
O Dia do Ceviche, comemorado em 28 de junho no Peru, é mais do que uma data gastronômica: é um tributo à identidade cultural, à história e à biodiversidade marinha da América Latina. O ceviche — prato à base de peixe cru marinado em suco cítrico, geralmente de limão, temperado com pimenta, cebola roxa e coentro — representa uma síntese entre tradições indígenas e influências coloniais. Celebrar essa iguaria é também celebrar um patrimônio vivo e dinâmico que une gerações e ultrapassa fronteiras.

Historicamente, o ceviche é associado às civilizações pré-colombianas da costa pacífica da América do Sul, especialmente no território que hoje corresponde ao Peru. Pescadores antigos já preparavam peixes crus com sucos de frutas fermentadas ou especiarias locais muito antes da chegada dos espanhóis. Com o tempo, a receita foi ganhando novos ingredientes, como o limão trazido da Europa, que deu ao prato a acidez característica que conhecemos hoje. A consagração do Dia do Ceviche pelo governo peruano, em 2008, buscou não só valorizar a tradição culinária, mas também fortalecer o sentimento de pertencimento nacional.

No entanto, o ceviche não é exclusivo do Peru. Países como Equador, Chile, Colômbia, México e até o Brasil desenvolveram suas versões próprias, adaptadas aos ingredientes e paladares locais. Essa multiplicidade de receitas reforça o potencial do ceviche como símbolo da diversidade e criatividade da culinária latino-americana. O prato também vem ganhando notoriedade internacional, sendo frequentemente incorporado a cardápios de restaurantes renomados e feiras gastronômicas em todo o mundo.
Além do aspecto cultural, o Dia do Ceviche levanta debates importantes sobre sustentabilidade e preservação marinha. A pesca responsável, o uso de espécies locais e a valorização de pequenos produtores são pautas que se intensificam nesse contexto. Afinal, a permanência de tradições como o ceviche depende diretamente do equilíbrio entre consumo e conservação ambiental.
Em suma, o Dia do Ceviche é uma celebração que transcende o prato em si. Ele representa uma ponte entre passado e presente, natureza e cultura, local e global. Ao saborearmos um ceviche, experimentamos não apenas uma explosão de sabores, mas também uma história rica em simbolismos, identidade e pertencimento. É um lembrete saboroso de que a comida é, muitas vezes, o modo mais direto de se conectar com a alma de um povo.

E é um fato incontestável que o tradicional ceviche peruano conquistou o paladar brasileiro — e não poderia haver ocasião melhor para comemorar do que o Dia do Ceviche, 28 de junho.

No coração de Botafogo, o PEIXOTO SUSHI (@peixotosushi) oferece duas versões irresistíveis desse prato refrescante e cheio de personalidade.

Para os amantes de sabores marcantes, o ceviche de salmão (R$60) é a pedida perfeita, enquanto quem prefere um toque mais suave pode se deliciar com o ceviche de peixe branco (R$45). Ambos são acompanhados por chips caseiras crocantes, que completam a experiência com sabor e textura.


Mais do que uma refeição, é um convite para apreciar a fusão entre a cozinha japonesa e peruana com um toque carioca — tudo isso em um ambiente acolhedor e intimista, com capacidade para apenas 30 pessoas.
SERVIÇO
Peixoto Sushi
Rua Dezenove de Fevereiro, 49 – Botafogo
(21) 99839-3895
Segunda a sábado – 12h às 23h
Domingo – 12h às 22h
Aceita todos os cartões e vales-refeição (VR, TR, Sodexo e Alelo)









