
Foto: Igor Butman – Moscow Jazz Orqchestra | Divulgação
Conectando públicos e culturas por meio do Jazz, Butman volta à Capital Paulista em fevereiro ao lado da Moscow Jazz Orchestra com um repertório especial para a audiência brasileira
São Paulo, 14 de janeiro de 2026 — Pouco mais de um ano após duas performances memoráveis no Teatro B32, em São Paulo, e no Teatro Prio, no Rio de Janeiro, uma das maiores estrelas do jazz internacional está de volta ao Brasil. Igor Butman retorna ao país ao lado da Moscow Jazz Orchestra (MJO) e da cantora Fantine para apresentações memoráveis em solo brasileiro, no Blue Note São Paulo, um dos mais prestigiados clubes de jazz do mundo, na quinta-feira, dia 05 de fevereiro. Para garantir ingressos para os espetáculos, acesse.
O público poderá revisitar a longeva trajetória de Butman, que soma mais de dez álbuns lançados. O repertório percorre diferentes fases de sua carreira e relembra colaborações com grandes referências do jazz, swing e blues internacional, como Chick Corea, Jack DeJohnette, John Patitucci, Stefon Harris e Randy Brecker, além de incorporar homenagens à música brasileira.
Tido como o saxofonista favorito de Bill Clinton, Butman é considerado mais que um maestro virtuoso. A fim de desenvolver sua carreira internacional, o artista migrou para os Estados Unidos e consolidou seu nome na cena do Jazz, tocando ao lado de grandes mestres. Desde então, o músico se considera um cidadão do mundo, contribuindo como embaixador para o florescimento cultural e artístico de diferentes regiões, por meio da integração de diversos gêneros e nomes do universo da música. Por seus esforços, recebeu duas distinções: o Prêmio Fundação de Cooperação Cultural Americano-Russa (ARCCF) e reconhecimento do Instituto de Diálogo Sustentável.
Além do renome musical e a vocação como agente multicultural, Butman também tem atuado como produtor de festivais internacionais e diretor de importantes instituições. Nos últimos anos, foi responsável por idealizar e organizar doze eventos de Jazz contemporâneo em Moscou e São Petersburgo. Nesta última, ele também atuou como co-diretor artístico com Herbie Hancock no Dia Internacional do Jazz. Ele também é dono do Igor Butman Jazz Club na capital russa, estabelecimento voltado à promoção da música.
Por sua trajetória e vida obstinada pela música e trocas culturais entre nações, em 2011 Butman recebeu o título de Artista do Povo da Rússia, honraria concedida para indivíduos que atingiram realizações notáveis no campo das artes. Mas não é só na Rússia que o trabalho do saxofonista é celebrado. Ao redor do globo, músicos, críticos e personalidades internacionais admiram a obra do russo e sua grande qualidade de transpor fronteiras e conectar mundos.
Sobre Igor Butman
“O Senhor Butman é um rolo compressor de saxofonista, com um tom amplo e um instinto rítmico forte” – Nate Chinen, crítico The New York Times
“Adoro a forma de tocar de Igor Butman e adoro-o pessoalmente. Ele tem um grande sentimento pela música e pelas pessoas e é um músico fenomenal. Ele é meu frontman!” – Wynton Marsalis, trompetista e compositor.
“Líder de banda, empresário e embaixador musical carismático, Butman tem sido chamado de figura semelhante a Wynton Marsalis em sua terra natal, elevando o perfil do jazz e construindo públicos não apenas para artistas americanos de alto nível em turnê, mas para talentos locais como ele.” – Jeremy D. Goodwin, jornalista de Cultura, Boston Globe
“O saxofonista Igor Butman, um dos melhores líderes ‘tradicionais’ de big band do estilo americano, mesmo sendo russo”, Will Friedwald, crítico e ator norte-americano, The Wall Street Journal
“Gosto do timbre, do som, da energia do Igor… Igor toca de maneira inspirada e marcante. Eu gosto do jeito que ele interpreta baladas — uma mistura muito bonita de som e sentimentos”, Jack DeJohnette, baterista e pianista.
” A Igor Butman Big Band foi absolutamente sensacional. Muitos avaliaram o show como o melhor que já tivemos… Certamente em termos de big bands nunca vi um público reagir assim em Wigan ou ouvir uma banda tocar com tanta energia e comprometimento. Adoraríamos ter a banda de volta no próximo ano… muitos solicitaram seu retorno.”, Ian Darrington, Diretor do Wigan Jazz Festival, Reino Unido.



CHRIS HERRMANN









