SEMINÁRIO INTERNACIONAL GROTOWSKI 2019

Nos 20 anos de sua morte , pesquisadores brasileiros realizam evento com peças, palestras e oficinas sobre o grande diretor polonês.

Para celebrar os 20 anos da morte de um dos mais importantes nomes do teatro, o polonês Jerzy Grotowski, pesquisadores e artistas do Rio e de várias partes do mundo se uniram para realizar o Seminário Internacional Grotowski 2019: uma cultura ativa, que acontecerá de 20 a 25 de novembro no Rio de Janeiro, entre os espaços da Escola de Teatro da UNIRIO, na Urca; do Teatro Poeira, em Botafogo; e da Escola de Capoeira Angola Renascer, na Glória. A programação busca integrar a academia à cidade e ao público em geral por meio de espetáculos, oficinas, encontros práticos e teóricos, mostras de filmes, lançamento de livro, palestras e debates.

Dentre as diferentes fases de trabalho do artista, as do “Parateatro”, “Teatro das fontes” e “Arte como veículo” – relacionadas a experiências pós-teatrais, ou seja, àquelas experiências que Grotowski realizou quando decidiu parar de dirigir espetáculos –  são ainda bastante desconhecidas. O foco do seminário estará nessas fases e na chamada “Cultura Ativa”, noção utilizada no Teatro Laboratório nos anos 70. Com a Cultura Ativa, abolia-se, entre outros, o lugar do espectador: todos eram participantes das ações propostas.

A curadora do evento, professora Tatiana Motta Lima, da UniRio, e o professor e pesquisador da UFMG, Fernando Mencarelli, um dos outros cinco coordenadores do evento, comentam que a Cultura Ativa é uma noção que, vinda do campo da arte, pode auxiliar a um pensar/fazer relacional mais lúcido e cidadão, pois ela “nomeia ações artísticas que convocam à experiência de uma potencialização da vida na contramão da pasteurização da sensibilidade cotidiana contemporânea”.⠀Nessas experiências, a Performance aparece como ação transformadora, vinculada a uma política do sensível. Assim, o Seminário Internacional não só se dedica a esse tema da forma como foi investigado por Grotowski e seus demais colaboradores na Polônia dos anos 70 e 80, como investiga  suas potenciais reverberações em nossos dias.

“Embora as datas de homenagem sejam importantes, não é isso o que nos move ou nos moveu, porque o interesse não esteve e não está em um Grotowski ‘consolidado’, ‘datado’ ou ‘finalizado’, ao qual seremos mais ou menos fiéis; mas em um Grotowski das ‘palavras praticadas’, palavras nascidas da prática e endereçadas à prática, não como dogmas ou regras, mas como perguntas que podem nos interessar enquanto pesquisadores que também somos. A aventura de Grotowski é tão mais interessante quanto menos procuramos certezas, e quanto mais nos deixamos interrogar””, diz Tatiana.

O Seminário contará com a presença de artistas que trabalharam diretamente com ele e, também, de artistas e pesquisadores que têm em seus ensinamentos e investigações uma inspiração. Estão confirmadas as presenças de François Kahn, Magda Złotowska e Teo Spychalski, que trabalharam com Grotowski nos anos 70 e 80 –  sendo os dois últimos poloneses, que ajudarão a compreender, de maneira mais aprofundada, o contexto da contracultura na Polônia e a importância de Grotowski naquele contexto. Além deles, comporão as presenças estrangeiras Carla Pollastrelli, tradutora da obra completa de Grotowski para o italiano; Mario Biagini, que é o diretor associado do Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards, em Pontedera; e Antonio Attisani, professor italiano especialista na obra do Grotowski e do Workcenter.

Entre os brasileiros, o seminário acolherá Guilherme Kirchheim, que trabalha há 6 anos no Workcenter e é o protagonista do espetáculo The Underground: a Response to Dostoevsky, dirigido por Thomas Richards; Luciano Mendes de Jesus, que trabalhou no Workcenter por alguns anos e voltou ao Brasil, onde desenvolve uma pesquisa com cantos vissungos (antigos cantos de origem centro-africana ocorridos na região do Alto Jequitinhonha, em Minas Gerais); e Priscilla Duarte, que colabora com François Kahn. Neste seminário, Kahn apresentará o espetáculo MOLOCH – Testemunha: Allen Ginsberg, e irá lançar a tradução para o português – feita por Priscilla – do seu livro “O Jardim – Reflexos e reflexões sobre o trabalho parateatral de Jerzy Grotowski de 1973 a 1985″, com prefácio de Tatiana Motta Lima.

Responsável também pela primeira versão do seminário, realizada em 2009 sob o título “Uma vida maior que o mito”, Tatiana se orgulha do seminário ser fruto de inúmeras parcerias: “Acho que ele mostra a fertilidade da Universidade Pública Brasileira. São quatro programas de pós graduação na área de artes (o PPGAC da UNIRIO, o PPG-Artes da UFMG, O PPGAC da UFOP e o PPGCEN, da UNB) e um Departamento de Artes Cênicas (da UFSM) que se uniram e fizeram um projeto para o PAEP (programa de apoio a eventos no país) da CAPES. Recebemos a verba, não toda, mas recebemos, e isso permitiu trazermos seis convidados do exterior, que estarão reunidos a outros artistas e acadêmicos de vários estados brasileiros, para a realização desse Seminário. Depois do Rio de Janeiro, alguns dos participantes seguem para essas universidades parceiras, em itinerância. Não há dúvida de que em rede somos bem mais fortes e produtivos!”.

ANTES E DEPOIS DO SEMINÁRIO

Antes do seminário acontecerá, no Audiovisual da Escola de Teatro da UNIRIO, nos dias 18 e 19 de novembro, das 10h às 13h e das 15h às 18h, o MINI-CURSO “GROTOWSKI PÓS-TEATRAL”, ministrado por Lídia Olinto e Tatiana Motta Lima. O mini-curso tem a intenção de apresentar as diferentes fases do trabalho do Grotowski, principalmente aquelas pós-teatrais: Parateatro, Teatro das Fontes e Arte como Veículo. Com debate de textos e análise de fragmentos de filmes, o mini-curso será aberto e gratuito. Inscrições através do e-mail grotowski2019@gmail.com, colocando no título “mini-curso”.

Depois do Seminário haverá, ainda, no Rio, no dia 26, um ENCONTRO ABERTO de Mario Biagini e Tatiana Motta Lima com os grupos do Rede Baixada em Cena, seguido da apresentação do documentário “Rede Baixada em Cena – história de um teatro periférico”, das 14h às 18h, no Colégio Leopoldo (Av. Getúlio de Moura, 1074), em Nova Iguaçu. A conversa girará em torno da relação entre arte, cidadania, comunidades e teatro. E fora do Rio, o Seminário estará em itinerância, de 26 de novembro a 3 de dezembro, pelos estados parceiros, nas cidades de Belo Horizonte, Ouro Preto, Santa Maria e Brasília.

DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO 

ENSAIO E CORO ABERTO, com Mario Biagini (dias 23 e 24/11, das 22h30 às 0h30, na Escola de Capoeira Angola Renascer – Rua Candido Mendes, 476 – Glória).

O Coro Aberto é um convite para participar de uma grande festa de canto, uma festa fora do comum, que você pode ajudar a construir simplesmente com a sua presença. E na qual você pode participar cantando, ao cantar ou ao escutar, e dançando, ao dançar ou ao observar. O Coro Aberto é, quem sabe, uma forma de arte esquecida, que nossos ancestrais não tão distantes ainda conheciam e compreendiam, e que permitia uma participação fluída e ativa de todos os presentes. Gentilmente guiado por Mario Biagini para o Seminário, o Coro Aberto é um espaço seguro para investigar o cuidado individual necessário a uma ação compartilhada. Os participantes, com diferentes backgrounds, tornam-se co-criadores conscientes e responsáveis por um trabalho artístico que vai além das diferenças, em direção a um reconhecimento mútuo. As canções nascem ao redor dos participantes e entre eles, e os ritmos e melodias, junto com as qualidades vibratórias, incentivam o surgimento de uma atenção diferente. A ressonância envolve todos os presentes que, juntos, nutrem e dão forma ao encontro. Cada pessoa, de um modo ativo, encontra-se diante de escolhas simples: testemunhar, entrar no espaço da ação, acompanhar estando apenas ao lado, cantar e dançar, encontrar o próprio modo de estar presente e apoiar os outros. Ouvir.

Esse evento é parte de uma trajetória de convite ao canto que o grupo internacional de atores do Open Program, do Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards, faz para qualquer pessoa – um evento livre, aberto a todos, sem nenhuma restrição.

ESPETÁCULO “MOLOCH – TESTEMUNHA: ALLEN GINSBERG” (dia 21/11, das 14h às 16h, e dia 25/11, das 20h30 às 22h30, no Teatro Poeira)

Adaptação teatral de François Kahn a partir dos autos do Processo dos Sete de Chicago e do ensaio Uma Solidão Pública de Fernanda Pivano (tradução de Ana Teresa Jardim)

Direção e atuação: François Kahn (em português)

O tema do espetáculo é o rito judicial ocorrido entre 1969 e 1970, nos Estados Unidos, ao qual foram submetidos alguns expoentes de movimentos que iam dos hippies aos Panteras Negras. Esses movimentos estavam sendo reprimidos por suas manifestações “pela preservação do planeta” e “contra a guerra do Vietnã”. Entre eles estava Allen Ginsberg, a voz mais famosa e potente da beat generation. No interrogatório, a procuradoria tenta desacreditar o poeta, ridicularizando suas práticas hinduístas e levantando suspeitas sobre sua relação com as drogas e a homossexualidade. Mas, quando convidado, no próprio julgamento, a ler seus textos, Ginsberg inverte as insinuações até calar o tribunal, levando o público a ficar de pé, quando recita trechos de seu livro Uivo. No espetáculo, “o interrogatório assume uma cadência potentemente teatral, em uma tensão crescente capaz de deixar o espectador dos dias de hoje emocionado e silencioso, assim como ficaram os presentes ao tribunal de Chicago, em 1969”, escreveu Renato Palazzi para o jornal IL SOLE 24 ORE. François Kahn apresenta o espetáculo sempre na língua do país em que está apresentando. Assim, o espetáculo já foi feito em italiano, francês e português.

ESPETÁCULO “EPISÓDIO I: UEMBA-CONGENBO (MORRER)” (dia 20/11, das 19h30 às 21h30, não Palcãoda Escola de Teatro da UNIRIO).

solo de Luciano Mendes de Jesus

Nas suas últimas horas, uma pessoa pode ser tudo o que não sabe. Se é negra, pode experimentar ser branca; se não é negra nem branca, pode experimentar ser um pardal. Se é jovem, pode experimentar ser velha; se não é jovem nem velha, pode experimentar ser uma raiz. Sendo homem,pode experimentar ser mulher; não sendo homem nem mulher, pode experimentar ser uma criança. Quando um canto antigo se tornar o seu único meio de lembrar sua história será necessário então que ela busque estar acordada também dentro dos seus sonhos. Que não durma antes do sol raiar, senão todos os diamantes que inocentemente escondeu do tempo, em algum lugar secreto, virarão carvão e queimarão sem calor, ou se tornarão o grafite para o seu Livro da Vida, mas daquele que não escreveu com o próprio punho.

O espetáculo trata de tensões étnicas e de busca de identidade cultural vividas na contemporaneidade,partindo do diálogo criativo com os vissungos, cantos datradição centro-africana ocorridos na região do Alto Jequitinhonha/MG. Foi a primeira ação da plataforma “Garimpar em Minas Negras Cantos de Diamante”, liderada por Luciano Mendes de Jesus, desde 2016, e integra a “Trilogia Vissungueira” composta ainda pelos espetáculos Episódio II: Mileke entre Pedras e Piercings e Episódio III: Banzo e os Filhos dos Antigos.

ENSAIO ABERTO DO ESPETÁCULO “O AMOR POSSÍVEL + CONVERSA” (dia 22/11, das 20h às 22h, no Palcão da Escola de Teatro da UNIRIO

Adaptação teatral de Priscilla Duarte e François Kahn, a partir do romance A Caverna, de José Saramago. Direção e atuação: Priscilla Duarte. Colaboração artística: François Kahn. Uma produção do Teatro Diadokai.

Em um mundo de mediações tecnológicas e de relações virtuais, o espetáculo pretende valorizar o trabalho artesanal e o afeto nas relações humanas. A palavra é o veículo para uma ação cênica essencial, diante da qual os espectadores são testemunhas íntimas: uma única atriz encarna os diferentes personagens, tendo como principais recursos as linguagens corporal e vocal, valendo-se de poucos acessórios. O barro modelado em cena aparece como o principal elemento plástico. Neste ensaio aberto, além da apresentação de algumas cenas do novo projeto do Teatro Diadokai, Priscilla Duarte propõe uma conversa sobre o processo de criação do espetáculo e os âmbitos nos quais vem se dando sua colaboração artística com François Kahn, nos diversos encontros entre os dois artistas, entre a Itália e o Brasil.

PALESTRA SEGUIDA DO LANÇAMENTO DO LIVRO “O JARDIM – REFLEXOS E REFLEXÕES SOBRE O TRABALHO PARATEATRAL DE JERZY GROTOWSKI DE 1973 A 1985″ (dia 23/11, das 17h30 às 20h30, na Escola de Teatro da UNIRIO)

Tradução: Priscilla Duarte. Prefácio e revisão técnica: Tatiana Motta Lima. Posfácio: Antonio Attisani.

Único livro sobre as experiências pós-teatrais escrito por um participante/guia que ficou por longos anos na investigação junto a Grotowski. No posfácio, Antonio Attisani escreve que “o Jardim (…)representa um caso singular na bibliografia grotowskiana: é um dos raros testemunhos, feitos do interior do trabalho, da longa e decisiva experiência do Parateatro, ou seja, do período que vai desde o fim do trabalho de Grotowski como criador de espetáculo até a fundação do Workcenter, em Pontedera; um período de pesquisa e experimentação sem igual no mundo, a que muitos escritos, pontualmente evocados aqui, fazem referência, mas que nunca tinha sido contado e analisado com tanto conhecimento direto e tanta competência, desenvolvendo-se entre a narração e o ensaio, com uma atenção extraordinária, capaz de fazer com que o leitor participe de certos acontecimentos pessoais, que toque em certos assuntos delicados, ‘técnicos’ por assim dizer, por vezes de difícil compreensão”.

MOSTRA DE FILMES (de 22 A 24/11, das 10h às 12h, no Audiovisual da Escola de Teatro da UNIRIO):

 AVANT L’EXILE, de Emmanuel Gerard-Cuesta.

Filme-documentário sobre o Teatro das Fontes, no qual François Kahn, Jairo Cuesta e Dominique Gerard contam suas experiências durante o trabalho com JerzyGrotowskina Polônia, Haiti e México. (exibição nos dias 22 e 23). Em francês com legendas em inglês.

WITH JERZY GROTOWSKI, NIENADÓWKA(1980), de Jill Godmilow 

Vídeo documentário que acompanha Grotowski até a vila de Nienadowka, na Polônia, onde viveu na infância, e mostra o artista falando sobre as influências e as bases de seu trabalho. (Exibição no dia 24). Em inglês.

ATIVIDADES QUE NECESSITARÃO DE INSCRIÇÃO PRÉVIA

Além do mini-curso que acontecerá antes do Seminário, há três atividades que precisarão de inscrição prévia, ainda que sejam gratuitas. Para se inscrever, é necessário preencher e enviar formulário (endereço abaixo e também informado nas redes sociais do evento: Grotowski2019 – Facebook/Instagram), com dados pessoais, mini currículo e carta de intenção.

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO PARA SELEÇÃO EM OFICINA/ENCONTRO SEMINÁRIO INTERNACIONAL GROTOWSKI 2019 :

https://drive.google.com/open?id=11ZkLzikBT71F7ygfyFoYEiQ2oB_p91mW0KT8WrjY81E

OFICINA “A VOZ VIVA” (de 22/11 a 25/11, das 9h às 11h, no Teatro Poeira)

12 participantes e 15 ouvintes (os ouvintes participarão dos encontros a partir do dia 24/11)

Guilherme Kirchheim, membro da Focused ResearchTeam in Art As Vehicle, do Workcenter of JerzyGrotowski and Thomas Richards, guiará os participantes na descoberta de potencialidades criativas ocultas através de um trabalho prático sobre antigos cantos de tradição. Os participantes entrarão em contato com uma abordagem à voz, impulso e ação que tem estado no coração da pesquisa em artes performativas do Workcenter há mais de trinta anos. Através de prática rigorosa, a voz é abordada como processo vivo, fundado em intenção e contato. Canções escolhidas das tradições Africana e Afro-Caribenha, as quais são um elemento essencial da pesquisa do Workcenter, proporcionarão um núcleo fundamental para a oficina, que explorará o potencial impacto que as qualidades rítmicas e melódicas de uma dada canção podem ter sobre a pessoa que canta. Outros elementos abordados serão: improviso dentro de uma estrutura, a relação entre precisão e fluxo de vida e contato com um parceiro.

Atenção: a pessoa inscrita deve poder comparecer a todos os dias de encontro.

ENCONTRO PRÁTICO “CANTOS VISSUNGOS”, com Luciano Mendes de Jesus.(dia 21/11, das 20h às 22h, na Escola de Teatro da UNIRIO)

20 participantes e 10 ouvintes

Encontro prático com Luciano Mendes de Jesus para uma experiência com as musicalidades dos vissungos, antigos cantos de origem centro-africana ocorridos na região do Alto Jequitinhonha, em Minas Gerais.

ENCONTRO TEÓRICO “LIBERDADE COMO A TENTAÇÃO PRIMÁRIA” (de 22/11 a 24/11, das 09h às 11h, no Teatro Poeira)

15 participantes por dia, a formar um grupo diferente a cada dia – 45 participantes no total

Magda Złotowska, ao invés de dar uma palestra, preferiu encontrar-se com pequenos grupos – 15 pessoas a cada vez – para, a partir do tema “Liberdade como tentação primária” conversar sobre as investigações e experiências que viveu com Grotowski nos anos 70 e 80. O nome dado aos encontros é uma paráfrase ao que Grotowski disse em uma entrevista de 1975: “a liberdade está ligada, para mim, à tentação primária”.

ITINERÂNCIAS PELO BRASIL

  • Belo Horizonte – UFMG – PPG-Artes – coordenação:Fernando Mencarelli e Monica Ribeiro – dias 26 e 27/11 – convidados: Antonio Attisani e François Kahn
  • Ouro Preto – UFOP – PPGAC – coordenação: Paulo Maciel e Ricardo Gomes – dias 28 e 29/11 – convidados: Antonio Attisani e François Kahn
  • Santa Maria – UFSM – Departamento de Artes Cênicas – coordenação: Daniel Plá – dias 27 e 28/11 – convidado: Guilherme Ktichheim
  • Brasília – UNB – PPGCEN – coordenação: Alice StefâniaCuri e Lidia Olinto – dias 2 e 3/12 – convidado: François Kahn

 

SERVIÇO

Seminário Internacional Grotowski 2019

  • Quando: de 20 a 25 de novembro
  • Onde: Rio de Janeiro, entre os espaços da Escola de Teatro da UNIRIO, na Urca; do Teatro Poeira, em Botafogo; e da Escola de Capoeira Angola Renascer, na Glória.
  • A programação busca integrar a academia à cidade e ao público em geral por meio de espetáculos, oficinas, encontros práticos e teóricos, mostras de filmes, lançamento de livro, palestras e debates.

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