está atualmente no Conselho de Administração do Los Angeles County Museum of Art e é um dos fundadores do The Geffen Theatre em Los Angeles. Ele faz parte do Conselho Consultivo da Faculdade de Artes Tisch da Universidade de Nova York, bem como do Centro de Tumor Cerebral Preston Robert Tisch, da Duke University. Anteriormente, ele integrou o conselho do Sundance Institute.

MACE NEUFELD (Produtor) é reconhecido como um dos produtores mais bem-sucedidos e respeitados de Hollywood. Seu faro aguçado para descobrir talentos e sua habilidade para transformar livros em sucessos de bilheteria ajudaram a lançar as carreiras de Kevin Costner e Alec Baldwin, assim como as dos diretores Richard Donner, Roger Donaldson, Phillip Noyce e John McTiernan, entre outros. Ele produziu duas das franquias cinematográficas de maior sucesso da indústria, a trilogia A Profecia (The Omen), e quatro blockbusters baseados na série de romances de Jack Ryan de Tom Clancy, incluindo A Caçada ao Outubro Vermelho (The Hunt for Red October), Jogos Patrióticos (Patriot Games), Perigo Real e Imediato (Clear and Present Danger) e A Soma de Todos os Medos (The Sum of All Fears). Mais recentemente, produziu Operação Sombra: Jack Ryan (Jack Ryan: Shadow Recruit), estrelado por Chris Pine, Kevin Costner, Kenneth Branagh e o thriller de ação O Protetor (The Equalizer), estrelado por Denzel Washington, Martin Csokas e Chloë Grace Moretz, sob a direção de Antoine Fuqua. Seus próximos projetos incluem a série televisiva da Amazon, Jack Ryan, estrelada por John Krasinski, com estreia prevista para 31 de agosto de 2018.

Seus demais créditos cinematográficos incluem o thriller criminal de sucesso, A Filha do General (The General’s Daughter), baseado no best-seller de Nelson DeMille estrelado por John Travolta, Madeleine Stowe e James Cromwell; o filme aclamado pela crítica, Sem Saída (No Way Out), estrelado por Kevin Costner e Gene Hackman; Invictus, dirigido por Clint Eastwood e estrelado por Morgan Freeman e Matt Damon; O Rabino e o Pistoleiro (The Frisco Kid), estrelado por Gene Wilder e Harrison Ford; O Santo (The Saint), do diretor Phillip Noyce e estrelado por Val Kilmer e Elisabeth Shue; o thriller psicológico Paixão Sem Limites (Asylum), estrelado por Natasha Richardson e sir Ian McKellen; e a aventura Sahara, baseada no best-seller de Clive Cussler, estrelada por Matthew McConaughey, Penelope Cruz e Steve Zahn.

Em 1976, Neufeld e Harvey Bernhard produziram o thriller supernatural, A Profecia (The Omen), estrelado por Gregory Peck e dirigido por Richard Donner, que se tornou um blockbuster e séries de sequências para a 20th Century Fox e lançou a carreira de Neufeld como produtor.

Em 1989, Neufeld se associou ao ex-diretor da New World Entertainment, Robert G. Rehme, para fundar a Neufeld/Rehme Productions, assinando um contrato de exclusividade com a Paramount. Nos anos 1990, a produtora lançou uma lista de filmes bem-sucedidos que incluiu Intruder A-6: Um Voo Para o Inferno (Flight of the Intruder), estrelado por Danny Glover; Um Tira da Pesada III (Beverly Hills Cop III), estrelado por Eddie Murphy; e Tirando o Time de Campo (Necessary Roughness). Em 1993, Neufeld/Rehme foram eleitos Produtores do Ano na ShoWest e Showmen do Ano pelo Publicist’s Guild, em 1994.

Nascido em Nova York e formado pela Universidade de Yale, Neufeld começou sua carreira como empresário, gerindo as carreiras de alguns dos talentos mais importantes da indústria do entretenimento à época, incluindo: Don Adams (Agente 86/Get Smart); Don Knotts (The Andy Griffith Show); Jay Ward (Bullwinkle and His Friends); Gabe Kaplan (Welcome Back, Kotter); e as lendas da música Jim Croce, Randy Newman, Herb Alpert & The Tijuana Brass e The Carpenters.

Nos anos 1980, os créditos de Neufeld incluíram alguns dos filmes de maior prestígio da televisão, incluindo a minissérie vencedora do Globo de Ouro, East of Eden, baseada no romance premiado de John Steinbeck, e o piloto de Cagney and Lacey, a revolucionária e premiada série televisiva. Ele também foi produtor executivo da minissérie premiada Death in California (estrelada por Cheryl Ladd e Sam Elliott) e, posteriormente, apresentou a produção de seis horas da Turner Pictures, Gettysburg, a minissérie da TV a cabo básica de maior sucesso até hoje.

Um homem de muitos interesses, Neufeld é também um renomado fotógrafo (sua fotografia do retorno de um veterano da Segunda Guerra Mundial, intitulada “Warriors Return”, foi a 2ª colocada na disputa do Prêmio Pulitzer em 1945, e também foi votada Foto do Ano pelo New York World Telegram-Sun). Integrante de longa data da ASCAP, Neufeld colaborou com o letrista Robert Arthur em materiais para artistas como Sammy Davis, Jr., Dorothy Loudon e Betty Clooney, e compôs inúmeras canções infantis, incluindo o tema da série de animação, Heckle and Jeckle.

Ele mantém uma coleção espetacular de arte primitiva e é piloto com certificação para pilotar aeronaves multiturbinas. Também é membro do conselho administrativo do American Film Institute e mentor no programa Ray Stark para produtores na USC.

Neufeld já foi honrado com inúmeros prêmios, incluindo o prêmio de Produtor do Ano da ShoWest, o Career Achievement Award de Produção do Festival Internacional de Cinema de Palm Springs, o Christopher Award, o prêmio da National Board of Review e o Critics’ Choice Award, entre outros. E ele tem uma prestigiosa é estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

Há mais de uma década, ele apoia a PATH (People Assisting the Homeless) e foi honrado com o prêmio PATHMakers Award de 2000. Também é um fervoroso militante em prol da Stop Cancer e membro da Beverly Hills Art Commission.

TONY ELDRIDGE (Produtor) desenvolve e produz longas-metragens e telefilmes. Ele foi produtor de O Protetor (The Equalizer) e volta a ser produtor agora de O Protetor 2 (The Equalizer 2). Atualmente, está produzindo The War Magician, estrelado por Benedict Cumberbatch para a Studio Canal.

Sua produtora, Lonetree Entertainment, controla ou gerencia os direitos cinematográficos de inúmeras propriedades literárias, incluindo livros bestsellers do New York Times dos autores David Fisher, F. Paul Wilson, Jonathan Maberry, Heather Graham, Raymond Benson, K.J. Howe, bem como roteiros originais e histórias verídicas.

Ele desenvolveu projetos para a Sony Pictures, Paramount, HBO, Warner Bros., Columbia, Universal, TF1, Studio Canal, eOne, NBC e ABC.

MICHAEL SLOAN (Produtor) escreveu e produziu mais de 300 horas para o horário nobre da televisão, incluindo a série cult da TV, The Equalizer, que ele também criou. Além disso, ele escreveu e produziu o Battlestar Galactica original, Hardy Boys & Nancy Drew Mysteries, novos episódios de Alfred Hitchcock Presents, o novo Outer Limits, Kung Fu: A Lenda Renasce (Kung Fu: The Legend Continues) e Uma Mulher Misteriosa (Mystery Woman), a série de maior sucesso do Hallmark Channel. Ele também foi produtor executivo de The Master, outra série criada por ele, e de B.J. & the Bear.

Ele escreveu e produziu vários telefilmes, incluindo Terremoto em Nova York (Earthquake in New York), Freefall, Return of the Man from U.N.C.L.E., Riviera, Return of Sam McCloud, e três filmes de enorme sucesso, incluindo Return of the Six Million Dollar Man and The Bionic Woman. Ele escreveu e produziu vários longas-metragens, incluindo Moments, Max Havoc: Ring of Fire, Alien Agent e A Arte da Guerra II (The Art of War II: Betrayal), estrelado por Wesley Snipes.

Além disso, escreveu a peça teatral, Underground, encenada no West End, de Londres, e estrelada pelo falecido Raymond Burr.

MOLLY ALLEN (Produtora Executiva) trabalha no mercado cinematográfico há mais de duas décadas. Ela foi produtora executiva de Pai em Dose Dupla 2 (Daddy’s Home 2), estrelado por Will Ferrell, Mark Wahlberg e Mel Gibson, do longa indicado ao Oscar®, Um Limite Entre Nós (Fences), dirigido e estrelado por Denzel Washington, do sucesso de bilheteria mundial Mogli: o Menino Logo (The Jungle Book) e de Um Laço de Amor (Gifted), estrelado por Chris Evans. Antes desses filmes, foi produtora executiva e gerente de produção de Chef, o filme aclamado pela crítica escrito, dirigido e produzido por Jon Favreau.

Allen trabalhou com o diretor e ator Denzel Washington em várias ocasiões. Ela foi produtora associada e supervisora de produção de O Protetor (The Equalizer), dirigida por Antoine Fuqua, e coprodutora de O Grande Debate (The Great Debaters), o segundo filme dirigido pelo ator ganhador do Oscar®. Allen trabalhou pela primeira vez com Washington como gerente de locação em sua estreia diretorial, Voltando um Viver (Antwone Fisher). Ela também foi supervisora de produção de Protegendo o Inimigo (Safe House), estrelado por Denzel Washington, rodado na África do Sul.

Como supervisora de produção, outros filmes dignos de destaque que Allen supervisionou incluem Django Livre (Django Unchained), Água para Elefantes (Water for Elephants) e Atração Perigosa (The Town). Ela também coproduziu Sete Vidas (Seven Pounds), estrelado por Will Smith.

Allen começou sua carreira trabalhando em vários departamentos de cinema, até se tornar gerente de locação. Antes de se dedicar à produção, foi gerente de locação de Homem de Ferro (Iron Man), À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), Constantine, Voltando um Viver (Antwone Fisher), Quero Ficar com Polly (Along Came Polly), Vanilla Sky e Medo e Delírio (Fear and Loathing In Las Vegas), entre muitos outros.

DAVID J. BLOOMFIELD (Produtor Executivo) é sócio da Escape Artists. Foi produtor executivo de vários filmes da Escape Artists, incluindo O Protetor (The Equalizer), Nocaute (Southpaw), com Jake Gyllenhaal, Sex Tape: Perdido na Nuvem (Sex Tape), estrelado por Cameron Diaz, o próximo lançamento de Kevin Hart-Bryan Cranston, The Upside, Plano B (The Back-up Plan), com Jennifer Lopez, Sete Vidas (Seven Pounds), estrelado por Will Smith, e Presságio (Knowing), com Nicolas Cage. Bloomfield também foi coprodutor executivo do primeiro longa-metragem de Jason Reitman, Obrigado por Fumar (Thank You For Smoking).

Antes de entrar para a Escape Artists em 2000, foi vice-presidente sênior da Spelling Entertainment.

Formado pela faculdade de Direito da New York University, Bloomfield começou a sua carreira como advogado da Gibson Dunn & Crutcher.

OLIVER WOOD (Diretor de Fotografia) possui uma longa carreira trabalhando por trás das câmeras, fotografando blockbusters de Hollywood como os três filmes Bourne, bem como Rudy, Mr. Holland – Adorável Professor (Mr. Holland’s Opus), Protegendo o Inimigo (Safe House), Dose Dupla (2 Guns), Tudo Por um Furo (Anchorman 2: The Legend Continues), Jack Reacher: Sem Retorno (Jack Reacher: Never Go Back) e Ben-Hur, para citar alguns. Indicado a um BAFTA por seu trabalho em O Ultimato Bourne (The Bourne Ultimatum), em 2007, Wood também filmou A Outra Face (Face/Off), U-57: A Batalha do Atlântico (U-571), Segurança Nacional (National Security), Quarteto Fantástico (Fantastic Four), Ricky Bobby – A Toda Velocidde (Talladega Nights: The Ballad of Ricky Bobby) e Os Outros Caras (The Other Guys), entre inúmeros outros.

Nascido na Inglaterra, o primeiro filme de Wood como diretor de fotografia foi Lua de Mel de Assassinos (The Honeymoon Killers). Ele foi o diretor de fotografia de vários episódios da popular série de televisão, Miami Vice, antes de passar a se dedicar a grandes produções de Hollywood.

NAOMI SHOHAN (Desenhista de Produção), volta a trabalhar com o diretor Antoine Fuqua em O Protetor 2 (The Equalizer 2) após ter colaborado anteriormente com o cineasta em Dia de Treinamento (Training Day), Assassinos Substitutos (The Replacement Killers), Lágrimas do Sol (Tears of the Sun) e O Protetor (The Equalizer). Shohan também assinou os sets do vencedor do Oscar® de Melhor Filme, Beleza Americana (American Beauty), com o qual foi indicada ao BAFTA de Melhor Desenho de Produção. Antes de O Protetor 2 (Equalizer 2), ela desenhou os sets dos lançamentos recentes Uma Dobra no Tempo (A Wrinkle in Time), Ben-Hur e A Travessia (The Walk).

Seus inúmeros créditos incluem O Aprendiz de Feiticeiro (The Sorcerer’s Apprentice), estrelado por Nicolas Cage, Um Olhar do Paraíso (The Lovely Bones), dirigido por Peter Jackson, Eu Sou a Lenda (I Am Legend), dirigido por Francis Lawrence e estrelado por Will Smith, Constantine, também dirigido por Francis Lawrence, Doce Novembro (Sweet November), Brincando com a Morte (Playing God), Paixão Bandida (Feeling Minnesota) e Zebrahead, entre outros.

Além de trabalhar no cinema, Shohan desenhou sets para telefilmes como The Miraculous Year, dirigido por Kathryn Bigelow, bem como as Selma, Lord, Selma e Nightjohn, ambos dirigidos por Charles Burnett.

CONRAD BUFF, A.C.E. (Montador) é mais conhecido por ganhar o Oscar® por seu trabalho em Titanic. Ele já colaborou inúmeras vezes com o diretor Antoine Fuqua, tendo montado Dia de Treinamento (Training Day), Lágrimas do Sol (Tears of the Sun), Rei Arthur: A Lenda da Espada (King Arthur) e O Atirador (Shooter). Além disso, montou a estreia diretorial de Denzel Washington, Voltando um Viver (Antwone Fisher).

Os outros créditos notáveis de Buff incluem 13 Dias que Abalaram o Mundo (Thirteen Days), True Lies, O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (Terminator 2), Planeta dos Macados: A Origem (Rise of the Planet of the Apes), Branca de Neve e o Caçador (Snow White and the Huntsman), O Caçador e a Rainha do Gelo (The Huntsman: Winter’s War) e O Assassino: O Primeiro Alvo (American Assassin).

JENNY GERING (Figurinista) trabalhou em inúmeros filmes, incluindo recentemente Feito na América (American Made), estrelado por Tom Cruise, Limitless, estrelado por Bradley Cooper e Robert De Niro, e O Sistema (The East), estrelado por Ellen Page e Alexander Skarsgard. Além disso, ela desenhou os figurinos para as três primeiras temporadas da série de sucesso do FX, The Americans, estrelada por Keri Russell e Matthew Rhys. Alguns de seus créditos anteriores incluem Violet & Daisy, estrelado por Saoirse Ronan e James Gandolfini, Lola Versus, com Greta Gerwig, e O Solteirão (Solitary Man), estrelado por Michael Douglas, Susan Sarandon e Jesse Eisenberg.

O nova-iorquino Gering começou a carreira desenhando figurinos para comerciais e videoclipes. Depois de atuar como figurinista em Interview With The Assassin, de Neil Burger, continuou a colaborar com ele em The Lucky Ones, Limitless e no telefilme, The Jury.

HARRY GREGSON-WILLIAMS (Trilha) é um dos compositores mais requisitados de Hollywood, cuja filmografia abrange projetos de alta visibilidade, tanto em animação, quanto dramas e filmes de ação live-action, com o grande impacto emocional e a intensidade ambiental que caracterizam o seu estilo musical único. Ele compôs as trilhas dos quatro filmes da franquia blockbuster, Shrek; sendo indicado ao BAFTA com sua trilha para o primeiro Shrek; tendo também sido indicado ao Globo de Ouro e ao Grammy com sua trilha para As Crônicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (The Chronicles of Narnia: The Lion, The Witch e The Wardrobe), de Andrew Adamson.

Seus projetos mais recentes ressaltam a diversidade única do seu talento e seu apelo: O Homem das Cavernas (Early Man), da Aardman Animations, dirigido por Nick Park, e Megatubarão (The Meg), estrelado por Jason Statham e dirigido por Jon Turteltaub. Além disso, para Philip K. Dick’s Electric Dreams, da Amazon/Sony TV, Gregson-Williams compôs o tema de apresentação da série e as trilhas de dois dos melhores episódios. Ele também está compondo a partitura original para Penguins, da Disneynature, com lançamento previsto para o Dia da Terra, em 2019.

Além disso, compôs a trilha sonora original de Breath, que marcou a estreia diretorial de Simon Baker, que também coestrelou o filme, e a trilha de O Zoológico de Varsóvia (The Zookeeper’s Wife), estrelado por Jessica Chastain e dirigido por Niki Caro, lançado em março de 2017. Ele também compôs a trilha do thriller dramático A Lei da Noite (Live by Night), estrelado por Ben Affleck, que também dirigiu o filme a partir do seu próprio roteiro. O filme, que marca a sua terceira colaboração, é baseado no best-seller premiado de Dennis Lehane.

Outras trilhas recentes incluem Confirmation, da HBO, estrelado por Kerry Washington e Greg Kinnear, o blockbuster Perdido em Marte (The Martian), estrelado por Matt Damon e dirigido por Ridley Scott, Já Estou Com Saudades (Miss You Already), da diretora Catherine Hardwicke, e O Protetor (The Equalizer), estrelado por Denzel Washington e dirigido por Antoine Fuqua.

Sua longa lista de créditos cinematográficos inclui a trilha do sucesso de crítica Atração Perigosa (The Town), dirigido por Ben Affleck. Gregson-Williams trabalhou pela primeira vez com Affleck como compositor de Medo da Verdade (Gone Baby Gone). Trabalhou ainda inúmeras vezes com outros diretores como Joel Schumacher nos filmes Twelve – Vidas Sem Rumo (Twelve), Número 23 (The Number 23), O Custo da Coragem (Veronica Guerin) e Por Um Fio (Phone Booth); e Tony Scott em Incontrolável (Unstoppable), O Sequestro do Metrô 123 (The Taking of Pelham 123), Déjà Vu, Domino, A Caçadora de Recompensas (Domino), Chamas da Vingança (Man on Fire), Jogo de Espiões (Spy Game) e Inimigo do Estado (Enemy of the State); e com Ridley Scott em Prometheus e Cruzada (Kingdom of Heaven). Sua filmografia prolífica inclui ainda as trilhas de Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo (Prince of Persia: The Sands of Time), de Mike Newell; ; X-Men Origens: Wolverine (X-Men Origins: Wolverine); Cowboys & Aliens, de Jon Favreau; Hacker (Blackhat), de Michael Mann; As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (The Chronicles of Narnia: Prince Caspian) e Mr. Pip, de Adamson; Bridget Jones no Limite da Razão (Bridget Jones: The Edge of Reason) de Beeban Kidron; os sucessos de animação da Aardman Operação Presente (Arthur Christmas) e A Fuga das Galinhas (Chicken Run); do documentário único, A Vida em Um Dia (Life in a Day); O Vingador do Futuro (Total Recall), de Len Wiseman; Sede de Vingança (Return to Sender) e Mistério da Neve (Smilla’s Sense of Snow), ambos dirigidos por Bille August; Assassinos Substitutos (The Replacement Killers), de Antoine Fuqua; e o primeiro lançamento de animação digital da Dreamworks, FormiguinhaZ (Antz).

Gregson-Williams compôs as trilhas de três dos cinco jogos da bem-sucedida franquia Metal Gear Solid, da Konami, e recentemente compôs a trilha de Call of Duty para a Activision, que se tornou o game mais vendido de 2014 e que lhe rendeu vários prêmios musicais de games.

Nascido na Inglaterra em uma família de músicos, Gregson-Williams ganhou uma bolsa de estudos musicais na St. John’s College, de Cambridge, aos sete anos e, subsequentemente, conseguiu uma concorrida vaga na Guildhall School of Music e Drama, de Londres, que lhe concedeu uma bolsa de estudos honorária. Gregson-Passou, então, a se dedicar ao ensino, lecionando música inicialmente em escolas da Inglaterra e, posteriormente, em Alexandria, no Egito. Começou a sua carreira cinematográfica como assistente do compositor Richard Harvey e, posteriormente, como orquestrador e arranjador de Stanley Myers, tendo composto suas primeiras trilhas para o diretor Nicolas Roeg. Sua colaboração subsequente e amizade com o compositor Hans Zimmer resultou no trabalho de compositor de filmes como A Rocha (The Rock), Armageddon e O Príncipe do Egito (The Prince of Egypt), e contribuiu para lançar a sua carreira em Hollywood. Também é um integrante regular e mentor respeitado do Sundance Composers Lab, trabalhando diretamente com compositores emergentes talentosos de todo o mundo. Gregson-Williams tem cinco filhos e mora e trabalha em Los Angeles desde 1995.
Fonte: Sony Pictures e Primeiro Plano Assessoria
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MARIANE BARCELOS

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Eu me chamo Mariane Barcelos, tenho 26 anos, sou designer e estudante de Audiovisual, construindo uma carreira na área. Já viajei para quase todos os cantos do mundo, inclusive já fui para fora do planeta, já dei um pulo em Marte, conheci uns anéis de Saturno e me aventurei em galáxias muito distantes, me transformei em bruxa, loba e vampira, também já fui super heroína e vilã. Não pensem que sou louca, sou apenas uma cinéfila que enxerga nos filmes uma maneira de se desconectar da realidade, ou quem sabe me conectar, com a minha realidade. Quando eu vejo um filme é para me conectar com aquele mundo, se não estou no clima, digo "nossa que dor de cabeça" e fica para um outro momento. Cinema é para ser sentido, para se apaixonar e se iludir. Encantar. Espero poder compartilhar com vocês, toda essa emoção que eu sinto ao assistir um filme e conseguir fazer com que vocês também embarquem nessa viagem sem destino. Agora através do ArteCult, também faça cobertura de eventos, como o Festival do Rio, RioMarket, Pré-Estreias e afins. Assim como nos filmes, espero poder trazer grandes novidades e coberturas completas em todas as mídias sociais, para que vocês, leitores, possam se sentir sempre imersos ao nosso universo.

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