“Cartas para Gonzaguinha, O Musical” retorna aos palcos no Teatro João Caetano

Cartas Para Gonzaguinha – Crédito Sarah Plutarcho

 

Visto por mais de 22 mil pessoas, aclamado espetáculo revive o processo de composição do clássico “O que é, o que é?” com uma história emocionante

 

O que é a vida? Gonzaguinha lançou essa enquete ao público na década de 1980 e, com as respostas que recebeu de volta, compôs “O que é, o que é?”. Mais de quarenta anos depois, a pergunta ainda roda, a cabeça ainda agita e o musical “Cartas para Gonzaguinha” traz esse questionamento novamente para o povo brasileiro no palco do Teatro João Caetano, no Centro, em curta temporada de 09 a 31 de maio, quintas e sextas, às 19h, sábados, às 17h, e domingo, às 16h.

O espetáculo, já assistido por mais de 22 mil pessoas e que completa oito anos, apresenta alguns dos incontáveis sucessos de Gonzaguinha, como “O que é, o que é?”, “Sangrando”, “Explode coração”, “Eu apenas queria que você soubesse”, “Grito de alerta”, “Recado”, e outras canções nunca lançadas pelo homenageado. Em cena, 18 atores e uma banda de arrepiar, sendo uma das instrumentistas Nanan Gonzaga, filha do cantor e neta de Luiz Gonzaga, que também assina a pesquisa de dramaturgia. A direção é de Rafaela Amado. João Bittencourt é o diretor musical. O texto é de Thiago Rocha.

“Gonzaguinha fala ao coração do povo brasileiro, e nós esperamos que o público se emocione e cante junto com a gente essas canções tão icônicas” – destaca Rafaela Amado.

 

O que é a vida?

O musical mostra as dores e as delícias de trabalhadores urbanos que ousam sonhar com feijão na mesa e sorriso nos lábios. O ano é 1981 e a retomada da democracia avança lentamente pelo país, ainda sob forte repressão. Mas uma pergunta posta por Gonzaguinha em uma revista tira a classe operária de sua rotina: “O que é a vida?”. As respostas mais criativas podem se tornar versos de uma nova música. Respostas de um povo que sacode a poeira suada da luta e encontra tempo para responder ao chamado do ídolo. Afinal, a vida é bonita, é bonita e é bonita.

“Gonzaguinha era humano. Queremos trazer a simplicidade do olhar dele quando fala das pessoas do cotidiano”,  pontua João Bittencourt.

 

 

Ficha técnica:

Músicas de Luiz Gonzaga Jr. (Gonzaguinha)

  • Direção – Rafaela Amado
  • Direção Musical – João Bittencourt
  • Assistência Geral, Pesquisa e Banda – Nanan Gonzaga
  • Texto Autoral – Thiago Rocha
  • Pianista Ensaiador – Guilherme Borges
  • Assistência de Direção – Malu Cordioli
  • Assistência Dramatúrgica – Marcelo Albuquerque
  • Assistência de Movimento – Sarah Plutarcho
  • Direção de Produção – Joana Mendes e Sarah Plutarcho
  • Produção Executiva – Flávio Moraes e Wagner Café
  • Assistente de Produção – Wagner Café
  • Coordenação Lojinha – José Guerra
  • Lojinha – Ana Parreiras e Ciça Troccoli
  • Figurino – Valéria Stefani
  • Cenografia – Nello Marrese
  • Desenho de som – André Breda, Rodrigo Oliveira
  • Iluminação e operação de luz – Dans Souza
  • Design gráfico e Programação Visual – Gabi Mello
  • Assistente de Design – Marcelo Alvim
  • Mídias Sociais – José Guerra e Ana Lobo
  • Fotos – Sarah Plutarcho
  • Assessoria de Imprensa – Carlos Pinho

 

Elenco:

Ana Lobo, Caio Nery, Celso Luz, Enzo Andrade, Gabi Mello, Hamilton Dias, Isis Botelho, Joana Mendes, José Guerra, Mafê Magoulas, Malu Cordioli, Marcelo Alvim, Matheus Vieira, Paula Sandroni, Rafaela Amado, Sarah Plutarcho, Thauan El Pavuna e Wagner Café

 

Serviço:

“CARTAS PARA GONZAGUINHA”

 

Arte da temporada

 

 

 

CHRIS HERRMANN
Escritora, musicista, editora, designer.
Editora-chefe Redação e Colunista ArteCult.com

 

Coluna Arthéria Viva

 

Author

Chris Herrmann é escritora/poeta, musicista, musicoterapeuta, editora e webdesigner teuto-brasileira, nascida no Rio de Janeiro. Estudou Literatura na UFRJ, Música no CBM e pós-graduou-se em Musicoterapia na Universidade de Münster, Alemanha. Tem 13 Livros publicados (poesia contemporânea, haikai, romance, contos e literatura infantil); bem como participação e organização em inúmeras coletâneas de poesia no Brasil e exterior. Recebeu diversas premiações ao longo dos últimos 20 anos, como escritora, poeta, webdesigner e curadora de sarau. É editora-chefe da revista eletrônica Ser MulherArte (www.sermulherarte.com | @sermulherarte); articuladora do Mulherio das Letras na Lua (Grupo de Poesia ligado ao Movimento Mulherio das Letras); editora do Sarau da Varanda (@sarau.da.varanda) e Arthéria Viva (@artheriaviva) no Instagram. Desde Outubro de 2025, é editora-chefe e colunista do Portal ArteCult (www.artecult.com | @artecult).

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