SEXTAS POÉTICAS: Confira o poema “SOBRE DOR E DEUS” de Tanussi Cardoso e suas imperdíveis dicas culturais!

Oi, pessoal, aqui é o Tanussi Cardoso com a Sextas Poéticas, nossa coluna dentro do Portal artecult.com.

A nossa Coluna de hoje começa com um vídeo pequeno, apresentando um poema bem curto, um quase haikai; um “poemínimo”. Espero que curtam!

 

Continuando, deixo com vocês um poema escrito em VII segmentos. Nesta sexta, mostro os 4 primeiros fragmentos. Fala do difícil tema da finitude, de nossas perdas e lutos. Espero que gostem.

SOBRE DOR E DEUS

 SOBRE DOR E DEUS

I

Nessa travessia,

existe o outro lado do rio?

Existe o rio?

 

II

Vivo

para lembrar nomes

Vivo

para perder paisagens

O tempo me esqueceu

 

III

Nada é passado

nada é presente

nada é futuro

Lembrar é um pouco morrer

Nadar num rio

cujas águas

não têm fundo

Onde só as margens habitam

 

IV

Tudo o que morre move-se fantasma.

Mesmo um vaso que se quebra

retine nos olhos sua febre de barro.

Mesmo um verso: Fênix

nos braços de outro verso.

 

Tudo o que morre muda-se em tempo.

Fere os relógios.

Mastiga entre os círios seus remorsos.

 

O que morre não morre:

veste-se memória.

Não é que se resista em sina

mas finca os dentes

na mais cruel vindita

e enraíza noutra pele

o que sangrou em vida.

 

(Tanussi Cardoso)

 

“LIVRO DA SEXTA”:

A SEXTAS POÉTICAS traz, hoje, com muita felicidade, o novo livro do nosso amigo e ótimo poeta, ROGÉRIO SALGADO: A REINVENÇÃO DA METÁFORA: AS BODAS DE ROGÉRIO SALGADO, Ventura Editora, 2025. O livro, uma homenagem aos 50 anos de literatura do poeta, traz seleção, organização e prefácio de outro grande amigo e escritor: LUIZ OTÁVIO OLIANI.  

ROGÉRIO SALGADO: A REINVENÇÃO DA METÁFORA: AS BODAS DE ROGÉRIO SALGADO, Ventura Editora, 2025.

ROGÉRIO SALGADO é natural de Campos dos Goytacazes, RJ. Em 1980, mudou-se para Belo Horizonte, MG. Em 1993, criou o projeto “in/Sacando a Poesia”, detentor do “Prêmio Capital Nacional – Categoria Poesia”, em Aracaju, SE. Entre 2005 e 2014, com VIRGILENE ARAÚJO, criou e realizou um dos maiores eventos literários do país, o “Belô Poético – Encontro Nacional de Poesia”, em BH. De sua vasta bibliografia, podemos citar: Tontinho (conto); Textículos (poesia); Meu romance com Greta Garbo (contos); Poemia & Dezesseis Poemais; Um quarto de ofício (poesia); Ainda menino (poesia); Trilhas (poesia); SaiS (poesia); Naqueles tempos da Arte Quintal (memórias); Glória (poesia); Volúvel fado (poesia); Antes que a lua enfarte (poesia); entre tantos títulos.    

LUIZ OTÁVIO OLIANI, o organizador dessa grande obra, cursou Letras e Direito. É professor e escritor. Publicou 25 livros, dos mais diversos segmentos culturais. Recebeu mais de 100 prêmios literários. Possui textos traduzidos para vários idiomas. É o próprio OLIANI quem comenta sobre A REINVENÇÃO DA METÁFORA: AS BODAS DE ROGÉRIO SALGADO: “(…) Olga Savary, Cairo de Assis Trindade, Helena Ortiz e Rogério Salgado são nomes exponenciais de nossa literatura nacional que, a meu ver, correspondem ao que há de melhor em nossas letras, nos últimos tempos, o que não exclui outros escritores extremamente significativos. (…) Os poemas refletem uma diversidade temática comum a um grande escritor, com abordagens amplas sobre temas recorrentes às literaturas de qualquer país: o amor, a morte, a solidão, a nostalgia, o fluir do tempo, o ofício literário, entre tantos outros. (…) Ouso / ousamos dizer (e uso, aqui, o plural de modéstia) que Rogério Salgado é um gigante das letras.”

Para LEANDRO ALVES, professor, escritor, formado em Letras, pela PUC, MG, “(…) Muitos começam, poucos continuam. Rogério Salgado continuou. Ao longo de cinquenta anos de estrada, atravessou tempestades… (…) Apesar de tudo, o poeta acreditou. (…) Tanto construiu sua obra quanto abriu caminho para o surgimento de vozes de várias gerações. (…) Nos poemas deste livro, o eu lírico transita do íntimo ao coletivo. Às vezes, amoroso, saudoso, delicado. Outras vezes político, engajado, resistente. Luiz Otávio Oliani soube, com rara mestria, selecionar versos que não apenas falam, mas dão voz. (…) De minha parte, com orgulho, saúdo esta obra de valor reluzente, feita para durar. Boa viagem aos leitores que se aventurarem por estas páginas.”

A escritora BILÁH BERNARDES comenta: Rogério escreveu e escreve muito! Escreve sobre quase tudo. Luiz Otávio Oliani, nesta homenagem em vida ao poeta, descobriu e nos apresenta um Rogério Salgado que transita por várias nuances poéticas: escreve para os críticos e produz poemas visuais com maestria; aqui veremos poemas minimalistas e, também, indignados protestos contra todo tipo de ditadura, estas que sufocam desejos, liberdades e sonhos. (…) Um poeta caminha pela calçada e caminha nas páginas deste livro onde o reconhecimento de outro grande poeta traçou caminhos para receber o melhor da sua poesia.”

Deixo com vocês um pouco do belíssimo A REINVENÇÃO DA METÁFORA: AS BODAS DE ROGÉRIO SALGADO:
  

A PALAVRA

É necessário cantar

quando a palavra nos soa

poética

triste e sem limitações

feito sussurros de um poeta

e na claridade do verso

habita o sol

que brilha e cega

quando a rima

machuca.

E além da vida

sobrevive a palavra

mas o poeta

acaba.

 

RETICÊNCIAS

Democracia

rima com povo.

Liberdade

é poesia…

 

POEMA INOCENTE PARA SER RECITADO

Queria tocar o bico do seu seio

carinhosamente como quem toca

uma cereja

mas você jamais entenderia

que no bico do seu seio

possa existir tanta pureza

por isso, antes que você diga

que sou um maldito pornográfico

imagino o bico do seu seio

na minha mais completa inocência.

POEMINHA DRUMMONDIANO

Foi o tempo que se perdeu

ou eu quem perdeu o tempo?

 

Esses são alguns dos excelentes poemas do livro indicado pela Sextas Poéticas dessa semana: A REINVENÇÃO DA METÁFORA: AS BODAS DE ROGÉRIO SALGADO, Ventura Editora, 2025. Contato do poeta homenageado: poetarogeriosalgado@yahoo.com.br

LANÇAMENTOS:

– DIA 05 DE FEVEREIRO, DAS 18 às 21h, “VIVENTES – TRIBUTO A SEBASTIÃO SALGADO”, realização e organização: CARMEM TERESA ELIAS e DJALMA AUGUSTO MELLO, com a “Exposição Fotográfica Coletiva”. Curadoria: CARMEM TERESA ELIAS e LUCÍLIA DOWSLLEY. Local: Reservart Galeria. Complexo Reserva Cultural, loja 5, Av. Visconde do Rio Branco, 880, São Domingos, Niterói.

“VIVENTES – TRIBUTO A SEBASTIÃO SALGADO”

POESIA:

– HOJE, DIA 23 DE JANEIRO, DAS 18h ÀS 21h, “ODE AO POETA” apresenta “FORRÓESIA”, o melhor do forró com a poesia brasileira, com a participação de TAÍS LARA e o GRUPO FORRÓ DIVERSOS. Local: Sebo Baratos da Ribeiro, Botafogo.  IMPERDÍVEL!

, “ODE AO POETA” apresenta “FORRÓESIA”

TEATRO:

– ATÉ 1º DE FEVEREIRO, “NÃO ME ENTREGO, NÃO”. Com OTHON BASTOS. Direção: FLAVIO MARINHO. Local: Teatro Vannucci, Shopping da Gávea. Sexta e sábado, às 18h. Domingo, às 16h. De R$ 50,00 a R$ 150,00.

“NÃO ME ENTREGO, NÃO”. Com OTHON BASTOS

 – ATÉ 1º DE FEVEREIRO, “HADDAD E BORGHI: CANTAM O TEATRO, LIVRES EM CENA”. A peça fala sobre a trajetória dos grandes mestres do nosso teatro, com referências a CLARICE LISPECTOR, CECÍLIA MEIRELLES e CORA CORALINA. Texto: ELAINE MOREIRA e EDUARDO BARATA, que assina a direção. Local: Sesc Copacabana. Quinta a sábado, às 20h. Domingo, às 18h. R$ 30,00.

“HADDAD E BORGHI: CANTAM O TEATRO, LIVRES EM CENA”

 – ATÉ 06 DE FEVEREIRO, “DEVORA-ME”, com RICARDO e LUIZA KOSOVSKI. Direção: PEDRO KOSOVSKI. Local: Teatro Firjan Sesi Centro. Quinta e sexta, às 19h. R$ 40,00.

“DEVORA-ME”, com RICARDO e LUIZA KOSOVSKI

– ATÉ 08 DE FEVEREIRO, ÀS 20h, “TENENTE SEBLON”, inspirado na obra “QUERELLE”, de JEAN GENET. Texto e direção: FRANCIS MAYER. Local: Teatro Cândido Mendes, Rua Joana Angélica, 63, Ipanema. Sábado e domingo. Vendas: Sympla.

“TENENTE SEBLON”, inspirado na obra “QUERELLE”, de JEAN GENET

– ATÉ 08 DE FEVEREIRO, “O CÉU DE BIBI FERREIRA”. Texto: GABRIEL CHALITA, que celebra a vida da atriz, a partir de quatro personagens que marcaram a sua carreira: EDITH PIAF, AMÁLIA RODRIGUES, ELIZA DOOLITLE e JOANA. Direção: GUSTAVO BARCHILON. Com LUÍSA VIANNA, GIULIA NADRUZ, BÁRBARA SUT e FERNANDA BIANCAMANO. Local: Teatro Sesc Ginástico, Centro. Quinta e sexta, às 19h. Sábado e domingo, às 17h. R$ 60,00.

“O CÉU DE BIBI FERREIRA”.

– ATÉ 08 DE FEVEREIRO, “CORDÉLIA BRASIL”, de ANTONIO BIVAR. Direção: JOÃO FONSECA. Com PAULA GOJA e ANTONIO PINA. Local: Casa de Cultura Laura Alvim, Ipanema. Sexta e sábado, às 19h. Domingo, às 18h. R$ 60,00. 

“CORDÉLIA BRASIL”, de ANTONIO BIVAR.

– ATÉ 09 DE FEVEREIRO, “MINHA VÓ RI”. Direção: DÉBORA LAMN. Texto e atuação: JÚLIA BERNAT. Local: CCBB, Centro. Quinta a sábado e segunda, às 19h. Domingo, às 18h. R$ 30,00.    

“MINHA VÓ RI”. Direção: DÉBORA LAMN

– ATÉ 11 DE FEVEREIRO, “O DIA SEGUINTE”, inspirada em conto de VERÍSSIMO. Com ANDRÉ GONÇALVES e BRUNA GRIPHAO. Texto: REGIANA ANTONINI. Direção: RAFAEL PONZI. Local: Teatro dos Quatro, Shopping da Gávea. Terça e quarta, às 20h. R$ 120, 00.

“O DIA SEGUINTE”, inspirada em conto de VERÍSSIMO

– ATÉ 11 DE FEVEREIRO, “A HORA DO BOI”, de DANIELA PEREIRA DE CARVALHO. Com VANDRÉ SILVEIRA. Direção: ANDRÉ PAES LEME. Local: Centro Cultural Justiça Federal, Centro. Terça e quarta, às 19h. R$ 50,00.

“A HORA DO BOI”, de DANIELA PEREIRA DE CARVALHO.

MÚSICA e DANÇA:

– DIA 29 DE JANEIRO, ÀS 20h, “TRIBUTO AO QUEEN & LEGIÃO URBANA”, com a banda THE MARSHALLS (voz e violão: ANDRÉ MARÇAL), com a participação especial de LENNA PABLO, LUNA MAGGALHAES e VITÓRIA ROQUE. Local: Teatro Brigitte Blair, Rua Miguel Lemos, 51H, Copacabana. Ingressos Sympla.

“TRIBUTO AO QUEEN & LEGIÃO URBANA”, com a banda THE MARSHALLS

EXPOSIÇÕES:

– ATÉ 1º DE FEVEREIRO, “GILBERTO CHATEAUBRIAND: UMA COLEÇÃO SENSORIAL”, celebração do centenário de nascimento do colecionador, com obras de CANDIDO PORTINARI, TUNGA e LYGIA CLARK, entre outros. Local: MAM. Quarta a Domingo, das 10h às 18h.

“GILBERTO CHATEAUBRIAND: UMA COLEÇÃO SENSORIAL” 

– ATÉ 1º DE FEVEREIRO, “FRANS KRAJCBERG – UMA SEMÂNTICA DA DEVASTAÇÃO”, com 39 trabalhos do artista, destacando-se as esculturas feitas com trocos, raízes e cipós retirados de áreas devastadas. Local: Caixa Cultural, Rua do Passeio, 38, Centro. Terça a sábado, das 10h às 20h. Domingos e feriados, das 11h às 18h. 

“FRANS KRAJCBERG – UMA SEMÂNTICA DA DEVASTAÇÃO”

– ATÉ 02 DE FEVEREIRO, “MANGUEZAL”, com obras de HÉLIO OITICICA e LASAR SEGALL. Local: CCBB. Quarta a segunda, DAS 9H ÀS 20H.

 

“MANGUEZAL”, com obras de HÉLIO OITICICA e LASAR SEGALL

– ATÉ 03 DE FEVEREIRO, “VINICIUS DE MORAES – POR TODA A MINHA VIDA”, com mais de 300 fotos, manuscritos e objetos do poeta. Local: MAR, Praça Mauá 5, Centro. Quinta a terça, das 11h às 18h. R$ 20,00. Grátis, às terças.

“VINICIUS DE MORAES – POR TODA A MINHA VIDA”

 

– ATÉ 10 DE FEVEREIRO, “PRESENÇAS NA AMAZÔNIA: UM DIÁRIO VISUAL DE BOB WOLFENSON”. Além dos registros feitos pelo fotógrafo, que comemora 55 anos de carreira, haverá uma instalação poética traduzindo o processo criativo do artista, além de elementos sensoriais, como sons originais e aroma de terra molhada.  Local: Museu do Amanhã, Praça Mauá, 1, Centro. Quinta a terça, das 10h às 18h. R$ 30,00. Todo dia 10, R$ 10,00. Feriados nacionais: grátis.

“PRESENÇAS NA AMAZÔNIA: UM DIÁRIO VISUAL DE BOB WOLFENSON” 

– ATÉ 21 DE FEVEREIRO, “MICHELANGELO: O MESTRE DA CAPELA SISTINA”, imersão com reproduções, com DAVID e PIETÁ. Local: Centro Cultural Correios. Terça a sábado, das 12h às 19h. R$ 50,00.

“MICHELANGELO: O MESTRE DA CAPELA SISTINA”

DESTAQUE DA SEMANA:

Com satisfação, a SEXTAS POÉTICAS indica como DESTAQUE DA SEMANA o livro QUE LUZ BOA EM LISBOA! (UMA QUASE HISTÓRIA DA LITERATURA PORTUGUESA), de MÁRCIO CATUNDA, Dowslley Editora, 2025.

QUE LUZ BOA EM LISBOA! (UMA QUASE HISTÓRIA DA LITERATURA PORTUGUESA), de MÁRCIO CATUNDA, Dowslley Editora, 2025.

MÁRCIO CATUNDA é poeta, romancista, cronista, ensaísta, compositor, letrista e escritor, nascido em Fortaleza, Ceará. Formado em direito pela UF do Ceará, e em letras pelo CEUB. Em 1985, ingressou na carreira diplomática no instituto Rio Branco, em Brasília. Em função disso, morou em diversos países. Tem mais de 50 livros publicados, alguns em espanhol. O livro Paris e seus poetas visionários recebeu o “Prêmio Cecília Meireles”, em 2021, da UBERJ.

Sobre QUE LUZ BOA EM LISBOA! (UMA QUASE HISTÓRIA DA LITERATURA PORTUGUESA): “Márcio Catunda, autor de 50 livros, alguns dos quais ganhadores de importantes prêmios literários, apresenta-nos este “Que luz boa em Lisboa!”, livro versátil, genericamente múltiplo: são as memórias de um escritor que viveu em Lisboa, o relato dos seus passeios e a descrição dos principais monumentos da cidade, como pretexto para narrar uma quase história de Portugal e uma quase história da Literatura Portuguesa. Os grandes escritores lusitanos estão aqui mencionados, com detalhes biográficos e análises de suas obras principais”.

EDMILSON CAMINHA comenta: “(…) Texto primoroso, que, pela substância histórica, pela agudeza das observações e pela elegância do estilo compara-se à prosa do Guia de Ouro Preto, de Manuel Bandeira, do Roteiro Lírico e sentimental de Ouro Preto e do Amor a Roma, os dois de Afonso Arinos de Melo Franco. (…) trata-se de verdadeira aula de História antiga e contemporânea, que vem dos pinheirais de Leiria até a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em cujo secretariado executivo trabalhou como diplomata brasileiro. (…) Tudo envolto no sentimento lírico do talentoso poeta que Márcio Catunda também é. Com cicerone de tamanho saber, caminhamos por ruas, praças, monumentos, livrarias e tabernas. em um privilegiado mergulho na história de Portugal. Experiência que vale por um curso intensivo de literatura lusitana, graças ao que aprendemos… (…) Saber profundo, rico, mas sem o tom pedante da preleção acadêmica, insípida, inodora e incolor como a água que somos, muitas vezes, coagidos a tomar. Catunda escreve admiravelmente bem, com a cultura do diplomata, a clareza do bom professor, o refinamento do intelectual, a elegância do estilista, a sensibilidade do poeta. (…) Desfrutemos, pois, o inesquecível passeio com que o anfitrião nos encanta e enriquece.”  

Assim, para quem ama história de viagens, personagens e lugares, narrada com a maestria de um grande escritor, fica a dica do nosso DESTAQUE DA SEMANA da SEXTAS POÉTICAS:  o belíssimo QUE LUZ BOA EM LISBOA! (UMA QUASE HISTÓRIA DA LITERATURA PORTUGUESA), de MÁRCIO CATUNDA, Dowslley Editora, 2025. IMPERDÍVEL!

OUTRAS NOTÍCIAS:

– AMANHÃ, DIA 24 DE JANEIRO, ÀS 10h, “TRIBUTO A CHICO MENDES”, com IBÁ DOS SANTOS, ROSA ROLDAN e Grupo POESIA SIMPLESMENTE. A PROGRAMAÇÃO COMPLETA ESTÁ NO CARD. Local: Parque Estadual da Chacrinha, Rua Guimarães Natal, s/n, Copacabana.

“TRIBUTO A CHICO MENDES

– DIA 05 DE FEVEREIRO, ÀS 19h, lançamento da Revista-Objeto, coordenada editorialmente pelo poeta e artista plástico XICO CHAVES. A revista tem 38 páginas soltas, textos e imagens de 28 professores e alunos, editada como celebração dos 50 anos de atividades da Escola de Artes Visuais do Parque Lage – EAV. Na ocasião, conversa aberta com XICO CHAVES. Local: Cavalariças do Parque Lage.  IMPERDÍVEL!

DIA 05 DE FEVEREIRO, ÀS 19h, lançamento da Revista-Objeto,

– O jornalista HÉLIO ARAÚJO está no ar com o episódio 209 do “PÉDCAST DO CAMINHO – o Podcast do peregrino”. O episódio entrevista o jornalista e escritor português PEDRO GIL DE VASCONCELOS, que está lançando o último volume de sua trilogia O meu caminho da Geira e Arrieiros – O guia, que tem o objetivo “de ajudar quem deseja caminhar de Braga a Santiago de Compostela”. Toda a entrevista pode ser curtida através do Spotify, nos links descritos a seguir.

PÉDCAST DO CAMINHO

Aqui me despeço de vocês, amigos e amigas. Grande abraço do Tanussi Cardoso.

 

www.tanussicardoso.com.br

Confira as colunas do Projeto AC Verso & Prosa (@acversoeprosa):


com Ana Lúcia Gosling

com César Manzolillo


com Tanussi Cardoso

Coluna de Chris Herrmann (@_chrisherrmann):

Author

Poeta. Letrista. Crítico literário. Jornalista. Advogado. Em 1995 sua composição “Viver a vida” (c/ Amarildo Silva) foi incluída no CD “Rios Afluentes”, de Amarildo Silva. O mesmo parceiro gravou em 1997 “Barraco vazio”, parceria de ambos, no CD “Estação”, também de Amarildo Silva. Em 1999 o grupo Cambada Mineira regravou “Viver a vida”, parceria com Amarildo Silva, um dos integrantes do grupo. No ano 2000 Rosi Sanga interpretou o poema “Das dores de amor” no CD “Femup 2000”, de música e poesias premiadas no “XXXV Festival de Música e Poesia”, da Fundação Cultural de Paranavaí, do Estado do Paraná. No ano participou do “Concurso Internacional de Poesias Cantinho do Poeta”, tendo seu poema “Sobre o mar”, sido incluído em CD lançado pelo Selo Rickmarc – Publishing, na Inglaterra. Sua composição “Beco com saídas” foi incluída no CD “Gata de rua”, da parceira Sandra Bernardo. Em 2003 sua parceira Delayne Brasil, no CD “Nota no verso”, incluiu “Veredicto” e “Lábios que beijei”, parcerias de ambos. Neste mesmo ano participou, ao lado de Euclides Amaral, Marko Andrade, Zezé Motta e Noca da Portela, do projeto “Conexão Solidária”, no teatro do Sesc da Tijuca. Em 2004, no CD “Virgem Sertão Roseano”, de Amaraildo Silva, o parceiro interpretou “Canção pra Diadorim”, “Cruz do sertão” e a faixa-título, as três, parcerias de ambos. No ano de 2010 lançou o livro “50 poemas escolhidos pelo autor” (Edições Galo Branco & Casa de Cultural Laura Alvim), na Casa de Cultura Laura Alvin, em Ipanema. Participou, com Salgado Maranhão, do programa “Espaço Aberto – Literatura”, de Claufe Rodrigues, na Globo News. Toda sexta-feira, no ArteCult, através da coluna SEXTAS POÉTICAS, publica poemas e dicas culturais no ArteCult. Coluna que integra o projeto AC VERSO & PROSA junto de Ana Lúcia Gosling (crônicas) e César Manzolillo (contos).

12 comments

  • “Obrigado, Tanussi. 2025 foi um ano extremamente feliz para mim, graças ao Oliani. E 2026 já começa com você me dando essa alegria. Gratidão.” (Poeta ROGÉRIO SALGADO)

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  • “Belíssima poesia.
    Afinada com as mãos atuais realidades filosóficas.” (Poeta, compositor, cantor Ivan Wrigg)

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  • “Muito boa sua página, Tanussi. Um Zanoto digital. Adorava a coluna dele .” (Poeta MANO MELO )

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  • “Poemaço! E, cada vez melhor sua coluna. Adorei as dicas de teatro. Repassei pra uma galera que tá aqui no Rio. Abç!” (Poeta TCHELLO DE BARROS)

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  • “Que riqueza!
    Viva Márcio Catunda.
    Palmas para os percursos poéticos de Rogério Salgado e Igor Calazans.”
    (escritora RAQUEL NAVEIRA)

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  • “Gostei do seu vídeo com o poema curto; mínimo, mas diz muito. Seu poema “Sobre Dor e Deus”
    me tocou muito, principalmente no verso “o que morre não morre”
    Muito bom!
    O livro indicado “A Reinvenção das Metáforas” parece muito interessante, os poemas são ótimos. Adorei “A Palavra” e “Reticência”.
    A peça de Othon Bastos, “Não Me Entrego, Não” é
    maravilhosa.
    Como nosso teatro cresceu!
    E o livro “Que Luz Boa em Lisboa”, de nosso querido Marcio Catunda, vou comprar para presentear filho e neto que moram em Lisboa. Gosto muito desta terrinha.
    E agora vamos prestigiar “Tributo a Chico Mendes”
    Obrigada, Tanussi querido, por esta Sexta Poética! Amei!!!” ( poeta SYLVIA GRABOIS)

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