Do controle à dublagem: minha noite com Wolverine na Casa Magalu

Foto: Divulgação

Tem convite que a gente recebe e já sabe que vai dar história. E quando o assunto envolve PlayStation, Wolverine, games e dublagem, aí fica difícil o Veinho dos Games não ficar animado!

Ontem tive a oportunidade de estar na Casa Magalu, em São Paulo, para uma noite especial dedicada a Wolverine. E o que encontrei por lá foi muito mais do que simplesmente um evento para conhecer um novo jogo.

Foi uma experiência completa para quem é apaixonado por games e cultura geek: ativações, encontros, muita gente bacana, dubladores, momentos para guardar na memória e, para fechar a noite, ainda saí de lá com o jogo em mãos.

Então vem comigo porque eu vou contar como foi essa experiência.

Wolverine invadiu a Casa Magalu

Foto: Divulgação

Desde a chegada, já dava para perceber que a ideia era colocar os convidados dentro do clima de Wolverine.

O espaço estava preparado para receber a comunidade gamer, com ativações, cenários para fotos e experiências relacionadas ao jogo. E esse é um dos aspectos que mais gosto nesses eventos: não é simplesmente assistir a uma apresentação.

Você participa.

É a oportunidade de experimentar, produzir conteúdo, conversar sobre o jogo e, principalmente, encontrar outras pessoas que compartilham essa mesma paixão.

Quem acompanha o Veinho sabe que eu adoro videogames, mas gosto ainda mais de tudo aquilo que existe ao redor deles: os eventos, as histórias, os colecionáveis, as pessoas e os encontros que esse universo proporciona.

E naquela noite teve bastante disso.

Dá o play: Wolverine em ação

 

É claro que uma noite dedicada a Wolverine precisava ter o próprio Wolverine em ação.

E aqui vale uma pequena pausa na história para você conferir o trailer oficial do jogo.

Dá o play!

Depois me conta: tem como assistir e não ficar com vontade de pegar o controle?

Games e dublagem no mesmo lugar? Aí vocês querem acabar comigo!

Foto: Divulgação

Agora chegamos a uma das partes mais especiais da noite para mim.

Quem me acompanha há algum tempo também conhece outra paixão minha além dos videogames: a dublagem brasileira.

Já tive a felicidade de conhecer muitos profissionais da área e continuo achando incrível quando encontro pessoalmente as pessoas responsáveis por algumas das vozes que fazem parte das nossas memórias.

E olha o time que estava reunido na Casa Magalu:

Arthur Machado, Carol Valença, Ricardo Juarez, Lucas Almeida, Gustavo Nader, Luiza Caspary e Denise Sperandelli.

Sim, meu amigo… colocaram o Veinho dos Games no meio de um monte de dublador. Era praticamente impossível eu me comportar!

Foto: Divulgação

Entre os encontros estava Luiza Caspary, que os gamers conhecem muito bem como a voz brasileira de Ellie em The Last of Us.

E essa é uma das coisas que mais admiro na dublagem.

Durante horas e horas de um jogo, aquela voz acompanha você. Ela ajuda a transmitir raiva, medo, humor, tristeza e emoção. Sem perceber, criamos uma relação com aquele personagem e aquela interpretação passa a fazer parte da nossa memória.

Então, quando temos a oportunidade de encontrar os profissionais por trás dessas vozes, a experiência ganha outro significado.

Poder conversar, brincar, tirar fotos e compartilhar alguns momentos com essa turma foi, sem dúvida, um dos pontos altos da minha noite.

Ali duas das minhas grandes paixões estavam literalmente no mesmo lugar:

games e dublagem.

Mais do que jogar, viver a experiência

Foto: Divulgação

Uma coisa que eventos como esse mostram muito bem é como o videogame deixou há muito tempo de ser apenas aquilo que acontece na televisão quando ligamos o console.

Hoje existe toda uma cultura ao redor dele.

Tem comunidade, cosplay, colecionáveis, dublagem, música, criação de conteúdo, encontros e experiências que começam muito antes de apertarmos o botão START.

E talvez seja justamente por acompanhar videogames há tantos anos que eu goste tanto disso.

Eu venho de uma época em que a experiência gamer era colocar o cartucho no console — e, quando não funcionava, dar aquela famosa assoprada que aparentemente resolvia todos os problemas tecnológicos da humanidade.

Olhar para tudo o que existe hoje e poder participar disso de perto é muito bacana.

E eu achava que a noite já tinha sido boa…

Foto: Divulgação

Depois das ativações, dos encontros, das conversas, das fotos e de toda aquela experiência, chegou a hora de ir embora.

Mas havia uma última surpresa.

O Veinho não saiu da Casa Magalu de mãos vazias.

Saí de lá com Wolverine!

E vou confessar: não importa quantos anos você tenha ou há quanto tempo jogue videogame. Existe uma sensação que nunca muda.

Jogo novo na mão é jogo novo na mão!

Você olha para aquela caixa e já começa a imaginar a hora de chegar em casa, ligar o videogame, pegar o controle e finalmente descobrir o que está esperando por você.

E depois de uma noite inteira mergulhado naquele universo, a vontade de jogar só ficou maior.

Esse foi apenas o primeiro save

Foto: Divulgação

E existe mais um motivo para essa noite ficar marcada para mim.

Este texto também representa minha estreia como colunista do ArteCult.

Por isso, para quem está chegando agora e ainda não conhece esse Veinho que apareceu por aqui falando de Wolverine, deixa eu me apresentar.

Eu sou Junior Figueiredo, o Veinho dos Games.

Sou apaixonado por videogames, cultura geek, colecionáveis, action figures, Funko, cinema e dublagem. E, acima de tudo, gosto das pessoas e das histórias que encontro pelo caminho através dessas paixões.

É justamente isso que quero trazer para este espaço.

Quero falar de jogos, lançamentos, eventos, colecionáveis, nostalgia, dublagem e das experiências que fazem parte desse gigantesco universo geek.

Algumas vezes vamos falar de novidades.

Em outras, provavelmente vou puxar alguma história de décadas atrás.

E, conhecendo o Veinho, certamente vai ter muita zoeira pelo caminho também.

Porque videogame, para mim, sempre foi muito mais do que terminar um jogo.

São as histórias que a gente coleciona enquanto joga.

E a história de ontem na Casa Magalu foi uma daquelas que vale a pena guardar.

Obrigado ao ArtCult pelo convite e a você que chegou comigo até aqui.

Aperta o START porque essa história está só começando.

Eu sou o Veinho dos Games e nos vemos no próximo checkpoint!

Author

Games, Colecionáveis e muita Nostalgia. Provando que Gamer não tem idade. Do Odyssey ao PS5. Eventos e Coberturas. Vem fazer parte desta resenha!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *