
A atriz Camila Santanioni está escalada para viver “Beula” na super Produção “Paulo, o Apóstolo”. A série já estreou no streaming , na Univer Video e estreia em julho na Record TV.
A atriz também gravou o audio livro “Fora de Si”, com temática ambiental sob direção do ator Caio Graco que o escreveu com sua mãe. A trama acontece em uma floresta chamada “Si”, onde a bananeira Nanica , personagem da atriz , foi replantada após passar muitos anos com os humanos. Atores renomados como Mateus Solano, Vitor Thiré e Marcelo Marrakett deram vozes aos personagens. A produção segue em andamento, a data de estreia nas plataformas ainda será divulgada.
No ano passado, Camila lançou seu primeiro livro infantil na Bienal em São Paulo, “Princesa Abelha e Rainha Jabuti”. O livro conta a história de Fifi, uma menina curiosa que nos convida para uma jornada de imaginação e aventuras no jardim de sua casa. Com suas amigas, a abelhinha Coliméria e a jabuti Ruguinha, Fifi aprende importantes lições que serão lembradas ao longo de sua vida para lidar com as adversidades. A Ilustraçãp do livro é do artista plástico, Fábio Baroli, tio da atriz.
ENTREVISTA

Tivemos a oportunidade de conversar com Camila sobre esse novo projeto e sua carreira artística. Confira abaixo!
1. Camila, você interpreta Beula, personagem inédita dessa superprodução bíblica da Record/Seriella. Como foi receber esse convite e qual foi sua primeira reação ao mergulhar em um universo tão grandioso e histórico?
Camila: Interpretar Beula foi um presente, pois mergulhar mais uma vez no universo bíblico para realizar um trabalho no audiovisual me permite explorar e unir duas paixões: arte e espiritualidade. Minha primeira reação foi de gratidão por fazer parte de um projeto tão bonito e importante sobre os ensinamentos de Jesus.

Camila Santanioni. foto: Divulgação.
2. Beula surge num contexto dramático marcado pela tensão religiosa e política de Saulo e seu círculo. O que você pode adiantar sobre o papel dela na narrativa? Há alguma relação emocional ou simbólica com Paulo?
Camila: Beula surge na história após a conversão de Saulo em Paulo, quando ele peregrina levando os ensinamentos cristãos. Em um primeiro momento, Beula fica admirada com a convicção de Paulo e Barnabé nas mensagens que estão divulgando, mas enfrenta um dilema comum até mesmo nos dias de hoje: acreditar ou não.
3. Considerando a dimensão épica do projeto — são 50 episódios, gravações internacionais, cenários grandiosos nos estúdios e em Petrópolis — como foi esse desafio em termos de presença de set e construção de personagem para você?
Camila: É um projeto realmente grandioso, creio que é porque Deus colocou a mão, os profissionais envolvidos não poupam esforços para entregar o que há de melhor, e o público abraça as produções bíblicas com tanto carinho! O que eu posso fazer com uma oportunidade tão abençoada é a vontade Deus, então além de estudar todo o contexto, eu orei procurando compreender o que Deus queria de mim em cada cena.
4. Além de atuar, você tem formação em dança, teatro e até acrobacias aéreas — inclusive trabalhando como dublê em “Amor Sem Igual”. Como essas múltiplas habilidades impactaram seu trabalho em Paulo, O Apóstolo? Você chegou a combinar dança ou expressividade corporal na criação de Beula?
Camila: Indiretamente sim, pois quando praticamos algum esporte ou dança com frequência, o corpo ganha expressividade mesmo quando não é intencional. “Amor sem Igual” foi ótimo, eu dançava tecido circense. E poucas pessoas sabem, mas também atuei como dublê em “Os Dez Mandamentos”, além de interpretar a Ada, fiz minhas próprias cenas e da Dumá na queda do precipício quando a terra abriu. Amo alturas e cenas de ação e aventuras, Tom Cruise que se cuide (risos).
5. Você já protagonizou papéis fortes em novelas bíblicas (“Os Dez Mandamentos” como Ada), novelas contemporâneas e experiências no teatro. Como Beula se diferencia das suas personagens anteriores? O que você pretende trazer de atípico ou marcante nessa atuação?
Camila: A Ada evoluiu na trama, a gente acompanhou ela da adolescência até a maturidade em diversos aspectos da vida, foi uma construção diante dos olhos do público. Já a Beula aparece em poucos capítulos (onde e doze), é uma mulher adulta, casada, influente e com crenças bem consolidadas. Ambas são controversas, Ada em relação a Moisés, e Beula em relação aos apóstolos; mas diferente da Ada, Beula possui um desfecho mais rápido, e com redenção. Eu já assisti aos episódios, foi gratificante. Espero que gostem!

Camila Santanioni. foto: Divulgação.
SOBRE CAMILA SANTANIONI
Camila Santanioni começou teatro e dança aos 11 anos no conservatório de sua cidade natal, Uberaba, Minas Gerais. Aos 14 mudou-se para Genebra, na Suiça, com seu pai, Músico. Viveu, estudou e trabalhou também na Suécia, República Tcheca, SP e RJ onde concluiu seus estudos em Teatro Bacharelado pela UCAM e aprimorou suas habilidades circenses. Teve mestres consagrados como Helena Varvaki, Eduardo Vaccari, e Alexandre Avancini. Seus principais trabalhos foram: a novela e o longa metragem “Os Dez Mandamentos”, como Ada; espetáculo “32kg” de sua autoria, contemplado em 2012 na Funarte; Desdêmona na peça inspirada em Otelo, “S’Blood” indicada ao prêmio Shell na categoria inovação em 2018; o curta-metragem “Desvendando Maria”, como Maria; “As Histórias Aterrorizantes de Roberto Umbras”, como Lenora; e participação na série “O Negócio” da HBO. Em 2022 e 23 esteve em cartaz no Shopping da Gávea com o espetáculo “Os Homens Querem Casar”. Atualmente cursa licenciatura em teatro na Faculdade Estácio.

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