
Oi, pessoal, aqui é o Tanussi Cardoso com a Sextas Poéticas, nossa coluna dentro do Portal artecult.com.
A nossa Coluna de hoje começa com um vídeo pequeno, apresentando um poema bem curto, um quase haikai; um “poemínimo”. Espero que curtam!
Agora, é o momento de a nossa coluna homenagear dois amigos e artistas sensacionais que aniversariam nessa semana. Nossos votos de felicidade, amor e arte vão para: XICO CHAVES (hoje, dia 06) e CHRISTOVAN DE CHEVALIER (dia 11).

XICO CHAVES
XICO CHAVES é natural de Tiros/MG. Letrista, poeta, artista plástico, produtor cultural, pesquisador, professor e jornalista. Participou da chamada Geração Mimeógrafo, no Rio de Janeiro. Formou-se em Artes e Ciência da Comunicação pela UnB e pelo Centro Universitário de Brasília, entre 1967 e 1972. Ainda em 1972, fez extensão universitária em Tecnologia do Som e Teoria da Comunicação na Universidade do Chile – Faculdade de Ciencia, Arte y Oficios em Santiago. Em 1973, juntamente com Jards Macalé, organizou o show “Banquete dos Mendigos”, que resultou no álbum homônimo produzido por ambos. Possui centenas de composições gravadas por diversos artistas da MPB, como Jards Macalé, Nara Leão, Caetano Veloso, Elza Soares, MPB-4, Geraldo Azevedo, Antonio Adolfo, Vinícius Cantuária, Roberto Menescal, Elba Ramalho, Zé Renato, entre outros. Atualmente é professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Publicou, entre outros: Pássaro verde (1967); Consumo 44 (1970); Pipa (1976); Urucum Fumaça (1979); Trincheira de Espelhos (1982); e Poeta clandestino (1986). Como artista plástico, conta com inúmeras exposições individuais em espaços culturais como Galeria Klabin (RJ e SP), Galeria Documenta (SP e PR), Paço Imperial (RJ), Casa Cultural de Los Angeles (USA), Instituto Goethe (Milão/Itália), Galeria Debret (Paris/França) e Casa do Brasil (Madrid/Espanha). Participou de várias exposições coletivas no Brasil e no exterior ao lado de Amilcar de Castro, Lígia Pape, Rubem Valentim e Jorge Guinle. Suas obras estão expostas nos principais museus e pinacotecas brasileiras: Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte Contemporânea e Masp (SP), Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Casa França-Brasil e Metrô de São Paulo. Juntamente com os músicos Jards Macalé e Lenine, fundou o Bloco Carnavalesco Suvaco de Cristo, em 1986, e, posteriormente, fundou, ao lado de José Lavigne e Silvia Gademberg, entre outros, o bloco carnavalesco Lira do Delírio. Em 2012, lançou o livro Xico Chaves, composto por fotos, desenhos, pinturas e experimentações diversas como poesia visual, performances, instalações, vídeos, letras de músicas, televisão, rádio, computação gráfica, pintura, objetos e intervenções urbanas, além de sua atividade como realizador dos projetos que criou na área de artes visuais durante os 40 anos de carreira. No ano seguinte, em 2013, foi lançada em Portugal a antologia multimidia OBRANAMOME III – Antologia da Poesia Visual / Língua Portuguesa (Governo de Portugal e Governo Brasileiro), da qual participaram Augusto de Campos, Arnaldo Antunes, Antonio Miranda, entre outros. Neste mesmo ano, de 2013, recebeu o título “Notório Saber”, pela Universidade de Brasília (UNB), com exibição do documentário “Xico Chaves – Trajetória de uma pintura”, produzido e dirigido por Patrícia Bromirsk e Felipe Lacerda, premiado em Paris pelo Centre Georges Pompidou. Em 2014, apresentou a exposição “Marés – Amarelo Negro”, no Oi Futuro de Ipanema”, com curadoria de Alberto Saraiva. Em 2021, montou a exposição “Trama Objeto-poema”, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, onde permaneceu até o ano de 2022. No ano de 2024, montou duas instalações com seus trabalhos de artista plástico, o primeiro, intitulado “Luz da Matéria”, foi apresentado na Galeria Movimento, no bairro da Gávea, zona sul do Rio de Janeiro, e o segundo, em Brasília, no Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios, com os títulos “Olhos na Justiça” e “Forças Ocultas”, somente de sua autoria, e ainda, “A.M.O.R.”, obra feita em parceria com o cantor e compositor Jards Macalé. A curadoria da exposição ficou a cargo de Paulo Herkenhoff. Neste ano de 2026, organizou a “revista-objeto”, em comemoração aos 50 anos da Escola de Artes Visuais do Rio de Janeiro, da qual é um dos diretores, situada no Parque Laje, no Jardim Botânico, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro.

CHRISTOVAN DE CHEVALIER
CHRISTOVAM DE CHEVALIER nasceu no Rio de Janeiro. Poeta e jornalista, é filho da também jornalista, atriz e escritora, Scarlet Moon, falecida em 2013. Apontado como um dos mais representativos nomes da poesia brasileira de sua geração, por poetas como Ferreira Gullar e Jorge Salomão. Graduado em Artes Cênicas pela Uni-Rio, em 1999, e pós-graduado em Comunicação e Imagem pela PUC-Rio, em 2004.
Entre seus livros, destacam-se: Um livro sem título (1998); No escuro da noite em claro (2016); Marulhos, outros barulhos e alguns silêncios (2019); Inventário de esperanças e outros poemas (2021); e Da lida do tanto da vida (2024).
Tem poemas publicados em diversas antologias, como em É agora como nunca (Cia das Letras), organizada por Adriana Calcanhotto.
Ficam, então, os votos de felicidade da nossa Coluna Sextas Poéticas e do Portal Artecult.com, com os parabéns para os nossos amigos XICO CHAVES e CHRISTOVAM DE CHEVALIER. FELIZ ANIVERSÁRIO!
“LIVRO DA SEXTA”:
Neste momento, gostaria de pedir licença a vocês para prestar uma homenagem. No próximo dia 09 de fevereiro, fará 19 anos da morte de um grande amigo, uma das pessoas mais incríveis que conheci, que convivi, com quem mantive contato profícuo de amizade, de arte, de humanidade, num grande ato de amor profundo. Falo de MARCIO CARVALHO, que deixou esse plano muito cedo, aos 38 anos, no auge de sua criatividade, deixando um só livro publicado, mas um imenso manancial de luz e de carinho espalhado por onde viveu. Assim, neste cantinho, onde sempre coloco um poema meu, essa semana vou deixar que ele preencha esse espaço, falando um pouco sobre sua curta trajetória neste plano e deixando aqui alguns poemas dele, para saudade dos amigos e para o conhecimento de quem não teve a felicidade de conhecê-lo.

Marcio Carvalho -Navalhas voadoras para cortar a tarde
MARCIO CARVALHO. Jornalista, poeta, ensaísta, contista, dramaturgo, arte-educador, ator e professor. Desenvolveu projetos de arte educação para a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro e ONGs. Foi Diretor de Comunicação do Sindicato dos Escritores do Estado do Rio de Janeiro (SEERJ). Tem trabalhos publicados em Antologias no Estado do Rio de Janeiro e em outros estados brasileiros, bem como em diversas publicações literárias, como a Revista Poesia Sempre, da Biblioteca Nacional, onde escreveu ensaio sobre o poeta Casimiro de Abreu. Foi membro do Grupo Poesia Simplesmente, que organiza o sarau de poesia no Teatro Gláucio Gill, em Copacabana, e com quem também organizou o “Festival Carioca de Poesia”. Em 2006, representou o Brasil no “Segundo Festival Latinoamericano de Poesía – ser al fin una palabra”, dentro do Dia Mundial da Poesia decretado pela UNESCO, no México, Distrito Federal. NAVALHAS VOADORAS PARA CORTAR A TARDE (Ed. Seerj, 2006) é o seu primeiro e único livro individual. Em 2009, o livro foi reimpresso, dentro da Coletânea VERTENTES, editora FiveStar, com os poetas ELAINE PAUVOLID, MÁRCIO CATUNDA, RICARDO ALFAYA e TANUSSI CARDOSO. MARCIO CARVALHO, carioca, nasceu em 12 de abril de 1967 e faleceu no Rio de Janeiro no dia 09 de fevereiro de 2007.
Sobre NAVALHAS VOADORAS PARA CORTAR A TARDE, o nosso saudoso amigo e excelente poeta, MARCUS VINICIUS QUIROGA, escreveu: “Navalhas voadoras para cortar a tarde, livro de estreia de Marcio Carvalho, apresenta uma linguagem enxuta, valendo-se com frequência de versos curtos e ritmo ágil, de forma a evidenciar a densidade da palavra escolhida. Merece atenção a elevada carga sugestiva da metaforização, muitas vezes em uma sequência de imagens com frases nominais. Por exemplo, a morte, tema recorrente, nunca é poeticamente óbvia, uma vez que prevalece a opção pelo simbólico, exigindo leituras atentas e repetidas. A unidade da obra é obtida graças ao imaginário sagrado com que ela permanentemente dialoga e ao intercâmbio de palavras e imagens que vão reaparecendo nos textos seguintes, compondo uma corrente de poemas-oração: ora cínicos, ora líricos, mas sempre lúcidos. Marcio Carvalho maneja com destreza a navalha afiada de sua linguagem, recortando para o leitor um mundo pleno de sensações e reflexões que encontram correspondência na materialidade. O poeta escreve como quem ora, sem perdão; ou como quem ama, sem pudor; ou, ainda como quem oficia a vida, sem medo.”

LUIZ HORÁCIO RODRIGUES
Já o escritor, crítico e filósofo, LUIZ HORÁCIO RODRIGUES escreveu, à época: “Caro leitor, sinta-se homenageado ao ler os poemas de Marcio Carvalho. Sei que ele não espera agradecimentos, mas eu agradeço cada vez que leio e releio Navalhas voadoras para cortar a tarde, estreia de gala desse poeta que não fere o silêncio, mas profana-o com a sensibilidade e a certeza daqueles que o sabem fundamental. E o poeta, com todo respeito e agudeza no olhar, corta o silêncio com navalhas rápidas e voadoras, palavras precisas, exatas na aspereza da ternura, rumo ao alvo – o vazio opressor – que não possui um centro, mas tentáculos capazes de triturar a vida conformista. (…) Marcio, como um samurai, praticou, exercitou-se com afinco e acertou o alvo. As navalhas do poeta não ferem o tempo, o provocam tão somente. E se você quer saber mais, elas cortam o medo, o medo de ousar. (…) Raríssimos escritores possuem sensibilidade tão acurada quanto a desse “poeta fora da fila”. Solitário, Marcio trafega entre a areia, a lama e a metafísica mais profunda, aquela que costuma colocar o homem frente a sua insignificância. Não procurem por graça, riso fácil nos poemas de Marcio, também não desperdicem tempo buscando saídas, o que vocês encontrarão a seguir é a lâmina afiada, o corte inevitável, a arte que o situará desnudo frente ao inextinguível, a morte. Não procurem por tristezas, lamentações paralisantes nos poemas de Marcio; também não encontrarão a humilhante resignação. O que vocês encontrarão a seguir é o verso afiado, o parceiro que faz falta, a mão e a navalha capazes de extirpar não só das tardes como do resto dos dias dos homens atentos, o apego tolo pelas veleidades e a intimidade, nada forçada, com a pacata submissão. Samurai Marcio e suas navalhas voadoras mergulham no mar de dúvidas sem o compromisso das respostas, mas com a disposição para lutar e colorir de aventura o cotidiano.”
Deixo com vocês alguns dos maravilhosos poemas de NAVALHAS VOADORAS PARA CORTAR A TARDE (Ed. Seerj, 2006), do meu amado amigo e poeta, MARCIO CARVALHO:

ORANDO
para Jorge Ventura
santos em pecado
à espreita
oram por mim
já que não sei de cor
nenhuma novena
mas me benzo sem que
ninguém veja
pois a culpa
ancestral
se encarrega de maldizer o tempo
enquanto o vinho amanhecido
se transforma em sangue
reparto entre os convivas
um punhado de penitências
cuspo a hóstia ainda sagrada
já que o cardápio
ofertado não me traz salvação
mas mesmo assim
em nome do Pai me benzo
e sigo na esperança da redenção
pois são cheios de remorsos os homens
HÚMUS
para Laura Esteves
o corpo do pai
agora é verme
apodrecido o corpo
que me embalou
é adubo
para estranhas
criaturas
o osso a estalar
o chão
alimenta
o recôndito silêncio
da caixa escura
iluminada pelo que
restou dos dentes
branco-luz
flagelo de sombra
e medo
onde estará a alma?
e o silêncio
que se fez abandono?
DOS SIGNIFICADOS
para Tanussi Cardoso
o afogado à deriva
barco solto
bicho solto
no céu acuado
o afogado
e seus peixes podres
abraçam a baía
braços de polvo
anzóis de barbatanas
o odor dos mares inebria
as narinas
atrapalhadas
pelos ares que se misturam
o afogado
é só um homem
que poderia estar no chão
mas prefere o mar
e sua sugestão de calmaria
TERRA
Ferreira
poeta e ferrocorta palavra
corta veia
sêco seca fôrma
ferro forma
ceifa foice
grita o som
s(oco)
juGullar
Assim, deixo, ainda emocionado, uma pequena mostra do que foi a poesia de MARCIO CARVALHO, e o quanto ele poderia ter contribuído com a nossas artes e literatura. Da minha parte, uma imensa e constante saudade.
POESIA:
– HOJE, DIA 06 DE FEVEREIRO, ÀS 19h, “SARAU DE POESIA E MÚSICA MANO A MANO”. Apresentação: MANO MELO e CRISTINA BETHENCOURT. Com EDGAR DUVIVIER, MÔNICA MONTONE, CLAUFE RODRIGUES, LUÍSA PONTES, MICHELLE KAPLAN e NECO E A PATROA. Local: Coffee People Bistrô, Downtown – Bloco 7, loja 111. IMPERDÍVEL!

“SARAU DE POESIA E MÚSICA MANO A MANO”
– AMANHÃ, DIA 07 DE FEVEREIRO, ÀS 16h, “LEITURA NAS CASAS” – comemoração aos 80 anos de vida do poeta TANUSSI CARDOSO. Local: Casa de Paulo e Elida, no Guriri, Cabo Frio. Desde já, com meus agradecimentos.

Tanussi Cardoso
TEATRO:
– ATÉ HOJE, DIA 06 DE FEVEREIRO, “DEVORA-ME”, com RICARDO e LUIZA KOSOVSKI. Direção: PEDRO KOSOVSKI. Local: Teatro Firjan Sesi Centro. Quinta e sexta, às 19h. R$ 40,00.

“DEVORA-ME”, com RICARDO e LUIZA KOSOVSKI
– ATÉ 08 DE FEVEREIRO, ÀS 20h, “TENENTE SEBLON”, inspirado na obra “QUERELLE”, de JEAN GENET. Texto e direção: FRANCIS MAYER. Local: Teatro Cândido Mendes, Rua Joana Angélica, 63, Ipanema. Sábado e domingo. Vendas: Sympla.

“TENENTE SEBLON”, inspirado na obra “QUERELLE”
– ATÉ 08 DE FEVEREIRO, “O CÉU DE BIBI FERREIRA”. Texto: GABRIEL CHALITA, que celebra a vida da atriz, a partir de quatro personagens que marcaram a sua carreira: EDITH PIAF, AMÁLIA RODRIGUES, ELIZA DOOLITLE e JOANA. Direção: GUSTAVO BARCHILON. Com LUÍSA VIANNA, GIULIA NADRUZ, BÁRBARA SUT e FERNANDA BIANCAMANO. Local: Teatro Sesc Ginástico, Centro. Quinta e sexta, às 19h. Sábado e domingo, às 17h. R$ 60,00.

“O CÉU DE BIBI FERREIRA”.
– ATÉ 08 DE FEVEREIRO, “CORDÉLIA BRASIL”, de ANTONIO BIVAR. Direção: JOÃO FONSECA. Com PAULA GOJA e ANTONIO PINA. Local: Casa de Cultura Laura Alvim, Ipanema. Sexta e sábado, às 19h. Domingo, às 18h. R$ 60,00.

“CORDÉLIA BRASIL”, de ANTONIO BIVAR.
– ATÉ 08 DE FEVEREIRO, “O CÉU DA LÍNGUA”, com GREGÓRIO DUVIVIER. Direção deste premiado monólogo: LUCIANA PAES. Local: Theatro Municipal, Centro. Sexta e sábado, às 19h; domingo, às 16h.

“O CÉU DA LÍNGUA”, com GREGÓRIO DUVIVIER
– ATÉ 08 DE FEVEREIRO, “PEDRINHAS MIUDINHAS”, texto inspirado em LUIZ ANTÔNIO SIMAS, com RICARDO LOPES. Direção: BRUCE GOMLEVSKY. Local: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, Copacabana. Sexta e sábado, às 19h; domingo, às 18h. R$ 60,00.

“PEDRINHAS MIUDINHAS”, texto inspirado em LUIZ ANTÔNIO SIMAS,
– ATÉ 09 DE FEVEREIRO, “MINHA VÓ RI”. Direção: DÉBORA LAMN. Texto e atuação: JÚLIA BERNAT. Local: CCBB, Centro. Quinta a sábado e segunda, às 19h. Domingo, às 18h. R$ 30,00.

“MINHA VÓ RI”. Direção: DÉBORA LAMN
– ATÉ DIA 09 DE FEVEREIRO, “HAMLET”, de SHAKESPEARE. Tradução: GERALDO CARNEIRO. Direção e atuação: BRUCE GOMLEVSKY. Com a CIA ESPLENDOR. Local: Teatro Gláucio Gill, Copacabana. Sábado à segunda, às 20h. R$ 70,00.

“HAMLET”, de SHAKESPEARE. Tradução: GERALDO CARNEIRO
– ATÉ 11 DE FEVEREIRO, “O DIA SEGUINTE”, inspirada em conto de VERÍSSIMO. Com ANDRÉ GONÇALVES e BRUNA GRIPHAO. Texto: REGIANA ANTONINI. Direção: RAFAEL PONZI. Local: Teatro dos Quatro, Shopping da Gávea. Terça e quarta, às 20h. R$ 120, 00.

“O DIA SEGUINTE”, inspirada em conto de VERÍSSIMO.
– ATÉ 11 DE FEVEREIRO, “A HORA DO BOI”, de DANIELA PEREIRA DE CARVALHO. Com VANDRÉ SILVEIRA. Direção: ANDRÉ PAES LEME. Local: Centro Cultural Justiça Federal, Centro. Terça e quarta, às 19h. R$ 50,00.

“A HORA DO BOI”, de DANIELA PEREIRA DE CARVALHO.
EXPOSIÇÕES:
– ATÉ HOJE, DIA 06 DE FEVEREIRO, “EXPOSIÇÃO COLETIVA PRESENCIAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA – CIDADE MARAVILHOSA 2026”. Local: Espaço Zagut, Shopping Fashion Mall, loja 234, São Conrado. De segunda a sábado, das 10h às 22h; domingo: 14h às 20h.

“EXPOSIÇÃO COLETIVA PRESENCIAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA – CIDADE MARAVILHOSA 2026”
– ATÉ 10 DE FEVEREIRO, “PRESENÇAS NA AMAZÔNIA: UM DIÁRIO VISUAL DE BOB WOLFENSON”. Além dos registros feitos pelo fotógrafo, que comemora 55 anos de carreira, haverá uma instalação poética traduzindo o processo criativo do artista, além de elementos sensoriais, como sons originais e aroma de terra molhada. Local: Museu do Amanhã, Praça Mauá, 1, Centro. Quinta a terça, das 10h às 18h. R$ 30,00. Todo dia 10, R$ 10,00. Feriados nacionais: grátis.

“PRESENÇAS NA AMAZÔNIA: UM DIÁRIO VISUAL DE BOB WOLFENSON”
OUTRAS NOTÍCIAS:
– DIA 10 DE FEVEREIRO, ÀS 19h, ALVARO NASSARALLA e GUSTAVO MEDEIROS conversam com o poeta e tradutor, da ABL, PAULO HENRIQUES BRITTO, no “Programa Arte em Foco”, na live “Traduzindo a vida: uma conversa com o imortal”. Local: YouTube: @agora21. IMPERDÍVEL!

PAULO HENRIQUES BRITTO, no “Programa Arte em Foco”,
– O jornalista HÉLIO ARAÚJO está no ar com o episódio 211 do “PÉDCAST DO CAMINHO – o Podcast do peregrino”. Neste episódio, o jornalista entrevista o peregrino GLADSTONE SILVA, que após anos de experiência, criou uma agência de viagens, a ULTREYA TUR, especializada no atendimento ao peregrino. Toda a entrevista pode ser curtida através do Spotify, nos links descritos a seguir. “PÉDCAST DO CAMINHO – o Podcast do peregrino”.

“PÉDCAST DO CAMINHO – o Podcast do peregrino”.
Aqui me despeço de vocês, amigos e amigas. Grande abraço do Tanussi Cardoso.

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com César Manzolillo

Coluna de Chris Herrmann (@_chrisherrmann):












