
Conversamos com a diretora Renata Jones e sua equipe sobre o ambicioso curta-metragem que está conquistando festivais
O icônico Cinema São Luiz se transformou em uma verdadeira máquina do tempo na noite de 30 de junho. A pré-estreia oficial do curta We, Brothers revelou ao público uma obra que desafia as expectativas sobre o que o cinema nacional pode realizar. O curta-metragem brasileiro, falado inteiramente em inglês, transporta o espectador para a Chicago dos anos 1940 com uma fidelidade visual impressionante — tudo isso produzido em solo brasileiro.

ArteCult na pré-estreia exclusiva. Equipe de Produção de “We, Brothers” que transporta a Chicago dos anos 40 para as telas brasileiras
Sob a direção visionária de Renata Jones, o curta We, Brothers mergulha com maestria na estética noir. São 30 minutos que surpreendem pela densidade narrativa, sofisticação técnica e atmosfera envolvente, digna dos clássicos do cinema hollywoodiano da era de ouro. O resultado? Uma obra que reafirma o poder criativo do audiovisual brasileiro e aponta novos caminhos para o curta-metragem nacional.
Confira as imagens
- Floriano Salvaterra e a diretora Renata Jones
- A diretora de “We, Brothers” Renata Jones e o diretor do ArteCult, Rapha Gomide
- Equipe ArteCult e a jornalista e colunista Ju Prestes
Bastidores revelados em primeira mão: O ArteCult teve acesso exclusivo à equipe criativa de We, Brothers
Durante a pré-estreia, o ArteCult conversou com a diretora Renata Jones e também com os profissionais responsáveis pela direção de arte e direção de fotografia, que compartilharam os bastidores de uma produção que exigiu não apenas paixão, mas também engenhosidade e profundo domínio técnico. Confira as entrevistas abaixo!
Os segredos da direção com Renata Jones: Como transformar uma visão ousada em realidade cinematográfica e algumas de suas inspirações
A Direção de Arte de Natã Lopes: o desafio e a magia de recriar Chicago no Brasil. Os truques e técnicas que transportaram os anos 40 para as telas
A Direção de Fotografia, em preto e branco, de Daniel Marques e Tulia Radaelli: dominando luz, sombra e tensão. A arte de criar atmosfera através da imagem
Cinema brasileiro com DNA internacional
A estratégia por trás de uma produção que já conquista festivais
Com um orçamento enxuto e uma produção intensiva de apenas três dias, We, Brothers prova que criatividade, organização e paixão podem superar qualquer obstáculo. O filme já está circulando em festivais internacionais, recebendo elogios pela sua direção, direção de arte e ousadia temática.
“Escolher o inglês foi uma decisão arriscada, mas necessária para atingir uma linguagem universal. Sabíamos que o conteúdo era forte o bastante para atravessar fronteiras”, afirma Renata. O objetivo, segundo ela, é inserir o curta no circuito internacional e abrir portas para novas coproduções e colaborações.
Aplausos no Cinema São Luiz e um futuro promissor
A ovação calorosa do público ao fim da sessão no Cinema São Luiz foi o primeiro sinal de que We, Brothers tem tudo para marcar seu nome na história do curta-metragem nacional. A produção representa uma nova geração de cineastas que pensam grande, criam com ousadia e não têm medo de mirar no mundo.
We, Brothers não é apenas um filme. É uma prova de que o cinema brasileiro pode — e deve — explorar outras narrativas, outras estéticas, e ocupar novos espaços na cena audiovisual global.
Ficha Técnica Completa
ELENCO: Pedro Wagner, Paulo Pagliossa, Mickael Kornblum, Gabby Ballhausen, Pietra Cezimbra, Victor Grimoni, Felipe Bandeira e Orlando Rodrigues
ROTEIRO E DIREÇÃO: Renata Jones
PRODUÇÃO: Lighthouse, Striker Produções, Philip Leander, Brian Monteiro & Gabby Ballhausen
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Carlos Gaspar & Renata Jones
Assistente de PRODUÇÃO: João Vitor Macedo
Assistente de DIREÇÃO: Cássio Gonzalez
DIREÇÃO DE ARTE: Natã Lopes
Assistente de ARTE: Rafael TK
FOTOGRAFIA: Daniel Marques e Tulia Radaelli
Assistente de FOTOGRAFIA: Guilherme Schmidt
Edição e Cor: Daniel Marques
Trilha Sonora Original: Pablo Greg, Evandro Dorner, Enrico Stornelli & Vinicius Longato
FIGURINO: Anna Limazzi
Assistente de FIGURINO: Carol Blanco
Maquiagem e Cabelo: Leticia Martins
Assistente de Maquiagem e Cabelo: Lorrane Mendonça
SOM: Luiz Henrique Campos
Assistente de SOM e Operador de Boom: Teca Gomes
Edição de SOM: Evandro Dorner
TRILHA SONORA ORIGINAL: Pablo Greg, Evandro Dorner, Enrico Stornelli e Vinicius Longato
VFX Supervisor: Eduardo Seabra
Armas: Canivete Armas Cenográficas
Stills: André Drum
Making Of: Guilherme Schmidt & André Drum
Catering: Sarah Marjourie
Agradecimentos: Roberto Guimarães de Lima, Marilda Fernandes & Fernando Marques



























