
Cartaz da 36ª Bienal de São Paulo | Divulgação
Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa da Cidade de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo e Itaú apresentam
Cinema Bienal encerra a 36ª Bienal de São Paulo com filmes premiados, debates e encontros
Programação gratuita reúne produções nacionais e internacionais, incluindo O agente secreto, sessões com acessibilidade e a última exibição do programa Fluxo de imagens / Imaginários até 11 de janeiro, no Pavilhão da Bienal.
Filmes premiados, produções nacionais e internacionais, sessões com acessibilidade e encontros com realizadores marcam a programação gratuita do Cinema Bienal que conclui a última semana da 36ª Bienal de São Paulo, em cartaz até domingo, 11 de janeiro.
No auditório do terceiro pavimento do Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, o público poderá acompanhar a exibição de O Melhor Amigo, Trilha Sonora para um Golpe de Estado e O Agente Secreto, além de participar de debates e de uma oficina que discute a estrutura técnica e artística do cinema. A programação inclui ainda a sessão especial do filme The Man Died, seguida de conversa com o diretor e o curador geral da 36ª Bienal de São Paulo, e se encerra com a última exibição do programa Fluxo de imagens / Imaginários, no contexto da Temporada França–Brasil.
Confira a programação gratuita do Cinema Bienal entre os dias 9 a 11 de janeiro:
Programação – Cinema Bienal
09 de janeiro, sex | 13h
Sessão Vitrine Petrobras com Acessibilidade – O Melhor Amigo de Allan Deberton (95 min)
Sinopse
Na praia de Canoa Quebrada, o reencontro entre Lucas e Felipe faz acender antigos desejos. Enquanto Lucas se joga neste paraíso solar e musical, em busca de uma paixão ardente e incerta, Felipe, com sua presença sempre tão misteriosa, parece escorregar por entre os dedos.
Entrada gratuita. Retirada de ingressos pelo Sympla ou diretamente no local, uma hora antes da exibição. Conta com interpretação em Libras.
09 de janeiro, sex | 15h
36ª Bienal de São Paulo – Exibição do filme The Man Died de Awam Amkpa e conversa com o diretor e Bonaventure Soh Bejeng Ndikung
No dia 9 de janeiro acontecerá a exibição do filme The Man Died, de Awam Amkpa, e conversa com o diretor e o curador geral da 36ª Bienal, Bonaventure Soh Bejeng Ndikung. O evento acontece das 15h às 18h no auditório do terceiro pavimento. O filme será exibido em inglês com legendas em português.
Sinopse
Baseado no angustiante livro de memórias carcerárias do laureado com o Prêmio Nobel Wole Soyinka, The Man Died é um poderoso relato de resistência, coragem e da indomável força do espírito humano. Ambientado no contexto da guerra civil nigeriana, o filme narra a prisão de Soyinka sem julgamento por um regime militar brutal determinado a silenciar sua voz. Por meio do confinamento solitário, da tortura e da privação, a determinação de Soyinka em lutar contra a tirania e a injustiça torna-se ainda mais forte. Entrelaçado a flashbacks de sua vida anterior como escritor e ativista, o filme revela a profunda força interior e o espírito inquebrantável que impulsionam sua resistência.
Ao registrar suas experiências em pedaços de papel contrabandeados para fora de sua cela, seus escritos tornam-se um farol de esperança e um chamado à ação para outros que vivem sob a opressão. The Man Died não é apenas uma história pessoal, mas um testemunho universal do poder duradouro da verdade e da necessidade de se posicionar contra a tirania. É um lembrete de que, diante da opressão, o silêncio não é uma opção e o espírito humano jamais pode ser verdadeiramente extinguido.
10 de janeiro, sáb | 12h
Sessão Vitrine Petrobras – Trilha Sonora para um Golpe de Estado de Johan Grimonprez (150 min)
Sinopse
Jazz e descolonização são entrelaçados numa montanha-russa histórica que reescreve o episódio da Guerra Fria que levou os músicos Abbey Lincoln e Max Roach a invadirem o Conselho de Segurança da ONU em protesto contra o assassinato de Patrice
Lumumba — político que liderou a independência da República Democrática do Congo.
Entrada gratuita. Retirada de ingressos pelo Sympla ou diretamente no local, uma hora antes da exibição.
A projeção deste filme é feita junto a Le Festival International du Film sur l’Art (Le FIFA). O filme não é indicado para menores de 14 anos.
10 de janeiro, sáb | 15h
Sessão Vitrine Petrobras – O Agente Secreto de Kleber Mendonça Filho (161 min) e oficina Entre o técnico e artístico: a estrutura do filme com Fellipe Fernandes
Sinopse
Marcelo, um especialista em tecnologia acusado de atividades subversivas, se muda de São Paulo para Recife em 1977 na tentativa de escapar dos agentes do governo. Ele chega à capital pernambucana e, em pouco tempo, começa a desconfiar que está sendo espionado por seus vizinhos. O filme não é recomendado para menores de 16 anos.
Às 18h, será realizada a oficina Entre o técnico e artístico: a estrutura do filme com Fellipe Fernandes.
Entrada gratuita. Retirada de ingressos pelo Sympla ou diretamente no local, uma hora antes da exibição.
Temporada França-Brasil na 36ª Bienal de São Paulo – Fluxo de imagens / Imaginários
No dia 11 de janeiro, domingo, acontecerá a última exibição do programa Fluxo de imagens / Imaginários. O evento acontece das 15h às 17h no auditório do terceiro pavimento.
Cada bloco do programa se desdobra em um eixo específico explorado ao longo da Bienal, convidando o público a mergulhar em suas proposições curatoriais. O bloco exibido no dia 11 de janeiro se intitula Corpos em movimento: som, luta e espaços sociais, e reúne filmes em que o corpo se torna simultaneamente linguagem e campo de batalha, carregando histórias, navegando por restrições e reivindicando espaço por meio da dança, do trabalho, do protesto e do ritual. Aqui, o som é habitado e o espaço é moldado pelo movimento.
Serão exibidos os filmes Nossa escola de samba (30’, Manuel Gimenez, 1965), Ughniyat Touha al-Hazina [Canção Triste de Touha] (12’, Atteyat Al-Abnoudy, 1973), Lamb: La Lutte (15’, Paulin Vieyra, 1963) e Recife de dentro pra fora (17’, Katia Mesel, 1997).
Entrada gratuita, sem necessidade de retirada de ingressos (sujeito a lotação).
A Fundação Bienal de São Paulo agradece seu parceiro estratégico Itaú e seus patrocinadores máster Bloomberg, Bradesco, Petrobras, Vale, Citi e Vivo.
Esse projeto é realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.
Sobre a Fundação Bienal de São Paulo
Fundada em 1962, a Fundação Bienal de São Paulo é uma instituição privada sem fins lucrativos e vinculações político-partidárias ou religiosas, cujas ações visam democratizar o acesso à cultura e estimular o interesse pela criação artística. A Fundação realiza a cada dois anos a Bienal de São Paulo, a maior exposição do hemisfério Sul, criada em 1951, e suas mostras itinerantes por diversas cidades do Brasil e do exterior. A instituição é também guardiã de dois patrimônios artísticos e culturais da América Latina: um arquivo histórico de arte moderna e contemporânea referência na América Latina (Arquivo Histórico Wanda Svevo), e o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação, projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo
Patrimônio Histórico. Também é responsabilidade da Fundação Bienal de São Paulo a tarefa de idealizar e produzir as representações brasileiras nas Bienais de Veneza de arte e arquitetura, prerrogativa que lhe foi conferida há décadas pelo Governo Federal em reconhecimento à excelência de suas contribuições à cultura do Brasil.
Serviço Cinema Bienal
- Auditório, 3º pavimento Pavilhão Ciccillo Matarazzo Parque Ibirapuera, portão 3 Av. Pedro Alvares Cabral, s/n São Paulo, SP
- admissão gratuita
- sujeito a lotação (335 lugares)









