I Wanna Be Tour 2025 reúne gerações e tem Good Charlotte se declarando para o público brasileiro

Foto: 30e/Divulgação

Esse sábado aconteceu o I Wanna Be Tour 2025, um festival que reuniu algumas das maiores referências do pop punk, emo e hardcore no Brasil e no mundo. A edição foi um daqueles encontros que marcam época: nostalgia, energia e diversidade dividindo o mesmo palco, como se o passado e o presente da cena alternativa se dessem as mãos por algumas horas.

Logo às 11h00, a Fake Number abriu os trabalhos trazendo emoção e nostalgia. O retorno da banda fez muita gente reviver a cena emo dos anos 2000, mostrando que suas músicas ainda têm espaço no coração do público.

Na sequência, às 11h48, o Gloria subiu ao palco com uma presença avassaladora. Misturando peso, melodia e entrega emocional, a banda transformou o festival em um grito atual, provando que a cena nacional não apenas acompanha, como eleva o nível. Foi um dos grandes momentos do dia, em que novos e antigos fãs se uniram em torno da força criativa do grupo.

Às 12h36, o Neck Deep trouxe a energia do pop punk britânico moderno, conquistando a plateia com refrões explosivos e presença de palco contagiante. Pouco depois, às 13h29, o Story of the Year incendiou o público com uma performance cheia de intensidade e peso.

O clima mudou às 14h22 com o The Maine, que trouxe leveza e proximidade, criando uma atmosfera ensolarada e vibrante. Já às 15h15, o Dead Fish mostrou porque é um dos pilares do hardcore nacional, entregando um show politizado e visceral.

Às 16h08, foi a vez das The Veronicas, que animaram o público com um show dançante e cheio de energia pop. Em seguida, às 17h11, o aguardado reencontro do Forfun levou a plateia à loucura, mostrando que a química entre os integrantes segue intacta e que suas músicas continuam atuais.

A Fresno, às 18h14, apresentou um repertório intenso e conectado com os fãs, reafirmando sua relevância e sua contribuição para o crescimento da cena nacional. Às 19h17, o Yellowcard transformou o público em um mar de sentimentos com o som inconfundível do violino e canções carregadas de memória afetiva.

Já às 20h20, o Good Charlotte fez um dos shows mais aguardados, trazendo a catarse emo/punk que atravessa gerações e ainda se declarando para o público brasileiro, reforçando a ligação especial com os fãs daqui.

O encerramento ficou por conta do Fall Out Boy, às 21h43, coroando a noite com um espetáculo grandioso. Hits que atravessaram décadas foram cantados em coro, fechando o festival em clima de catarse coletiva.

No fim, o I Wanna Be 2025 não foi apenas um festival: foi um grande reencontro de gerações, estilos e histórias. Um evento que provou que a cena alternativa, seja no hardcore, no pop punk ou no emo, continua viva, pulsante e em constante reinvenção.

Confira as fotos oficiais abaixo: 

JEFF FERREIRA 

Author

Sou Jeff Ferreira, apaixonado por música desde sempre. Há 8 anos, transformo minha paixão em matérias, entrevistas e análises que aproximam artistas e fãs. Nerd por natureza, adoro explorar histórias, descobrir novas sonoridades e compartilhar tudo isso em textos que vão além das palavras — porque, para mim, música é emoção, é vida, é conexão.

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