Barbarize estreia no Festival Rec-Beat e apresenta o álbum MANIFEXTA durante o Carnaval do Recife

CAPA ‘MANIFEXTA’ | ARTE JOTA + FOTO IGNUS

Duo se apresenta no dia 16 de fevereiro, no Cais da Alfândega, levando ao palco um show que cruza manguebeat, afrofuturismo e pop político

 

O Barbarize é atração inédita do Festival Rec-Beat, que celebra 30 anos como um dos principais palcos da música independente no Brasil e ocupa, durante o Carnaval, o Cais da Alfândega, no Recife. O duo formado por Bárbara Vitória e YuriLumin se apresenta no dia 16 de fevereiro (segunda-feira), às 19h30, levando ao palco o show do recém-lançado álbum MANIFEXTA

 

Assista Barbarize – EXU

A apresentação sintetiza a proposta do Barbarize: um projeto que nasce na Comunidade do Bode e transforma o mangue em metáfora de resistência, criação coletiva e invenção estética, atualizando esse legado por meio de uma linguagem contemporânea que cruza ancestralidade e futuros possíveis.

No palco, os artistas apresentam um espetáculo que funde música, dança e artes visuais, com banda completa, balé e direção cênica que amplia o discurso do disco. A sonoridade cruza trap, afrotrap, funk, afrobeat, pop e referências diretas ao manguebeat, em um repertório que transforma a ideia de “música de protesto com glitter na cara” em experiência coletiva de pista, ritual e afirmação política.

“Estar no Rec-Beat é viver um primeiro grande sonho como banda. A gente frequenta o festival junto como casal há pelo menos dez anos, ali descobrimos artistas que viraram referência direta no nosso som e na nossa estética. Pra muita gente que ama música alternativa, o Rec-Beat é o point certo do Carnaval. Então é muito simbólico estar na edição de 30 anos, justamente num momento em que a gente também está entrando numa fase de mais maturidade artística”, afirma o duo.

Para a apresentação no Recife, o Barbarize prepara um show expandido, com novidades no repertório e na encenação.

“Vai ser, sem dúvida, o nosso maior show até agora. Estamos levando músicas novas do MANIFEXTA que ainda não tinham entrado no repertório, agora com outra roupagem. A ideia é apresentar esse trabalho num contexto que tem tudo a ver com o que a gente acredita e com o público que chega ao Rec-Beat para descobrir novas bandas”, comentam.

A relação com o festival também dialoga diretamente com a origem estética do projeto.

“O Rec-Beat nasce dentro do Manguebeat, e essa conexão é muito forte com o que a gente faz hoje. Desde que o Barbarize nasceu, existia essa vontade de ocupar um espaço que conversa com a nossa visão de mundo. Estar aqui agora faz muito sentido”, completam.

Depois do lançamento de MANIFEXTA, o Barbarize passa a mirar uma circulação dedicada no circuito de festivais, entendendo esse espaço como um dos territórios naturais do projeto ao vivo.

“O nosso trabalho acontece muito forte no palco. O show tem teatralidade, dança, narrativa, história. É um espetáculo completo, que entretém e comunica de onde a gente vem”, dizem.

Entre os festivais que orbitam o imaginário do duo estão eventos como Afropunk, Psica, DoSol e Coala.

 

 

 

 

 

 

 

 

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