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Na noite de 2 de agosto, o Teatro Rival Petrobras foi palco de um espetáculo que extrapolou as fronteiras do entretenimento convencional. Edson Cordeiro apresentou “Ouve a Minha Voz [Cordeiro canta Baleiro]”, uma experiência artística que consolida mais uma vez sua posição única no cenário musical brasileiro (será que podemos afirmar cenário musical mundial? Em Leipzig na Alemanha foi reconhecido como o “Pelé do Canto”).
O que mais impressiona em Edson Cordeiro é sua capacidade de transformar cada apresentação em uma jornada sensorial completa. Durante o espetáculo, o artista demonstrou seus recursos vocais extraordinários: “Simplesmente IMPOSSÍVEL tirar os olhos dele! Seus recursos vocais são de outro mundo – reproduzindo instrumentos com a boca, cantando em alemão, inglês com sotaque blues autêntico e português de Portugal – … cada segundo da apresentação era pura magia!” – depoimento de uma fã. O espetáculo, a cada música, ia revelando novas camadas de sua versatilidade, mantendo o público em estado de fascinação constante.
Sua técnica vocal, que navega do lírico ao popular, do sacro ao profano, do sotaque negro do blues ao refinamento do português lusitano, rompe todas as fronteiras sonoras convencionais. “Mesmo sem conhecer todo o repertório, você fica hipnotizado pela criatividade e autenticidade que transborda em cada performance.” – depoimento de uma fã. O contratenor não apenas canta – ele VIVE cada canção com uma intensidade que hipnotiza a plateia, construindo uma dramaturgia teatral de genialidade ímpar.

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A Parceria Musical e sua performance
A sintonia com Eron Guarnieri no teclado criou momentos únicos, com respeito mútuo e cumplicidade musical que permitiu a cada artista brilhar em seu espaço. “….a parceria de vocês transcende o convencional. Quanto talento junto e que privilégio poder assistir esse encontro!” – depoimento de um fã. Esta parceria musical exemplifica como a música pode ser elevada quando artistas se conectam verdadeiramente, criando uma experiência que vai além da soma de suas partes individuais, combinando a extensão vocal de Edson com a maestria do teclado de Eron.
O repertório incluiu canções do álbum “Ouve a minha voz”, como “O canto em nós”, “Quase nada”, “Eu te admirava mais” e “Heavy Metal do Senhor”, além de belíssimas interpretações das canções “Sister Miss Celie’s Blues” e “Fado Tropical” entre outras composições de Zeca Baleiro. A seleção musical também contemplou marcos da carreira de Cordeiro, demonstrando sua trajetória artística rica e diversificada.
Ver Edson Cordeiro com essa maturidade artística encantadora, depois de tantos anos de carreira, foi genuinamente emocionante. Cada momento do espetáculo carregava sua assinatura distintiva: amorosidade, força, potência e uma diversidade impressionante de recursos musicais, corporais e teatrais que somente ele possui.
A expressividade corporal de Cordeiro merece destaque especial. Cada movimento conta uma história, cada gesto é poesia em movimento, cada expressão facial carrega um universo de emoções. Sua presença de palco é magnética – “Edson, sua versatilidade vocal me arrepia, sua expressividade corporal me contagia, sua dramaturgia teatral me premia com uma experiência visceral!” – depoimento de um fã. A interpretação, o movimento corporal e a presença cênica criam uma tríade artística única que define sua identidade como performer. Não se trata apenas de um show musical, mas de uma experiência que demonstra por que a arte existe em sua forma mais pura.

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As Bodas de Prata de Edson
O Teatro Rival celebra 25 anos de parceria com Edson Cordeiro, como ele mesmo disse: “estou completando Bodas de Prata com a casa”, uma relação que se manifesta na intimidade e conexão profunda que o artista estabeleceu com este palco. Esta cumplicidade histórica adicionou uma camada emocional especial ao espetáculo, que levou Edson às lágrimas por algumas vezes, transformando o teatro em extensão natural de sua expressão artística.
Edson Cordeiro continua sendo uma força da natureza no panorama musical brasileiro (podemos afirmar também mundial?). Sua capacidade de reinvenção constante, aliada a uma técnica vocal excepcional e presença cênica avassaladora, o mantém como referência artística incontestável. “Ouve a Minha Voz” além de belíssimo tributo a Zeca Baleiro, é também uma celebração da própria arte de Cordeiro – um lembrete poderoso de como a música pode tocar a alma humana quando interpretada com paixão, técnica e autenticidade absolutas.
O espetáculo deixou clara uma verdade irrefutável: Edson Cordeiro é um ser artisticamente único, capaz de transformar qualquer canção em uma experiência incrível. Para quem presenciou esta noite no Teatro Rival, ficou a certeza de ter testemunhado algo verdadeiramente especial – arte em seu estado mais puro e transformador.


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