Nascido em 70, no Rio de Janeiro, Andre Bringuenti mudou com a família para Nova Friburgo em 2001, e passou a viver da arte.
Em 2011, devido a uma forte chuva, perdeu a casa e o atelier. Voltou para o Rio, e foi um período importante, pois o colorido da cidade influenciou em seus trabalhos.
Em 2015 voltou para a cidade que escolheu viver com sua família, e se baseou em Lumiar.
Em sua caminhada artística passou por vários estilos, sempre bebendo de várias fontes: pop art, impressionismo, entre outras. Nessa busca pela desconstrução, acabou desenvolvendo um estilo próprio, que batizou de Bringuentino. O primeiro quadro que fez nesse estilo, foi uma homenagem ao seu filho Iago, que sofreu um acidente de skate em 2016, e veio a falecer.
O estilo Bringuentino tem um traço mais fluídico, solto, como se os personagens não tivessem uma estrutura óssea, sem a preocupação com proporções. Os olhos saltam da face, não tem boca, as mãos com cinco dedos, mas os pés com quatro, e geralmente os personagens estão descalços.
André já fez diversas exposições individuais e coletivas, inclusive no Salão Internacional do Carrossel Du Louvre, em Paris.
Outro dia, numa prosa despretensiosa, alguém me disse com toda a convicção: “nem todo mundo é criativo”. Me espantei. Para mim, a criatividade sempre foi inerente ao ser humano. É de fábrica. Na hora me veio Pablo Picasso na…
O engraçado é que a primeira manifestação artística que se tem notícia, me parece bem democrática, na verdade não posso afirmar, não estava lá, nem conheço alguém que já tenha estado. Mas pinturas feitas na parede, mesmo que dentro de…
Essas mal traçadas linhas Fui convidado pelo ArteCult para ser colunista, aceitei de pronto, honrado e feliz. A tarefa parecia simples: falar sobre aquilo que já faço todos os dias — ARTE. Fui então ter com essa palavra, afinal…