
com César Manzolillo

CORTA!
A Marilyn Monroe
No início, era Norma. Pele comum, sonhos discretos, voz de menina. Depois veio o loiro. Não só nos cabelos, mas na aura. Virou símbolo. Virou desejo. Virou ícone. A câmera a amava. O mundo a consumia. Os homens a desejavam, e as mulheres a invejavam. Ela sorria, como mandava o script, e seguia sua estrada. Entre flashes e aplausos, tudo parecia perfeito. Mas o roteiro… Esse nunca foi dela. E então, sem aviso, inconveniente e inoportuno, o último corta! chegou cedo demais.

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Belo e tocante. Parabéns!,
Ao condensar sua trajetória em poucas linhas, César revela o abismo entre a imagem pública e a essência pessoal. Norma, a mulher real, é engolida pela personagem que o mundo exigia. O título é genial, simboliza o fim abrupto da vida de Marilyn, como se sua existência tivesse sido apenas uma performance interrompida antes do tempo.
Marilyn sorria “como mandava o script”, mas nunca teve controle sobre o roteiro da própria vida. O destino de muitas mulheres, infelizmente. Parabéns mais uma vez, meu amigo!!!