Sete de setembro. Esta não é uma crônica sobre a data cívica. Embora meu pai, militar, amasse as paradas e me acordasse para ver o desfile com ele, mesmo eu sendo uma companhia muda e desinteressada, como toda criança…
As tranças, presas com elástico, caíam nas costas da menina. Carmem procurava fitas na caixa de costura e retalhos. Afastava os objetos misturados, na pressa de saírem para a escola. – Olha, vó! Luvas! – Deixa isso aí. Carmem amarrou…
Compartilharam comigo o artigo do Helio Schwartsman, escrito há umas semanas para a Folha de São Paulo: “Quem pode interpretar quem?”. Nele, questionava-se uma possível tendência global de imporem-se exigências específicas para se interpretarem personagens no teatro. Mal resumindo,…
Depois do teatro, um bate-papo num restaurante charmoso selou a noite, com uma amiga, em Ipanema. Sentar-se numa mesa na calçada é arriscar abordagens diretas, pois o número de pedintes na cidade aumentou demais. Um homem parou na rua,…