Rock in Rio faz grande festa repleta de hits com Maroon 5, Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio

Pedro Sampaio, J Balvin, Demi Lovato e Maroon 5 comandaram uma noite marcada pela diversidade musical, enquanto outros palcos receberam grandes encontros e apresentações que movimentaram o festival

A Cidade do Rock viveu neste sábado (12) mais um dia daqueles em que é difícil escolher para onde olhar. Entre funk, reggaeton, pop, rock, forró, samba, MPB e música eletrônica, o sexto dia do Rock in Rio 2026 mostrou novamente a diversidade que faz parte da identidade do festival.

No Palco Mundo, Pedro Sampaio abriu a programação colocando o público para dançar com seus principais sucessos e repetindo no Rio de Janeiro o famoso “Cavalinho” que já havia levado 100 mil pessoas à pista no Rock in Rio Lisboa. Na sequência, J Balvin trouxe o reggaeton latino, Demi Lovato apresentou músicas de seu trabalho mais recente ao lado de grandes sucessos da carreira e o Maroon 5 encerrou a noite com um repertório conhecido por diferentes gerações.

Nos demais espaços da Cidade do Rock, o sábado também foi marcado por encontros. O Palco Sunset recebeu apresentações que aproximaram diferentes sotaques e estilos da música, enquanto o New Dance Order promoveu um encontro especial da família de Alok. Espaço Favela, Supernova e Global Village completaram a programação com artistas de diferentes regiões e gêneros.

Confira os registros do sexto dia de festival:

Palco Mundo transforma a Cidade do Rock em uma grande pista de dança

Pedro Sampaio foi responsável por abrir o Palco Mundo e já começou o dia colocando o público para dançar. Com sucessos como “JETSKI”, “POCPOC” e “Sequência Feiticeira”, o artista comandou uma apresentação marcada por coreografias, bailarinos e muita interação.

O momento mais comentado veio quando Pedro repetiu no Rio o “Cavalinho” que havia realizado no Rock in Rio Lisboa para um público de 100 mil pessoas. Desta vez, a brincadeira tomou conta da Cidade do Rock e mostrou mais uma vez a força do artista em transformar grandes multidões em uma única pista de dança.

Na sequência, J Balvin levou a força do reggaeton latino ao Palco Mundo. O colombiano revisitou sucessos como “Mi Gente”, “Ginza” e “Downtown”, combinando música urbana, pop e uma produção visual que aproveitou a nova estrutura do palco.

Pedro Sampaio ainda retornou para uma participação em “Perversa”, antes da entrada de Melody para “Jetsky”. A apresentação seguiu com “Ritmo”, “Que Calor” e “In the Ghetto”, encerrando a noite latina com muita dança.

Demi Lovato trouxe outro momento marcante para o festival. A cantora equilibrando músicas do álbum It’s Not That Deep, lançado em 2025, com sucessos que já fazem parte de sua trajetória, como “Heart Attack”, “Confident”, “Skyscraper”, “Give Your Heart a Break” e “Tell Me You Love Me”.

Além da potência vocal, o show também foi marcado pela conexão com os fãs e por momentos de interação em português.

Fechando a programação do Palco Mundo, o Maroon 5 transformou a Cidade do Rock em um grande coro. Com mais de duas décadas de carreira, a banda revisitou músicas como “This Love”, “She Will Be Loved” e “Moves Like Jagger”.

O encerramento veio com “Sugar”, em um daqueles momentos em que boa parte do público parece conhecer cada palavra.

Palco Sunset celebra encontros entre gerações e diferentes sotaques da música

O Palco Sunset começou o sábado com Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago, que apresentaram um projeto que aproxima rap, jazz, MPB e ritmos afro-lusófonos.

Na sequência, os Gilsons receberam convidados como Narcizinho, Olodum e Daniela Mercury. A apresentação ganhou clima de carnaval de Salvador e levou ao palco sucessos como “Avisa Lá”, “Deusa do Amor”, “Nobre Vagabundo”, “Faraó” e “Samba Enredo”.

João Gomes levou a cultura pernambucana para a Cidade do Rock. O artista foi acompanhado por um cortejo com pernas de pau, bonecos gigantes e personagens do folclore, além da Orquestra de Frevo e do Boi da Macuca.

Encerrando o Sunset, Mumford & Sons apresentou sua mistura de folk e indie rock. “Little Lion Man”, “The Cave” e “I Will Wait” fizeram parte de um show marcado pelos instrumentos acústicos, vocais potentes e pelos grandes coros formados pela plateia.

New Dance Order reúne a família de Alok

O sábado também foi especial no New Dance Order. A programação começou com Bhaskar, irmão de Alok, seguido por Adam Sellouk e Gabe.

Na sequência, Ekanta e Swarup, pais dos irmãos, também passaram pelo palco. O encontro da família ganhou seu momento mais especial com Alok – Rave The World, que contou com um espetáculo de drones e reuniu todos no palco.

Espaço Favela, Supernova e Global Village ampliam a diversidade

No Espaço Favela, Soul de Brasileiro abriu a programação com uma mistura de soul, R&B, samba, jazz e MPB. Formado por José Junior, Ge Vieira e Negra Silva, o trio levou para o festival músicas do álbum SOU.

Priscila Senna veio na sequência com um espetáculo dedicado ao brega pernambucano. Com o tema “No Alto da Minha História”, a cantora transformou sua própria trajetória em parte da apresentação e levou ao público sucessos como “Alvejante” e “Te Beijo Chorando”.

Fechando o espaço, a Timbalada transformou a Cidade do Rock em uma verdadeira micareta baiana. A apresentação contou com participação de Gominho, Denny Denan dividindo os vocais com Buja Ferreira e até um mini trio elétrico no palco.

No Supernova, Celo Dut, Yago Oproprio, Milo J e Delacruz movimentaram a programação. Já no Global Village, Badi Assad, Hamilton de Holanda e Mestrinho apresentaram diferentes possibilidades da música brasileira.

Mestrinho encerrou o dia com sua sanfona e um repertório que passou por nomes como Marília Mendonça, Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Em homenagem a Rita Lee, considerada por ele a Rainha do Rock Brasileiro, o artista também apresentou “Caso Sério”, “Erva Venenosa” e “Lança Perfume”.

Author

Sou Jeff Ferreira, apaixonado por música desde sempre. Há 8 anos, transformo minha paixão em matérias, entrevistas e análises que aproximam artistas e fãs. Nerd por natureza, adoro explorar histórias, descobrir novas sonoridades e compartilhar tudo isso em textos que vão além das palavras — porque, para mim, música é emoção, é vida, é conexão.

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