O riso como arte

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“Num filme, o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação.”

Charles Chaplin

 

 

 

Ele foi um visionário.

Charles Spencer Chaplin foi muito, e foi muitos. Ator, compositor, diretor, produtor, escritor, empresário, comediante, dançarino…

Aquele britânico com sotaque carregado era, no entanto, baixinho, franzino, com um humor muito variável, e não parecia combinar com a carreira que trilhou e brilhou.

Mas tinha lá seus truques, seu charme, seu olhar doce e único. O que lhe garantiu uma carreira também profícua na vida pessoal, pois casou-se quatro vezes e teve nada menos que onze filhos!

Mas, vamos combinar que o seu maior legado foi deixado no cinema. E o mundo inteiro o aplaudiu, o consagrou e nunca, jamais, em tempo algum, o esqueceu. Suas dezenas de filmes engraçados e tocantes  marcaram a história do cinema. Ele é parte dessa história. Seu perfeccionismo beirando a excentricidade mudou a forma de fazer longas-metragens naqueles distantes anos 20 do século passado.

Seu alterego, Carlitos, é um dos personagens mais queridos e imitados até os dias de hoje. Apesar das tecnologias, dos efeitos especiais cinematográficos espetaculares, do 3D e das  cores e sons intensos, as estripulias deste adorável vagabundo praticadas em preto e branco, em películas mudas, ainda encanta, diverte e entretêm plateias de todas as idades, origens, culturas e países.

Nascido num 16 de abril, Chaplin morreu com 88 anos, deixando um legado, um jeito de fazer rir e de emocionar imbatível até hoje.

Seu material era o riso, a galhofa, o bom-humor em qualquer situação. Porque, como já disse o próprio Chaplin, um dia sem rir é um dia desperdiçado!

 

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Author

Patricia Costa
Jornalista, roteirista, mãe, poeta, editora, escrivinhadora, atriz. Mulher. Sou filha da PUC-Rio, formada em Comunicação Social com habilitação em jornalismo. Trabalhei em revistas sobre meio ambiente e educação. Fui parar na TV na produção do Globo Ecologia e logo estava participando da criação do Canal Futura, onde fiquei por mais de 7 anos. Trabalho na MultiRio, uma produtora de multimeios educativos da prefeitura do Rio de Janeiro, há 10 anos, atuando como roteirista e editora. Colaborei para os sites Opinião e Notícia e para o ArteCult escrevendo sobre Educação, Cultura, Cidadania, Meio Ambiente e fazendo várias entrevistas. Escrevi também para a Revista do Senac Educação Ambiental por cinco anos. Me formei em teatro pelas mãos de Bia Lessa. Fui dirigida por Alberto Renault e Roberto Bontempo. Conheci muita gente talentosa. Aprendi com muita gente boa. Fiz cursos livres de canto, de dança flamenca, de locução de rádio e de roteiro para TV e cinema. Sou uma leitora contumaz. E ótima ouvinte. Gosto de observar a vida e de dar pitaco em alguns assuntos os mais variados. Mãe de dois adolescentes, continuo aprendendo sobre a vida todos os dias. O humano me encanta. E me aterroriza também!