Grinder transforma fúria, crítica social e inquietação humana em manifesto sonoro no álbum de estreia “O Ódio Ainda Queima”

Foto: Divulgação

O cenário do metal brasileiro ganha um novo e contundente capítulo com o lançamento de O Ódio Ainda Queima, álbum de estreia do Grinder. O projeto paulista de thrash metal surge com força, identidade própria e um discurso direto, visceral e profundamente conectado à realidade contemporânea.

O trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais e reúne 14 faixas cantadas integralmente em português, reafirmando a potência expressiva do idioma dentro do metal extremo.

O Grinder nasceu como desdobramento criativo do vocalista Rodrigo “Grinder” Ortiz, também integrante da Attack Force, de Atibaia (SP). Com as atividades da banda em pausa por tempo indeterminado, a necessidade de seguir criando e se expressando artisticamente impulsionou a construção de um novo projeto que mantém a essência do thrash metal, mas amplia suas possibilidades sonoras com elementos do death metal e passagens que dialogam com o heavy metal tradicional.

O Ódio Ainda Queima é um trabalho de identidade forte e caráter profundamente autoral. Todas as letras e arranjos são assinados pelo próprio idealizador, refletindo inquietações pessoais, observações sociais e reflexões sobre o comportamento humano em suas dimensões mais sombrias e complexas.

Faixas de O Ódio Ainda Queima:

  • Mórbida Mente

  • Porcos no Comando

  • Altares Profanos

  • Insanidade

  • Ratos de Guerra

  • Pânico

  • Correntes Quebradas

  • Muralhas de Vidro

  • Zumbi Digital

  • Lágrimas de Sangue

  • Ruínas do Tempo

  • Ecos do Vazio

  • Heróis Esquecidos

  • Guerra Cibernética

A produção foi realizada em Atibaia, no estúdio NoQuarto, sob responsabilidade de Karlinhos Velásquez, que também assume guitarras, baixo e backing vocals nas gravações. A bateria ficou a cargo de Edson Ferreira. A arte da capa foi criada por Eliseu Velásquez, que também participa com backing vocals, reforçando o caráter colaborativo e familiar que permeia a construção do disco.

Mais do que uma coleção de músicas, O Ódio Ainda Queima apresenta um retrato crítico e emocional do mundo contemporâneo. As composições transitam entre conflitos individuais e tensões sociais, abordando temas como distorções psicológicas, relações abusivas, luto, desigualdade, violência e polarização ideológica. O álbum também reflete sobre alienação tecnológica, manipulação da informação e os possíveis rumos da humanidade diante de escolhas coletivas cada vez mais complexas. Entre denúncia, introspecção e questionamento existencial, o trabalho constrói uma narrativa intensa que dialoga diretamente com as inquietações do presente.

A identidade musical do álbum dialoga com a tradição do metal extremo brasileiro, evocando a agressividade sonora e a postura crítica de nomes como Dorsal Atlântica, Korzus, Sepultura e Ratos de Porão — influências que atravessam o disco com intensidade e espírito contestador.

Assim, O Ódio Ainda Queima marca a chegada do Grinder ao cenário do metal nacional com uma obra intensa, consciente e artisticamente consistente — um manifesto sonoro poderoso, alinhado às tensões e inquietações do nosso tempo.

Ouça o álbum nas plataformas digitais:

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5UyZthIGw5EcWAbcAvQPWr
YouTube: https://www.youtube.com/@grinderthrash
Hear Now: https://grinder.hearnow.com

Redes sociais: @grinderthrash

Assessoria de Imprensa: JZ PRESS (@jzpressassessoria)

JEFF FERREIRA 

Author

Sou Jeff Ferreira, apaixonado por música desde sempre. Há 8 anos, transformo minha paixão em matérias, entrevistas e análises que aproximam artistas e fãs. Nerd por natureza, adoro explorar histórias, descobrir novas sonoridades e compartilhar tudo isso em textos que vão além das palavras — porque, para mim, música é emoção, é vida, é conexão.

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