Duplamente Incríveis 2! Depois de 14 anos da estreia do primeiro filme, franquia retorna as telas ainda mais heroicos

Como dito no vídeo que publiquei no Instagram do @tiltcine , assim que saí da sessão: que filme I N C R Í V E L !

Por favor, só desistam de mim pelo trocadilho bobo, mas, Os Incríveis 2 , mesmo sendo uma animação mais direcionada para o público infantil, tem um roteiro muito voltado para questões totalmente adultas como: quem deve ficar em casa cuidando dos filhos, o pai ou a mãe? Um pai consegue cuidar dos filhos sozinhos?

Mas não pensem que o filme perde toda a sua graça ou seus pontos cômicos por isso, pois todos são muito bem retratados em um roteiro muito bem trabalho, porém, simples e sem furo algum, todas as perguntas são respondidas.

Roberto e Helena Pera (Sr. Incrível e Mulher Elástica) mantém uma relação ainda complicada com a sociedade, já que os heróis não foram considerados pessoas boas com isso, o enredo acaba apresentando vários questionamentos sobre o que é o certo a se fazer para que as pessoas aceitem você do jeito que é, da maneira que se sintam melhor.

O filme tem muitas referências ao primeiro filme logo no início principalmente, já que a continuação parte exatamente do filme do primeiro filme, que foi lançado á 14 anos atrás. Podemos enxergar também referências ao curta “O Ataque de Zezé”, como o fato do bebê se acalmar e/ou controlar quando escuta Mozart, musicista que Karen, a babá de Zezé no curta, coloca de modo a acalmá-lo e logo em seguida ele já apresenta todos os seus poderes.

Falando do “Jack Jack”, assim como o restante do filme, é extremamente bem feito, todas as suas expressões são bem trabalhados e detalhes totalmente perfeitos, todos os seus poderes colocados a prova, inclusive ajudando a família em momentos importantes. Não podemos deixar de fora a dublagem brasileira, cheia de referências, como ao tão mistificado Acre e claro ao Raul Gil, que dubla um dos super-heróis e vou dar um spoiler saudável, o banquinho entrou script!

Confira o trailer: 

 

 

 

Os elementos da Pixar também entram no filme, os famosos Easter Egg, como o caminhão do Pizza Planet, A113, o nome que filme “Dementia 13” que aparece em uma das últimas cenas no letreiro do cinema.

Nessa continuação conseguimos identificar mais ou menos o ano em que a história está acontecendo, já que temos muitas referências a década de 60, como o lançamento de Dementia 13 que foi em 1963 e os desenhos que aparecem na TV como Johnny Quest, que ainda acaba remetendo a vida de herói da família.

O vilão do filme é outra característica muito bem construída e que os adultos acabam tendo um leve spoiler, por entenderem antes das crianças, só que de maneira alguma isso afeta o enredo. Um fato que me chamou atenção, foi justamente a atenção e a aflição que o longa me causou nos cinemas, da maneira que muitos filmes do gênero de ‘suspense’ e terror não causaram.

A trilha sonora acaba sendo nostálgica em relação ao primeiro filme e ajuda muito no dinamismo dos personagens, principalmente em relação às cenas de ação.

E é claro, não poderíamos esquecer de comentar sobre a tão icônica Edna Moda, que aparece bem menos entretanto de maneira ainda mais engraçada e sempre muito importante.

Depois de todas essas informações, espero que a vontade de vocês de ver esta animação esteja ainda maior. Então corram para os cinemas e depois venham aqui contar o que vocês acharam!

 

 

MARIANE BARCELOS

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Jornalista por paixão. Música, Novelas, Cinema e Entrevistas. Designer de Moda que não liga para tendência. Apaixonada por música e cinema. Colunista, critica de cinema e da vida dos outros também. Tudo em dobro por favor, inclusive café, pizza e cerveja.

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