Dia do Orgulho Autista: Celebrado pela primeira vez em 2005, hoje está sendo celebrado em todo o Mundo!

O Dia do Orgulho Autista foi celebrado pela primeira vez em 2005, pelo grupo Aspies for Freedom (AFF), dos Estados Unidos, e rapidamente se tornou um evento global, que ainda é amplamente comemorado on-line. AFF se inspirou no movimento do Orgulho LGBT.

A bandeira oficial do Dia do Orgulho Autista possui O arco-íris, símbolo do infinito, é usado como o símbolo deste dia, o que representa “a diversidade, com variações infinitas e infinitas possibilidades”.

 

Não se deve confundir o dia de hoje com o Dia Mundial de Consciencialização do Autismo, que é dia 2 de abril.

O autismo é um transtorno de desenvolvimento que leva a um deficit, em maior ou menor grau, em pelo menos uma das seguintes áreas: interação social, comunicação e comportamento. Não tem causa definida ou conhecida, mas já se sabe que influências genéticas e ambientais, ainda no desenvolvimento do bebê, desde o útero, podem estar ligadas ao diagnóstico.

O Dia Mundial do Orgulho Autista, 18 de junho, foi instituído para esclarecer a sociedade sobre as características únicas das pessoas diagnosticadas com algum grau do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e busca normalizar a neurodiversidade, ou seja, o reconhecimento de que o funcionamento cerebral de algumas pessoas é diferente do que é considerado típico.

 

CHALLENGE do AUTISMO SEM RÓTULO

E hoje a página do Autismo sem Rótulo preparou um #challengeautismo muito legal e com muito carinho para toda a comunidade TEA! 💙

Confira: 

https://www.instagram.com/tv/CBmJjs8p6Jt/

“Por um mundo com mais Amor, Carinho, Inclusão, Respeito e Informação!”

 

INCLUSÃO

Para promover a inclusão dos autistas, considerando todas as características e necessidades, são indispensáveis adaptações físicas, comportamentais e legais, que garantam a eles qualidade de vida e cidadania. O Congresso Nacional tem atendido a esse chamado e elaborado legislação em resposta às demandas feitas pelos representantes da causa das pessoas com TEA.

Foi com a Lei Berenice Piana (Lei 12.764, de 2012, que define a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista) que o autismo foi definitivamente classificado como deficiência, assegurando aos diagnosticados todas as políticas de inclusão existentes no país para a pessoa com deficiência. Até então, a legislação não era clara em relação ao autismo, e muitas vezes eles eram impedidos de usufruir dos benefícios.

Em junho de 2019, Paulo Paim, presidente da CDH, promoveu o “Dia do Orgulho Autista”, com representantes de entidades de defesa dos autistas (foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Essa lei também garantiu a inclusão escolar, o direito de matrícula em escolas regulares, o acesso a um mediador escolar sem custo para a família e previu sanções aos gestores que negarem a matrícula a estudantes com deficiência. O texto foi originário de uma Sugestão Legislativa (SUG 1/2010), da Associação em Defesa do Autista, convertida em projeto da CDH.

 

A LEI BERENICE PIANA

Berenice Piana (Foto: Pedro de Oliveira/ALEP). Ativista da causa do autismo participou de sessão plenária da Alep pedindo apoio aos deputados
Participantes de seminário na Alep. Sempre na luta contra a invisibilidade dos autistas e defendendendo respeito aos direitos dos portadores da síndrome.

Maria Berenice Piana dá nome à Lei 12.764, de 2012, por ser uma das principais defensoras dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Mãe de três filhos, um deles autista, a militante procurou o Senado e o senador Paulo Paim (PT-RS) em busca da aprovação de legislação que classificasse, definitivamente, os autistas como pessoas com deficiência, garantindo direitos e ampliando as informações sobre o transtorno à população. Para ela, era preciso um instrumento para ajudar as famílias na luta contra a burocracia. Por meio de uma sugestão legislativa apresentada pela Associação em Defesa do Autista em 2010, e convertida no Projeto de Lei do Senado (PLS) 168/2011 pela Comissão de Direitos Humanos (CDH), a iniciativa foi aprovada nas duas Casas do Congresso e tornou-se lei. A Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtornos do Espectro Autista, prevista na Lei Berenice Piana, foi um dos primeiros casos de sucesso de legislação participativa no Senado.

 

Fontes: Wikipedia e Agência Senado

 

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