
Em entrevista ao ARTECULT, Jorge Furtado, Luisa Arraes, Daniel de Oliveira e Samantha Jones comentam os bastidores e as provocações da nova comédia brasileira, que segue em exibição nos cinemas
Como fazer um motel sobreviver em um mundo no qual os algoritmos parecem capazes de entregar praticamente todas as fantasias sem que ninguém precise sair de casa? É a partir dessa provocação tão inusitada quanto contemporânea que “Muito Prazer”, novo longa-metragem escrito e dirigido por Jorge Furtado, constrói uma comédia sobre relações humanas, desejo, dinheiro, tecnologia e sobrevivência.

Em cartaz nos cinemas brasileiros desde o final de agosto, o filme reúne Daniel de Oliveira, Luisa Arraes e Samantha Jones no núcleo central da história, acompanhado por nomes como Drica Moraes e Felipe Velozo.

O Canal Cinema & Companhia, do Portal ARTECULT, participou da junket de lançamento e conversou com o diretor Jorge Furtado e os protagonistas sobre a construção dessa história, seus personagens e as questões que o longa apresenta ao público.

Assista nossas entrevistas completas:
Luisa Arraes, Daniel de Oliveira e Samantha Jones formam o coração da trama:
Jorge Furtado e o humor como ferramenta para falar do presente:
Um motel, três personagens e uma ideia perigosa

A trama acompanha Rubem (Daniel de Oliveira), um motorista de aplicativo sem grandes perspectivas que vê sua vida mudar ao receber uma herança inesperada: o Motel Pérola. O que poderia representar a solução para seus problemas financeiros rapidamente se transforma em mais uma dor de cabeça quando ele descobre que herdou um empreendimento decadente e um prédio praticamente em ruínas.
É nesse lugar que Rubem conhece Grace (Luisa Arraes), ex-funcionária do motel que continuou vivendo em uma das suítes mesmo após o encerramento das atividades. Sem conseguir vender o imóvel e cercados por dívidas, os dois encontram uma alternativa: tentar colocar o Pérola novamente em funcionamento.
A dupla ganha o reforço de Nalva (Samantha Jones), uma personagem que entende os códigos e possibilidades do universo digital. É justamente a partir dessa combinação que o negócio toma um rumo inesperado.
O grupo passa a gravar clientes e comercializar os vídeos, preservando suas identidades, em plataformas de conteúdo erótico. O que começa quase como uma solução improvisada para ganhar dinheiro rapidamente se transforma em um negócio lucrativo e também cada vez mais perigoso.
Assista ao trailer do filme:
Colaborador da pauta: Vinicius Araújo – Editor: Luan Ribeiro
ArteCult – @CinemaeCompanhia
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