
com César Manzolillo

VELÓRIO
No dia do enterro, já se sabia: ninguém derramaria uma lágrima pelo falecido. A família, pragmática, contratou uma carpideira profissional. Ela chegou pontual, vestida de preto, expressão compenetrada, pronta para cumprir seu papel. Silêncio na sala. Olhares desconfiados. A carpideira então observou os presentes, respirou fundo… e caiu na gargalhada.

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