Carioca, licenciado em Letras (Português – Literaturas) pela UFRJ, mestre e doutor em Língua Portuguesa pela mesma instituição, com pós-doutorado em Língua Portuguesa pela USP. Participante de 32 coletâneas literárias. Autor do livro de contos "A angústia e outros presságios funestos" (Prêmio Wander Piroli, UBE-RJ). Professor de oficinas de Escrita Criativa. Revisor de textos.
Toda quinta-feira, no ArteCult, publica um conto em sua coluna "CONTO DE QUINTA", que integra o projeto "AC VERSO & PROSA" junto com Ana Lúcia Gosling (crônicas) e Tanussi Cardoso (poemas).
CONTO DE QUINTA: O ÚLTIMO ACORDE Entre notas que ecoam na praça ao cair da tarde e a delicada rotina de um jovem músico que encontra no violoncelo sua forma de existir no mundo, o novo conto de César Manzolillo…
CONTO DE QUINTA: O LABIRINTO MÁGICO Há livros que nascem como enigmas e aguardam, silenciosamente, o leitor capaz de decifrá-los. No conto desta semana, César Manzolillo nos conduz pelos corredores de uma história sobre persistência, tempo e reconhecimento tardio: um…
CONTO DE QUINTA: LETARGIA Entre paredes descascadas, um rádio antigo e o sopro frio de um entardecer que parece nunca terminar, César Manzolillo constrói uma narrativa de silêncios densos e afetos persistentes. Em “Letargia”, o tempo não corre: ele pesa.…
CONTO DE QUINTA: Bianca César Manzolillo constrói uma narrativa cortante sobre o poder transformador da educação. E também sobre suas feridas. Apenas para descobrir que ensinar é também atravessar sombras. ️ Editorias: AC Literatura – Verso & Prosa ✍️ Coluna:…
CONTO DE QUINTA: VIZINHOS Num fim de tarde aparentemente comum, o silêncio de uma rua pacata é atravessado por três estampidos. E, com eles, pela inquietação humana que fareja tragédias antes mesmo de compreendê-las. Em Vizinhos, César Manzolillo constrói uma…
Autora será homenageada na categoria “Melhor Livro Lançado no Exterior” pelo romance O Escutador da Quaresma, publicado em Portugal e marcado por uma escrita que dialoga com a psique humana e a reforma psiquiátrica A escritora Renata Quiroga será uma…
com César Manzolillo NA JANELA A Alfred Hitchcock Teleobjetiva. Grande-angular. Um aniversário que explode em risos e velas. Um quarto onde corpos se entrelaçam em sexo selvagem. A mata encravada na cidade respira sombras. Urubus, gaviões, pássaros em círculos. Um grito rasga o silêncio. Discussão,…
com César Manzolillo ALGUMAS GOTAS DE MÁGOA E UMA PITADA DE DESALENTO Quando Jairo se sentou naquele banco, Dulce já estava ali. Folheava uma revista de fofocas, aparentemente sem muito interesse. Ficaram lado a lado sem nada dizer por…
com César Manzolillo FÁTIMA Vocês são vermes, pensam que são reis. (Renato Russo & Flávio Lemos) No dia em que completou 44 anos, Fátima decidiu transformar em realidade uma ideia que a acompanhava em silêncio havia muitos meses.…
com César Manzolillo MAFALDA ̶ Vó, tenho de sair. Você poderia ficar com a Marcela? Devo estar de volta lá pelas dez, tudo bem? Mafalda tinha acabado de completar 87 anos. Seis filhos, onze netos e três bisnetos, ainda…
No último dia 10 de dezembro, a Blooks Livraria, no Rio de Janeiro, foi palco do lançamento de Flores do deserto (Ventura Editora, 2025), mais recente livro do consagrado escritor Márcio Catunda. Trata-se de uma obra com poesia experimental e…
com César Manzolillo DINAH Dinah morava no último andar de um prédio malconservado de uma rua erma da zona sul da cidade. Noventa e quatro anos, viúva há sete. Os vizinhos comentavam que coisas estranhas vinham acontecendo no…
com César Manzolillo AMOR EM TEMPOS DE CHUMBO ¨Amo você¨, ¨não posso viver sem você¨, ¨você é a mulher da minha vida¨. O texto da peça que o Grupo Consciência vinha encenando havia um mês nas dependências do…
com César Manzolillo CIBELE Cibele sempre adorou um espelho. Desde criança, ficava horas diante dele. Penteava os cabelos, fazia e retocava a maquiagem. Experimentava roupas. Saias rodadas e blusas rendadas. Sapato boneca de salto alto, sandália anabela, bolsas de…
com César Manzolillo A CASA DA MINHA AVÓ Nessa noite eu tive um sonho com a minha avó, que engraçado, ela possuía dois nomes, no registro oficial era Elvira, mas foi batizada como Alzira, e quase todo mundo só a…