Line-up reúne programação 100% feminina, estreia de Milo J no Brasil e nomes em ascensão do rap, trap, R&B e da nova música brasileira
O Palco Supernova chega ao segundo fim de semana do Rock in Rio Brasil 2026 reforçando sua vocação como um dos principais espaços dedicados à descoberta de novos artistas e à diversidade da música contemporânea. Depois de uma primeira semana marcada por encontros entre diferentes gerações e estilos, o palco prepara três novos dias de programação que passam pelo pop, funk, música eletrônica, rap, trap, R&B e pela música urbana brasileira e latino-americana.
No primeiro fim de semana, o Supernova chamou a atenção pela variedade de sua programação. O humor irreverente de Diogo Defante, o carisma de Lvcas, o peso de João Gordo & Asteroides Trio em uma homenagem aos Ramones e a apresentação de ZeROBADASS, responsável pela abertura da programação de um dos dias, ajudaram a construir a identidade do espaço.
No domingo, a nova música brasileira ganhou ainda mais espaço com Zeca Veloso, que fez sua estreia em grandes festivais acompanhado por Xamã. O encerramento ficou por conta de Alee, que levou seu trabalho ao público do festival.
Parceria entre a Sony Music Brasil e o Rock in Rio, o Supernova se consolidou como uma vitrine para artistas em ascensão, aproximando diferentes gerações e apresentando ao público novas sonoridades.
Sexta-feira terá programação 100% feminina
Na sexta-feira, 11 de setembro, o Palco Supernova será comandado exclusivamente por mulheres. A programação começa com Muse Maya, cantora, DJ e compositora que retorna ao palco após sua participação anterior no festival.
Na sequência, será a vez de Isa Buzzi, catarinense vencedora do Prêmio Multishow 2023, que define sua identidade musical como “pop ácido”.
A programação também contará com Ananda, neta de Bola, percussionista dos Novos Baianos, que representa uma nova geração da música brasileira.
Encerrando a noite, NandaTsunami assume o posto de headliner. Com mais de 170 milhões de streams, a artista apresenta uma sonoridade que transita entre funk, pop e música eletrônica.
A escolha de um line-up totalmente feminino reforça a proposta do Supernova de abrir espaço para diferentes vozes e trajetórias dentro da música contemporânea.
Milo J faz sua estreia no Brasil
No sábado, 12 de setembro, o Supernova amplia seu olhar para a música urbana latino-americana. O grande destaque da programação será Milo J, fenômeno da nova música argentina, que fará sua estreia no Brasil.
O artista apresenta um trabalho autoral que combina trap, folk e influências da música latino-americana, levando ao festival uma sonoridade que ultrapassa as fronteiras do gênero urbano.
Antes dele, o público poderá acompanhar Celo Dut, representante da nova geração da cena urbana baiana, e Yago Oproprio, rapper paulistano indicado ao Grammy Latino em 2024 na categoria Melhor Interpretação Urbana em Língua Portuguesa por “La Noche”.
O encerramento do sábado ficará por conta de Delacruz, cantor e compositor carioca conhecido pela voz marcante e por letras que transitam por temas românticos e intimistas. Entre os sucessos que fazem parte de sua trajetória estão “Sunshine”, “Cigana” e “Me Leva”.
Rap e música urbana encerram o segundo fim de semana
No domingo, 13 de setembro, o Supernova encerra sua programação com um dia dedicado ao rap e à música urbana.
A abertura ficará por conta de AR Baby, representante da nova geração do trap nacional. O artista combina rap, trap e R&B em músicas que abordam vivências urbanas e experiências pessoais.
Em seguida, Bruna Black leva ao palco uma mistura de MPB, R&B e ritmos brasileiros. A cantora e compositora ganhou projeção nacional após sua participação no The Voice Brasil.
Com trajetória construída no rap underground, Sant apresenta suas rimas marcadas por temas sociais, existenciais e situações do cotidiano.
Fechando a programação do Supernova no Rock in Rio 2026, Lourena representa uma das vozes femininas de destaque da cena urbana. A carioca ganhou projeção com o projeto Poesia Acústica e apresenta um repertório que passeia pelo rap, R&B, soul e pop, abordando sentimentos, relacionamentos, independência e o universo feminino.
Supernova reforça espaço para novas sonoridades
Com artistas de diferentes trajetórias, gêneros e gerações, o segundo fim de semana mantém a proposta que marcou o Supernova desde o início desta edição: funcionar como uma vitrine para nomes em ascensão e, ao mesmo tempo, aproximar artistas já reconhecidos pelo público de novas sonoridades.
A programação também amplia o alcance do palco ao incluir Milo J e a nova cena argentina, criando um diálogo entre a música urbana brasileira e latino-americana.
Em meio aos grandes nomes dos palcos principais, o Supernova segue cumprindo um papel importante dentro da Cidade do Rock: apresentar artistas que estão construindo seus próprios caminhos e oferecer ao público a oportunidade de descobrir novas referências musicais.
Serviço
Rock in Rio Brasil 2026 – Palco Supernova
Shows diários a partir das 14h30
11 de setembro – sexta-feira
Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami
12 de setembro – sábado
Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz
13 de setembro – domingo
AR Baby
Bruna Black
Sant
Lourena
Sobre o Filtr Music
O Filtr Music é a marca global de curadoria musical da Sony Music Entertainment. No Brasil, a plataforma atua com playlists, conteúdos, tecnologia e experiências multiplataforma, conectando artistas e fãs. Entre seus projetos estão Studio F, #Quintou, Discos N’Agulha e Daquele Jeito, além de iniciativas como o Filtr Bot e a curadoria de espaços como o Palco Supernova no Rock in Rio Brasil.
Sobre o Rock in Rio Brasil
Criado por Roberto Medina em 1985, o Rock in Rio completa 41 anos em 2026. Ao longo de sua história, o festival passou por Brasil, Portugal, Espanha e Estados Unidos e recebeu mais de 12,3 milhões de visitantes, com mais de 4.667 artistas em 141 dias de evento.
Além da música, o festival mantém projetos voltados à sustentabilidade, educação, cultura e responsabilidade social. Entre suas iniciativas estão a certificação ISO 20121 de Eventos Sustentáveis, a neutralidade de carbono desde 2006 e projetos de reflorestamento na Amazônia.










