As Novas Bandas do dia 22/03 que irão tocar no Lollapalooza Brasil e que você Precisa Conhecer

Foto: Divulgação

O Lollapalooza Brasil acaba de entrar em contagem regressiva para sua 13ª edição. Depois de revelar um line-up que já havia conquistado os fãs, o festival agora anuncia as datas e distribuição dos shows pelos dias 20, 21 e 22 de março de 2026, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Serão mais de 70 atrações nacionais e internacionais espalhadas por quatro palcos, ocupando um espaço de mais de 600 mil m² e reforçando o DNA do Lolla como um dos maiores festivais do país.

A programação deste ano traz cinco dos artistas mais pedidos pelo público, 16 estreias no Brasil e 31 nomes internacionais. Entre pop, rock, rap e música eletrônica, a diversidade sonora continua sendo a marca registrada do festival, que também abre espaço para novos talentos e aposta na mistura de estilos que dialogam com diferentes gerações.

Confira as Bandas Novas em destaques do dia 22/03: 

PAPANGU

Foto: Divulgação

Papangu é uma banda brasileira de metal progressivo e rock experimental. Formada em 2012 em João Pessoa, Paraíba, o grupo chegou à vanguarda do metal experimental mundial com o lançamento do LP *Holoceno* em 2021, inteiramente auto-produzido e financiado pela banda, e posteriormente lançado em vinil e CD pelo selo inglês Repose Records.

A estreia colocou Papangu no cenário internacional, recebendo aclamação em revistas como Decibel, que a classificou como “uma das bandas mais promissoras do Brasil”, e Treble, que afirmou: “não há nenhuma reação emocional adequada a um álbum como este, a não ser o espanto total.” Além disso, a banda surgiu na playlist curada pelo festival holandês Roadburn.

Após o lançamento, Papangu realizou turnês pelo Nordeste e Sudeste, incluindo participações nos festivais Kool Metal Fest em São Paulo e Abril Pro Rock em Recife, além de uma passagem pelo Circuito SESC do estado paulista.

Oruã

Foto: Carolina Faraco

A Oruã, liderada pelo guitarrista e produtor Lê Almeida, é um grupo carioca que se define como indie rock “afrojazzy”, misturando psicodelia, lo-fi e afrobeat. A  banda acumula quatro álbuns e músicas marcantes como Disciplina, que traduz bem sua poética sobre relações e futuro.

Desde o disco de estreia Sem Bênção / Sem Crença (2017), o grupo tem explorado novas sonoridades no Brasil e no exterior, incluindo a parceria com o Built to Spill no álbum When the Wind Forgets Your Name (2022). O trabalho mais recente, Passe (2024), levou a Oruã a uma turnê pelos Estados Unidos e à prestigiada rádio KEXP, preparando o caminho para o destaque no palco do Lollapalooza.

Jonabug 

Foto: Divulgação

A Jonabug nasceu em Marília, no interior de São Paulo, em 2023, formada por Marília Jonas (vocal e guitarra), Dennis Felipe (baixo) e Samuel Berardo (bateria). Desde o primeiro EP, big ego, no self esteem, a banda mostrou potencial com composições em inglês e uma identidade marcada pela intensidade lírica. A voz de Marília se destaca por transitar entre o melancólico e o estrondoso, trazendo força a letras que tratam de dores e amores cotidianos.

Com o álbum mais recente, três tigres tristes, produzido por Marco Dower, o trio consolidou sua sonoridade no universo alternativo, misturando shoegaze e grunge em canções que exploram desesperança e vulnerabilidade. A Jonabug é uma banda que traduz a energia do rock independente atual, mostrando que pode emocionar em qualquer cenário — da garagem aos grandes palcos.

 Serviço – Lollapalooza Brasil 2026

Local: Autódromo de Interlagos – São Paulo/SP
Datas: 20, 21 e 22 de março de 2026
Abertura dos portões: 11h
Última entrada: 22h30
Encerramento: 1h
Classificação etária: 16 anos
(Menores de 5 anos não entram; entre 5 e 15 anos, somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais)
Ingressos disponíveis: www.lollapaloozabr.com/ingressos

JEFF FERREIRA 

 

Author

Sou Jeff Ferreira, apaixonado por música desde sempre. Há 8 anos, transformo minha paixão em matérias, entrevistas e análises que aproximam artistas e fãs. Nerd por natureza, adoro explorar histórias, descobrir novas sonoridades e compartilhar tudo isso em textos que vão além das palavras — porque, para mim, música é emoção, é vida, é conexão.

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